#Repost from @barranco.mary by @quicksave.app ・・・ #spoiler #capitulo13 #jamieclaire #georgia #america #outlander #starz #InstaSaveApp #QuickSaveApp
seen from China

seen from United States

seen from Malaysia
seen from Türkiye

seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Togo

seen from Malaysia
seen from China
seen from Ukraine

seen from Dominica
seen from Jamaica
seen from United States
seen from China
seen from China

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Canada
#Repost from @barranco.mary by @quicksave.app ・・・ #spoiler #capitulo13 #jamieclaire #georgia #america #outlander #starz #InstaSaveApp #QuickSaveApp
Hablemos de estos dos tan típicamente padre e hijo. Ojalá siempre en la infancia se puedan expresar las opiniones y los sentimientos así, como lo hace Franco con Gustavo. "Que buenos actores!" "El padre es infumable" "Si venís un finde a un partido eso lo ves todo el tiempo " "Franco me hizo llorar en este capítulo" "Qué bien la escena entre madre e hija!" "Esteban la descose" Cosillas que nos dicen.. #capitulo13 #serie #serieweb #webserie #familia #sentimientos #cast #elenco https://www.instagram.com/p/BwKdgBLlgxK/?igshid=1jm220zs1bayl
Já se passaram dois dias e não terminei minha "lição de casa", mal consegui responder as perguntas: "o que eu estou fazendo aqui?" E "se eu estou feliz aqui?", como eu vou saber o que eu quero fazer? Eu não sei nem se vou sair daqui ... Eu não sei nem se eu quero sair daqui... é difícil admitir, mas eu gosto de ficar aqui, mesmo com o Daniel de babá, mesmo com os medicamentos, mesmo sabendo o que isso significa, eu me sinto muito mais leve dentro dessas paredes do que me sentia no meu apartamento, eu não sei se isso é só pela comodidade, se é o meu medo de encarar o mundo lá fora falando ou se realmente eu não vejo mais lugar pra mim no mundo lá fora. O que eu faria da minha vida se eu saísse daqui? O que tem lá fora para mim agora? Não fiquei muito mais tempo nesse dilema. Não chegaria muito longe pensando sozinho, eu não sabia como estavam as coisas lá fora, o que me levou a outro dilema: como estavam as coisas na minha casa? Eu não sabia nada sobre o que se passava por lá, eu não sabia como estavam meus pais, meu irmão, meus primos, já fazia tempo desde a última vez que alguém veio me ver, não havia me dado conta mas foi a primeira vez que eu fiz uma proeza e não ligaram pra minha família, bom eu acho que não ligaram, ou isso ou minha família desistiu oficialmente de mim, eu não sabia o que pensar sobre isso, quando o Daniel entrou no quarto me impedindo de continuar meus devaneios que provavelmente oscilariam entre autocritica e auto piedade.
“Como está o seu humor hoje?”
Foi engraçado ouvir isso, a única pessoa que me perguntava isso era o meu irmão, quando precisava de dinheiro. Achei a pergunta meio estranha vindo do Daniel, era a primeira vez que ele me perguntava algo do tipo, e pra ele o meu humor não importava muito, ele seria animado e falante não importa o quão emburrada minha cara estivesse, ele já sabia o meu humor depois de cinco minutos comigo não precisava perguntar e duvido que ele fosse me pedir dinheiro, mas achei que seria uma brincadeira válida .
"Depende, quanto você precisa?"
Ele ergueu as sobrancelhas, não entendeu minha resposta obviamente, era como eu respondia meu irmão, mas eu me sentia mais confortável respondendo dessa forma, era sarcástico, era uma piada, era familiar, era o que eu precisava.
"Como assim "quanto eu preciso"?"
" Meu irmão..."
"Seu irmão?"
"Ele me fazia a mesma pergunta quando precisava de dinheiro..."
"Ah isso faz muito sentido agora..."
Ele sorriu, deu uma risada leve e negou com a cabeça, antes de prosseguir
"Seu irmão está aqui, me pediu pra te perguntar isso antes de te avisar..."
Não pude evitar de sorrir, foi como se universo quisesse jogar na minha cara que eu tinha que parar de ser dramático.
