nothing exists alone. no-thing exists.
seen from Belgium

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands

seen from United States
seen from United States
seen from Maldives

seen from United States
seen from India

seen from United States

seen from Mexico

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Germany

seen from United States
seen from Canada
seen from Argentina
seen from United States
nothing exists alone. no-thing exists.
nenhum lugar é um lugar, mas isto.
outros corpos começam a parecer um fractal deste corpo, e este corpo um fractal dos outros corpos, sem “meu” nem “vosso” mas variações do mesmo movimento, ondulando-se a si mesmo.
o mesmo, a revelar-se em muitos.
apenas este aparecer sem anoitecer, fácil de esquecer com tanto pensamento a escorrer.
um único tecer que não se rasga, contrai ou dilata.
um único tecido, sem partir ou chegar, mas que o pensamento parece afastar.
o mar não se pode afogar,
mas pode brincar.
cada onda parece um convite ao infinito.
𝖋𝖗𝖔𝖒 𝖓𝖔-𝖙𝖍𝖎𝖓𝖌 𝖙𝖔 𝖘𝖔𝖒𝖊-𝖙𝖍𝖎𝖓𝖌
𝖋𝖗𝖔𝖒 𝖘𝖔𝖒𝖊-𝖙𝖍𝖎𝖓𝖌 𝖙𝖔 𝖓𝖔-𝖙𝖍𝖎𝖓𝖌
o “centro fixo” não aparece. o que aparece são coisas que temporariamente organizam o sentido de centro.
não há nada para provar. tudo já está a ser saboreado pelo simples facto de aparecer. não há nada para saborear. o aparecimento já é o sabor. o aparecimento é a prova.
forever eating parts of my self, forever exuding parts of my self