A Zed & Two Noughts (1985) // dir. Peter Greenaway


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A Zed & Two Noughts (1985) // dir. Peter Greenaway
A Zed & Two Noughts | Peter Greenaway | 1985
Andréa Ferréol, Eric Deacon, Brian Deacon
A Zed & Two Noughts (1985) | dir. Peter Greenaway
"The Duke of Somerset 2" - a(nother) drawing of the actor Brian Deacon in Henry VI, Part 2 (1983) directed by Jane Howell, done 1/29/2024 in about 10 or 15 minutes with one piece of willow charcoal and no erasing
A Zed & Two Noughts (1985) | dir. Peter Greenaway
Vampyres (Daughters of Darkness, 1974)
"Who's there? Outside? I hear voices... Met him. Picked him up. On the roadside, no doubt. Just like Rupert. Just like me! Who are you? Where the hell do you come from? I must get away from here. I must get away from here!"
A Zed & Two Noughts (Greenaway, 1985)
Zoo - Um Z & Dois Zeros (1985)
A Zed & Two Noughts
Direção: Peter Greenaway;
Roteiro: Peter Greenaway;
Gênero: Comédia; Drama.
País: Holanda e Reino Unido.
Peter Greenaway é um dos diretores mais eruditos do cinema. Sua proficuidade no universo das artes plásticas, da literatura e da música possibilitam uma criação estética singular e idiossincrática. Sua formação inicial nas artes plásticas transposta para o cinema resulta em filmes nos quais cada frame apresenta um universo de significados e composição, sobretudo em termos de simetrias e perspectivas. Os filmes de Greenaway causam impacto justamente por serem diferentes de todo o resto na história do cinema.
As narrativas dos filme de Greenaway existem em universos singulares - extremamente excêntricos, mas possíveis dentro da verossimilhança constituída em cada um desses universos. Em Zoo - filme que impacta desde o título: uma mistura de zoologia, letras do alfabeto e algarismos numéricos - acompanhamos as obsessões de dois zoólogos irmãos gêmeos a partir de um acidente causado por um cisne e que resultou na morte das esposas de ambos. Não é um filme facilmente palatável, mas suficientemente possível em seu universo próprio. Um crítico teria dito certa vez sobre este filme: “Como você poderia deixar de amar um filme com uma prostituta que conta histórias eróticas sobre sapos?”
Humor cáustico, teatralidade, zoologia, reflexões sobre os sentidos da vida e da morte, reflexões sobre simetrias (inclusive a maior delas, a coincidência no tempo de gestação e de decomposição do corpo humano: 9 meses) e, sobretudo, metalinguagem. Todos estes aspectos podem ser conferidos em Zoo - Um Z & Dois Zeros.
⭐ 4.0 / 5.0