"Pergunte pra ele quanto ele precisa"
Daniel saiu rindo, acho que foi falar com ele, fiquei imaginando o que seria, meu irmão nunca veio sozinho, por um momento eu temi que algo tivesse acontecido, mas logo desisti desse pensamento, se fosse algo ruim ele teria entrado direto e falando pelos cotovelos desesperado, como quando nosso pai foi internado para remover uma pedra do rim, ou quando a nossa mãe quebrou o braço, lembro bem que enquanto ele tagarelava desesperado, meu pai ou minha mãe tentavam sutilmente fazer ele calar a boca, com medo da minha reação, era até engraçado, eu gostava de como meu irmão se irritava com os meus pais depois, ele não gostava de ter que agir diferente ou me tratar diferente, para ele não importava o que eu tivesse feito, eu era o irmão dele e pra ele acabou, acho que por isso ele não gostava de vir com os meus pais.
Daniel voltou rindo acompanhado do meu irmão, a cena me pareceu muito surreal. Eu me levantei e passei as mãos nos cabelos numa tentativa de parecer menos com um maluco, mas não acho que tenha dado certo.
"Então, eu preciso de cinco mil reais..."
"CINCO MIL!? O QUE VOCÊ FEZ? COLOCOU FOGO NA CASA?
"Não mas acabei de ganhar cinco reais do seu enfermeiro!"
Meu irmão ria muito, e o Daniel olhava pra mim fingindo indignação, fiquei sem entender.
"Preciso de mais informações..."
"Apostei com o seu enfermeiro que fazia você começar a gritar em menos de cinco segundos..."
Daniel me olhou com uma cara engraçada
"Que decepção Wil... não achei que fosse cair nessa..."
"Em minha defesa, ele já fez isso antes, e ele estava falando sério!"
Apontei para o meu irmão que agora ria muito da cara de espanto do Daniel.
"É Daniel, não se deixe levar por esse rostinho bonito, esse moleque é um pesadelo!"
Nisso meu irmão se fez de ofendido e as provocações de seguiram por mais alguns minutos.
"Bom, vamos parar com isso, deixa eu apresentar vocês direito, Daniel esse é meu irmão mais novo Arthur, Arthur esse é o Daniel estagiário do meu psiquiatra, e está responsável por mim, ele não é enfermeiro, mas eu também achei que fosse quando conheci"
"Estagiário do seu psiquiatra? Achei que ele não pegasse estagiários..."
"Ele só pegou porquê eu concordei..."
Não devia ter dito isso, meu irmão com certeza faria algum comentário desnecessário, ele sabia que eu jamais concordaria com isso, não com facilidade, e como eu imaginava lá veio. Ele olhou para o Daniel de cima a baixo, depois olhou para mim, depois para ele, e ficou nisso até sorrir maliciosamente.
"Nossa Wil, está certo que o cara é gato e tals, mas você já foi bem mais sutil que isso..."
Pronto o estrago estava feito, eu fiquei vermelho, roxo, azul, verde, eu era um arco-íris de vergonha, meu deus meu irmão perdia todas as oportunidades de ficar quieto possíveis, eu queria estrangulá-lo com o lençol nesse exato momento, eu queria ser um avestruz para enfiar minha cabeça dentro da terra, eu nem sabia mais o que eu queria, tinha coisas que ninguém precisava saber, e minha orientação sexual estava no topo dessa lista, olha sou pansexual, apesar do meu irmão não saber a diferença dessa para as outras palavras que formam a sigla LGBT, não que ele se importe, minha família no geral nunca ligou desde que minhas nota fossem perfeitas, eu ganhasse os primeiros prêmios e enfim vida acadêmica e profissional impecáveis, não importava com quem eu estivesse dormindo, a pessoa só não podia usar drogas ou ser alcoólatra, de resto se eles se importavam fingiam não ver, não que eu saísse com muitas pessoas, a última vez que sai com alguém faz tanto tempo que eu devo ser virgem de novo, sou assumido, nunca tive problema em relação isso, mas eu realmente não queria que o cara que fica vinte e quatro horas comigo, descobrisse dessa forma, e provavelmente não entendendo nada. Eu respirei fundo umas dez vezes, percebi que Daniel estava se segurando pra não rir muito da minha cara, acho que traumatizei ele da última vez que ele riu.
" Primeiro ... - Eu estava travado, não conseguia articular uma frase descente – Primeiro você me respeita que eu sou mais velho, segundo quem ficou secando o menino foi você... talvez eu deva alertar sua namorada...
