Brazilian Man dressed as Fisherman from Northern Amazonian Region of Brazil

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Brazilian Man dressed as Fisherman from Northern Amazonian Region of Brazil
Mykonos, July 2025. Shot by Kiki London
Segregação humana
Sabe porque isso não está em todos tele jornais?!
Porque são pessoas negras emboscando um garoto brando e usando ele de saco de pancada, para deliro de outras pessoas negras que ali estavam assistindo.
Assim é a esquerda.
Combatem o racismo, instigando e impulsionando racismo contra aqueles que são brancos. E isso tem nome; Supremacia Negra (Supremacistas de punho cerrado).
Vivemos em um tempo em que o vitimismo virou ídolo, bichinho de estimação e adorado por todos aqueles que ainda acham que a vida é receber café na cama e um tapinha nas costas. Dá para entender a consequência de anos a fio sendo levados pela cultura a acreditar que amadurecer e virar gente grande é chato, o legal mesmo é viver como adolescente até a terceira idade, de preferência sem filhos, com pets e sem qualquer compromisso mais sério com alguém.
O que o movimento “Vidas negras importam” está fazendo é uma clara instrumentalização para reforçar nos negros o vitimismo, assim como o feminismo faz até hoje com as mulheres. Em primeiro lugar, ser branco, negro, homem ou mulher não deveria gerar sentimentos de orgulho ou vergonha, porque ninguém tem culpa de ter nascido na pele, no sexo ou mesmo na família ou condição soció-econômica em que foi gerado. Estes são dados objetivos sobre nós e diz respeito ao que Deus, em sua sabedoria e propósito, entendeu que era o melhor para cada um, goste ou não goste foi nessa identidade e características que Deus sabia que poderia ser glorificado por meio de você, por isso foi nestas condições que permitiu sua existência.
Acontece que Deus também nos fez livres (tão livres que quando criou o Éden, Adão e Eva fez questão de deixar uma árvore plantada no meio do jardim para que ambos pudessem escolher permanecer ou não ao lado dEle - somos livres até para escolher o inferno), com isso estamos sempre diante de escolhas na vida, uma delas olhar para a nossa história e lamentarmos eternamente o fato de não termos vindo em condições melhores ou entender que são nossas circunstâncias que nos fizeram quem somos e, dependendo do grau de sofrimento atravessado, amadureceram mais rápido nossa visão sobre o que é a vida e nos fizeram mais útil para os outros e para o reino de Cristo.
Ser vítima é uma coisa, adorar o fato de sentir-se vítima é outra bem diferente. Não estou menosprezando sua história e circunstâncias inevitáveis na vida, apenas tentando chamar a atenção para a sutileza que há em deixar-se afogar em si mesmo quando decide comprar a ideia que o negro é vítima do branco e a mulher é vítima do homem. Sim, existe racismo e existe machismo, mas nenhum dos dois pecados autoriza outros pecados como reação a eles. Para ambos, a solução é o perdão (esse é o padrão para lidar com relacionamentos adoecidos) e a ótica de Cristo sobre sua história, afinal, o que Ele estava pensando quando te fez como fez? Te sacanear ou manifestar-se ao mundo também por meio da sua história de vida, que é única? Já parou para pensar?
Sinto informar-te, mas o centro do universo não é o nosso umbigo, é Cristo. Afagar o papel de vítima não revela a glória dEle, mostra apenas nossa ingratidão ao que Deus entendeu ser o melhor para nossa salvação e atrofia nossa capacidade de superar o egoísmo, olhar para fora e amadurecer. Não idolatre o vitimismo que insiste em nos hipnotizar, ouse olhar para fora de si mesmo, arregace as mangas e faça o que você foi chamado por Deus a fazer enquanto é peregrino aqui na terra! Que Deus seja glorificado em tudo por meio de cada história de vida, exatamente do jeito (fases boas e ruins) que Ele a permitiu.
Texto de Marina Venuto em "Arte&Maternidade"
carinha de bandido né?