Arthur levantou as mãos como quem se rende
"Tá bem, tá bem, não está mais aqui quem falou, meu deu cadê seu senso de humor, eu vim aqui te ver todo feliz..."
Esse é meu irmão, chatinho, inconveniente, dramático, enfim tem como não amar essa pessoa?
"Mas sobre os cinco mil reais, eu estava falando sério..."
Apontei para as cadeiras perto da janela, Arthur entendeu o recado e foi se sentar. Daniel parou e ficou me olhando meio sem graça.
"Quer que eu deixe vocês a sós?"
"Não, senta ai, se eu estrangula-lo vou precisar de cumplice para sumir com o corpo..."
Daniel me olhou analisando o quanto eu estava brincando e o quanto eu estava falando sério.
"Ignore ele Dani, ele me ama, só nunca vai admitir isso!"
"Dani? Já viraram melhores amigos?"
"Claro, e se você for legal te convido para nossa festa do pijama!"
Eu não aguentei e comecei a rir, ele tinha razão, eu o amava. Depois de todos devidamente acomodado Arthur começou a falar.
"Então como você amavelmente se lembrou, eu tenho uma namorada, já fazem cinco anos que a gente namora..."
"E você precisa de cinco mil reais para?"
"Para terminar de pagar isso... e para o jantar..."
Ele tirou do bolso uma caixinha de veludo com um anel de noivado dentro, não pude deixar de sorrir, meu irmão vai se casar, meu irmãozinho, o garotinho que eu levava no parque na garupa da minha bicicleta, o garoto que tomou coca-cola com vinagre num jogo de verdade ou desafio e me fez ficar acordado a noite toda no pronto socorro, o garotinho que vinha dormir na minha cama quando assistia filmes de terror que eu disse para ele não assistir, que pegava minhas roupas sem permissão, que bateu meu carro no portão de casa, o irmão que me encontrou jogado no chão do apartamento na minha primeira proeza e salvou minha vida... Eu não sabia o que dizer, ele parecia tão feliz, não me lembrava da última vez que eu o vi sorrir desse jeito, eu fiquei tão feliz, comecei a chorar, não deu pra evitar...
"Cadê meu talão de cheques, Daniel pega o meu talão de cheques..."
"Onde está o seu talão?"
"Eu não sei você que bagunça tudo aqui!"
"Você quis dizer que eu arrumo toda a bagunça por aqui, né?!"
"Minha bagunça é organizada!"
Nisso eu já estava jogando tudo que estava no armário no chão, o Daniel esfregava o rosto frustrado olhando a zona que eu estava fazendo, meu irmão olhava meio rindo meio chorando a cena que se desenrolava, o mais engraçado foi que na minha euforia de jogar as coisas pra fora, achei meu talão, na verdade joguei ele na cabeça do Daniel... Ele pegou o talão, e ficou me encarando, ele claramente queria me fazer comer aquilo, ele respirou fundo umas três vezes, entregou o talão para o Arthur que logicamente perdeu a oportunidade de ficar quieto...
"Olha cara, pense pelo lado com, depois do Wil, qualquer paciente que você tiver que cuidar vai ser fichinha..."
Eu fiquei indignado, ele e o Daniel estavam rindo da minha cara, enquanto eu estava me matando para resolver um problema dele!
"Arthur... Corre! SÓ CORRE"
Eu não sei exatamente o que eu pretendia fazer, acho que só queria correr atrás dele, sei que acabamos correndo envolta do Daniel, que me segurou depois de umas três ou quatro voltas, no fim eu desabei no chão, meu irmão desabou no chão, e nós riamos mais que tudo, Daniel sentou entre a gente e ria bobamente da situação, tomei folego para me sentar também, Arthur permaneceu deitado, mas o ataque de riso deu uma trégua.
" Certo, me dá o talão, vou assinar algumas folhas , gaste o que precisar... Não acredito que você vai se casar!”
“ Se tá ligado que ela tem que dizer que sim primeiro, né?”
“Ela vai dizer que sim, eu estou assinado vários cheques pra garantir que isso, aconteça pode pagar uma viajem para Paris e pedir de baixo da Torre , quero ver ela ter coragem de dizer não!”
“Nossa Wil como você é romântico, seria lindo , se não fosse controlador e possessivo...”
Eu ri do comentário de Daniel, não queria dizer que ela tinha que dizer sim só porque eu gastei um monte dinheiro, mas meu irmão é um boboca apaixonado, que faz tudo pra ela, e Aurora e eu éramos amigos, do tipo que se planeja viagens, que se liga de madrugada pra contar um sonho louco, que entra no quarto sem bater e pega sua jaqueta favorita emprestada sem pedir, infelizmente não do tipo que se dá Alstroemerias, mas do tipo que você apresenta pro deu irmão e cruza os dedos pra dar certo... e do tipo que se tem piadas internas, e uma das minhas favoritas era que: não se recusa pedidos de casamento em Paris, lembro quando a Aurora ficou indignada com uma reportagem em que uma moça havia recusado o pedido perfeito em Paris, ela ficou uma semana falando nisso , aí fiz um pacto com ela que nos nunca recusaríamos um pedido em Paris, lógico que Arthur não sabe disso, mas isso não quer dizer que Eu não possa dar a ideia pra ele...
“Wil não precisa pagar uma viajem para Paris...”
“Precisa Sim, vai por mim, faça isso , por mim, o meu irmão não pode pedir minha única amiga em casamento de qualquer jeito, você vai para Paris, vai fazer um piquenique no Palácio de Versalhes, vai andar de barco no Rio Sena, e vai pedir ela em casamento em baixo .... Não melhor no topo da Torre, isso será perfeito! “
Daniel me olhava como se estivesse pensando seriamente em triplicar as doses dos meus remédios.
"Wil você sabe que seu irmão vai pedir a namorada dele em casamento e não você?"
"Daniel, primeiro eu tenho sérias dúvidas se alguém algum dia estaria tão bêbado ao ponto de me pedir em casamento, e segundo a namorada dele é o mais próximo que eu já tive de um melhor amigo... então é importante!"
Meu irmão me olhou atravessado, acho que ele só não me xingou porque eu estava assinando um talão inteiro de cheques.
"Você sabe que pra ela você é o melhor amigo dela, não sabe?"
"Eu sei..., mas não posso ser, melhores amigos mostram seu melhor e seu pior uns para os outros, e eu simplesmente não consigo deixar que ela veja o meu pior..."
"Ela está triste por não ver você"
"Não quero que ela me veja nesse estado, não queria que você me visse nesse estado!"
"Mas nós queremos ver você... foi a Aurora..."
Eu já imaginei o que ele queria dizer com isso, mas mesmo assim eu perguntei
"Foi a Aurora o que?"
"Que atendeu a ligação do hospital, tive que arrancar as chaves do carro da mão dela para ela não vir aqui correndo..."
"Contou para..."
"Não, não falei para os nossos pais, você não fica nem um pouco feliz quando eles vêm aqui por causa disso..."
"Fez bem, olha dessa vez eu juro, não foi consciente, eu tive um apagão, não sei o que aconteceu"
"Wil para. Eu não vim te julgar, talvez eu julgue a capacitação dos profissionais desse hospital, já que eles deviam prevenir esse tipo de coisa, mas fique sabendo que eu já estava me programando pra vir aqui falar do pedido, eu só adiei a visita pois você tinha que se recuperar, ninguém sabe que eu vim, aliás se eles perguntarem eu estava numa reunião"
"Primeiro obrigado por vir aqui, segundo não é culpa do hospital, terceiro ninguém vai perguntar para mim onde você estava, não faz sentido, pelo menos não agora..."
Meu irmão me olhou e sorriu, suspirou e finalmente fez a pergunta de um milhão.
"Se ela disser sim, você seria meu padrinho?"
"Se ela disser sim, eu banco até a dama das flores..."
Todos rimos, ele me abraçou e começou a chorar, droga não era para ele chorar, eu não sei lidar com gente chorando, eu olhei para o Daniel meio desesperado, ele riu da minha cara... eu vou jogar tudo pra fora do armário de novo só pra ele ter que arrumar, no meu momento de raiva do Daniel e de desespero eu acabei falando.
"Quando vocês voltarem, se ela disser sim, ela pode vir me ver..."
Meu irmão me olhou surpreso, pelo menos parou de chorar
"Sério?"
"Sério, se ela aceitar vai ser oficialmente minha irmã, e a Zoraide não deixa eu recusar visita de familiares..."
Ele riu bastante, depois rimos mais um pouco, ele pegou o talão de cheques que eu acabei assinando inteiro e se despediu, depois que ele foi embora, eu ainda estava anestesiado, meu irmão vai se casar, eu tenho que aguentar, não posso de jeito nenhum perder isso.
http://w.tt/1UigLVe #Capitulo13 #EnMisManos #Tientame 🍎 #MiHistoria 📝 #Wattpad 📖
O dia na cafeteria transcorreu normalmente, Alice até parecia um pouco mais animada. Ao chegam em casa, Winther veio recebe-las. — Ele já acostumou com você, Alice - diz Lua. — Ele é um fofo e tem me feito muita companhia esses dias - comenta Alice. Lua vai direto a cozinha pra colocar a ração de Winther e percebe o olhar triste de Alice. — Então amiga como está lá no site? - pergunta. — Ah, aquele que você me cadastrou? Tenho uma novidade pra você “amiga”, te cadastrei também. - responde. — O quê? Por que fez isso? - fala Lua sorrindo. — Acha que passarei essa vergonha sozinha? Não mesmo! Vou tomar um banho, posso antes de você? - diz. — Claro, enquanto você toma banho vou adiantando o jantar - responde. Alice entra no banho, ao se deparar com o espelho, ela fica alguns minutos ali sem piscar os olhos, abismada com a sua aparência. Alice então ouve uma voz em seu consciente, uma voz idêntica com a de sua mãe: Vamos! Você precisa reagir! Era isso que você me diria, eu sei. Anda Alice! Acorda! A vida continua. Lagrimas se fundem em meio a água do chuveiro, enquanto Alice diz em voz de choro: — Eu sei mãe, eu sei, mas não estou conseguindo… Alice coloca suas mãos encostadas na parede e logo em seguida apoia sua testa também. Ela permanece assim por alguns minutos. Após seus minutos de reflexão, Alice ergue a cabeça, respira fundo, tira os cabelos dos olhos e termina de se lavar. Após o banho, Lua e Alice sentam para jantar. Lua percebe uma certa diferença em Alice, ela parecia estar mais viva, Lua apenas sorri e serve suco para a amiga, enquanto isso, elas comentam sobre o dia na cafeteria. Depois de lavarem as louça, Lua decide ficar na sala e terminar de ler um livro. Alice resolve ir para o quarto, ela então liga o notebook e assiste alguns vídeos. Uma certa curiosidade surge em Alice após assistir um vídeo de encontro de casais, ela então resolve olhar o site de relacionamento que Lua a havia cadastrado, e para sua surpresa haviam algumas mensagens, algumas bem idiotas, outras tão vulgares, mas uma chamou atenção e ela fica bem propensa a responder… — Para seu cachorro. - dizia Camille após Chris morder seu pescoço e passar sua barba cerrada. — Para? Não está gostando? - fala Chris com um tom de ironia. — Se não estou gostando? É óbvio que estou gostando, e este que é o problema. — Bom gata, ainda bem que eu tenho a resolução pra isto que está sentindo. — Tem é? - diz Camille com a voz tremula. — Tenho. - Chris percorre o pescoço de Camille com seus lábios, passa a ponta da língua em sua orelha, e dá uma leve mordida. Camille entrelaça seus dedos em meio aos cabelos de Chris e volta a beija-lo. Com uma de suas mãos, Chris segura com força o pescoço de Camille enquanto a outra vai decifrando cada centímetro de sua bunda. — Chris… - diz Camille quase sem fala. Após beija-lá novamente, Chris morde de leve seus lábios, então ele pergunta: — O que foi cachorra? — Apenas não pare. - diz Camille com sua pele toda arrepiada. Como resposta, enquanto Chris morde e beija o ombro de Camille, ele enfia suas mãos por dentro da camisete dela, e sem dificuldade nenhuma ele desabotoa o sutiã. Chris pega Camille em seus braços e a coloca contra a parede, enquanto uma de suas mãos a mantem suspensa. Ela ergue a cabeça, expondo seu pescoço e dando total liberdade a ele, com a outra mão, Chris vai desabotoando os botões da camisete de Camille, ela que usava uma linda camisete de cor vinho, junto a uma justa saia de cor preta, seus olhos verdes davam um belo contraste em seus cabelos castanhos. Ao desabotoar a metade dos botões da camisete, Chris beija entre os seios de Camille, ela envolve seus braços envolta do pescoço de Chris e esfrega seus seios na cara dele, Chris sem controle, passa o braços sobre a comoda de seu quarto, jogando seus porta retratos ao chão. — Assim que eu gosto! - diz Camille com voz ofegante, sobre a comoda e com a cabeça de Chris entre suas pernas. Enquanto Nina arruma as coisas de sua mãe em um quarto, ela sente um cheiro de café que só uma pessoa sabia fazer, então Nina desce até a cozinha. — Mamãe, não era pra senhora fazer isso agora - diz Nina chamando sua atenção. — Sente aqui, vamos tomar um café e conversar, estou cansada de ficar sem fazer nada naquele hospital. Vamos falar a verdade, o café deles é horrível - diz dando risada. — Concordo - diz Nina. Nina senta a mesa para tomar o café, que pelo cheio dava para perceber que o café da mamãe continuava excelente. Após experimentar o café, Nina diz: — Uau, ficou divino mamãe. — Meus cafés sempre ficam. - diz Jobson se gabando. — Bom senhora rainha dos cafés, já que está no clima, já pode ir me dizendo a respeito deste tal de Charlie. — É uma longa e velha história - diz a Sra. Jobson. — Me conte mamãe, gostaria muito de ouvir, ele estava muito preocupado com a Sra. - diz Nina. Sra. Jobson bebe um gole do seu café e após sorrir, diz: — Tudo começou quando… Uma historia com um começo, e um meio, mas cadê o fim?
Capítulo 13 - Florejus e Aniquilou em: Quando as peças não se encaixam mais, é hora de renunciar.
Capítulo Treze
Pouco mais de duas semanas havia se passado desde o dia do parque, Wesley me ligava uma vez a cada dois dias só pra conversar mesmo, já que estava corrido com o serviço, já Michael… Não tinha notícias suas desde a nossa última conversa. Não era de tudo ruim, não termos mais contato, já que nosso relacionamento tinha acabado, mas eu achei que ele fosse adulto o suficiente pra sermos amigos depois de tudo o que passamos, não por mim, mas pelos meus filhos que sempre o consideraram como um pai que agora eles não ouviam se quer um oi. Eu entendia, por um lado, tanto eu quanto ele precisava de um tempo pra colocar a cabeça no lugar, colocar as coisas em ordem e deixar claro aos pequenos que ele não é o pai deles, o que tá sendo um pouco complicado, mas como dizem: o tempo é rei.
Um novo amanhã
Luan tinha viajado no dia anterior com Marjore, e Melissa lutou bravamente para barrar pensamentos negativos em relação a isso. Ela colocou o propósito em seu coração de confiar em seu namorado, confiar de que ele estava fazendo algo bom, apesar de não terem mais tocado no assunto. Antes de viajar ele foi a sua casa lhe entregar seu presente de aniversário. Ele lhe comprou um ukulele marrom que ela tinha lhe dito que estava querendo comprar.
O celular de Melissa tocou e ela ficou feliz em notar que era Luan.
—Oi. Já chegou?
—Já. Faz uma hora mais ou menos.
—E como ‘tão as coisas?
—Eles continuam meio frios, mas parecem realmente dispostos a fazer as pazes.
—Então foi por isso que você foi para a casa deles?
—Sim. Eles tinham me ligado e disseram que queriam esquecer o passado e fazer parte da vida da neta.
—Porque você não me contou isso?
—Sei lá, acho que esqueci. —Disse e começou a rir.
Melissa não achou isso engraçado. —Como você esquece de me contar algo tão importante assim?
—Não sei Amor. Esqueci!
—Tudo bem. Eu tenho que ir pra reunião dos jovens agora. Mais tarde a gente se fala.
—Ta ok! Tchau.
Melissa desligou o telefone ainda irritada com a situação. “Como ele pode esquecer de me contar isso? Os esquecimentos do Luan as vezes me irritam. Parece que eu não sou importante para ele.“ Pensou Melissa e logo começou a orar pra repreender esses sentimentos ruins. “Senhor, ontem li na Tu palavra que ‘o coração alegre é um banquete contínuo. ’ então tira esse sentimento ruim em relação ao Luan. Parece que de uns tempos pra cá eu só oro sobre isso. Por favor, Senhor, me ajuda. Eu sou apaixonada pelo Luan e quero amá-lo com o amor que o Senhor nos ensinou.”
Chegando à reunião Melissa foi afinar o violão e a primeira pessoa que chegou foi Ricardo.
—Oi Mel. —Cumprimentou.
—Oi. Fico feliz que tenha vindo. Seja bem vindo!
Ele parecia que ia começar a chorar a qualquer momento e disse: - Obrigado. Por tudo.
Melissa não teve tempo de perguntar a que ele se referia, pois o resto dos jovens começou a chegar.
Quando todos chegaram Melissa fez a oração inicial e começou o louvor. Apesar de estar concentrada na adoração, lá no fundo estava pensando no que Ricardo estava fazendo ali.
Murilo estava responsável por levar a Palavra e pediu a todos que abrissem as bíblias em 2coríntios 5:17 e Melissa já sabia exatamente o que tinha lá. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”
Ele ministrou sobre o poder do pecado e o poder do perdão de Jesus. Para concluir a mensagem disse: “Todos nós temos a natureza deturpada, então por natureza, precisamos do perdão de Deus. Mas no decorrer de nossas vidas praticamos coisas que nos impelem a viver em busca do perdão do Senhor. Jesus pagou o preço naquela cruz para aniquilar de vez o nosso pecado. Se tem alguém nessa noite que gostaria de pedir perdão a Deus, saiba que Ele te ama o suficiente para perdoar qualquer coisa que você tenha feito. Mas a ordenança é: sigam em frente. Não se prendam a culpa, ao passado. Assim como Jesus disse a mulher pega em adultério, Ele diz hoje pra você: Vá e não peques mais. Ressuscitem juntamente com Cristo e vivam as coisas novas que Ele tem pra te oferecer.”
Nesse momento Ricardo pediu a oportunidade de falar e disse, aos prantos, que queria se reconciliar.
Melissa ficou feliz com isso, mas também ficou um pouco apreensiva, pois seus sentimentos estavam muito confusos de uns tempos pra cá.
No final da reunião Ricardo foi conversar com Melissa.
—Oi.
—Oi. Fiquei feliz por você.
—Obrigado. Eu preciso falar com você sobre isso. Posso te levar pra casa?
Melissa resolveu aceitar, pensou que ele falaria que só tinha se reconciliado pra poder voltar com ela, mas chegando ao carro dele percebeu que era outra coisa.
—O que aconteceu com seu carro?—Perguntou quando viu a lataria toda amassada.
— Era sobre isso que queria falar. Ontem quando eu tava voltando da calourada, um caminhão bateu no meu carro e lançou ele estrada a baixo. Meu carro bateu numa mureta. Nem ‘ta tão ruim assim, hoje pela manhã eu levei ele pra oficina e eles melhoraram a aparência dele.
—Você foi pro hospital?
Ele sorriu, mas já estava com os olhos cheios de lágrimas de novo. —Não. Ao contrario do carro, eu não tive nenhum arranhão. E foi por isso que resolvi me reconciliar com Deus. Porque no momento que eu vi a gravidade do acidente e a forma ilesa que eu saí... Só pude pensar no quanto Deus me ama e cuida de mim.
—Fico feliz por isso.
—Você sempre foi uma benção de Deus na minha vida. Sempre que você falava pra eu me reconciliar, me mostrava o quanto você é especial. Mesmo depois do que eu fiz pra você, você continuava me aturando. Mel, eu ainda amo você. Mas ‘to feliz que você tenha seguido em frente. Seu namorado é muito sortudo.
—Ricardo...
—Eu não ‘to pedindo pra voltar. ‘To dizendo que ainda amo você, mas que ‘to feliz pelo seu recomeço.
E com essa declaração Ricardo deixou Melissa mais confusa do que ela já estava.
Capitulo 13
No outro dia, acordou na hora de sempre, enrolando por mais bem uns dez minutos na cama. Fez sua higiene, vestiu sua roupa profissional de trabalho, tomou um suco que dona Rosa tinha preparado, essa que já estava por ali limpando a casa. Ela ia três vezes na semana limpar, lavar roupa e etc, não cozinhava muito, pois Anahi quase não comia em casa, só deixava algo na geladeira para casos de emergência.
Anahi tinha ido viajar semana passada, deixando muita coisa acumulada, inclusive um projeto de uma nova marca de roupa para terça feira, era importante para a agencia aquele contrato, e era importante pra Anahi que fosse ela que o fizesse.
Deixe-me explicar, onde Anahi trabalhava era uma das maiores empresas de publicidade, tendo sempre vários trabalhos para serem feitos, mas a concorrência estava sempre pra quem queria pegar os mais importantes, Anahi sempre se esforçava, e era realmente de longe a melhor, mas sua chefe nunca lhe dera a vez. Sempre quem ganhava os “grandões” era Mario, e Anahi tinha uma breve noção do porque (Mario e sua chefe se pegavam as escondidas. Vadia.)
Maite também era publicitaria, como comentado antes, mas elas não trabalhavam juntas. Ao contrario, eram de empresas inimigas, sendo que Maite tinha muito mais sorte do que Anahi. Era muito divertido ver as duas discutindo pra ver qual das empresas era a melhor.
Entrou na sua sala focada, pensando no que ainda tinha que fazer para apresentação no outro dia, dando apenas um bom dia a sua secretaria. Quando se deparou com um lindo buque de rosas vermelhas em cima da sua mesa.
Ela sorriu antes mesmo de ver quem havia mandado. Pegou as rosas e as levou ao seu nariz inspirando, depois leu o cartão que dizia: “Eu só queria começar o dia dizendo que eu amo você, claro que eu preferia dizer quando acordássemos um ao lado do outro, mas assim também vale. Tenha um bom dia, te amo -A”
Anahi ligou para Alfonso para agradecer e passaram um bom tempo conversando, até que o dever chamou ambos os fazendo desligar. Pediu para sua secretária pegar um vaso para colocar as belas rosas que recebeu, pondo-as perto de sua mesa onde podia vê-las sempre que quisesse. O dia passou em um piscar de olhos, estava tudo pronto pra apresentação dela, marcada para amanhã às três horas da tarde.
Alfonso também passou ocupado o dia inteiro, saindo de uma reunião para outra, fazendo entrevistas com novas estagiarias. Já era quase horário de ir embora, quando Ashley apareceu na sala dele.
- Posso entrar? – Ela perguntou. Ashley era sua diretora de produção, era a autoridade ali depois dele.
- Claro – Alfonso disse arrumando suas coisas.
- Contratou alguém hoje? Precisamos de mais gente por aqui, o trabalho está se acumulando – Ashley comentou distraída com algumas folhas que estavam em cima da mesa dele.
- Sim, provavelmente Luciana – Sua secretária – Ligará para a mulher amanhã – Alfonso falou agora olhando pra ela.
- Hmm – Não era pra essa conversa boba que ela estava ali – Alfonso, quero saber se você vai na festa de sábado – Sábado seria a festa da ONG que ajudava crianças de rua, e a empresa Herrera era a principal doadora de lá. Tinha todo o ano.
- Claro – Ele não sabia onde ela queria chegar, ela sabia que todos os anos era presença marcada.
- Você tem acompanhante? – Ora, ele era Alfonso Herrera, obvio que já tinha um par, mas Ashley nunca perdeu as esperanças. Estava ali desde que Alfonso assumiu a presidência, desde o momento que pôs os olhos nele, sabia que um dia ele ainda ia ser seu.
Bom, mas isso nunca aconteceu para total tristeza dela. E ele nem percebia as investidas dela, nem considerava a hipótese de algum dia ter algo com ela, a ética de trabalho estava presente nele.
- Sim, tenho – Alfonso ainda não tinha falado com Anahi, mas sabia que ela iria. Ela sempre ia, mas não como companhia dele, era apenas uma das convidadas.
- Ah... Ok, tudo bem.
- Era só isso? – Ele perguntou dispensando-a. Estava doido para ir para casa.
- Sim – Ela confirmou, sorrindo sem graça e se retirando dali.
Naquele instante Anahi chegava em seu apartamento, com uma Dulce Maria histérica do outro lado da linha.
- NÃO ACREDITO – A outra gritou pela milésima vez desde que Anahi tinha constado o que passará entre ela e Alfonso – COMO?
- Já te disse Maria, não precisa fazer escândalo – Revirou os olhos, mas ria da amiga. Continuou contando os detalhes enquanto ia pro seu quarto.
- Agora me responde, a pergunta que não quer calar – Dulce parou fazendo suspense e Anahi esperou – ELE É MESMO BOM DE CAMA COMO AS PESSOAS DIZEM? – Alfonso tinha fama.
- Ainda não aconteceu – Preparou para o grito da amiga, que veio logo em seguida.
- COMO NÃO?
- Ainda não, Dulce – Suspirou cansada – Agora me deixe tomar um banho e dormir, sim? – Dulce concordou emburrada. Anahi tomou seu banho e foi direto pra cama, sem nem comer nada, amanhã o dia seria cheio.