Itaewon Class
Seguir mi corazón y ser yo mismo.
Una vida sin arrepentimientos sin importar las consecuencias, así quería vivir.
¿Fui fiel a mis principios?
Ahora me arrepentimiento mucho de ese día.
Ahora, yo... te extraño con locura.

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Itaewon Class
Seguir mi corazón y ser yo mismo.
Una vida sin arrepentimientos sin importar las consecuencias, así quería vivir.
¿Fui fiel a mis principios?
Ahora me arrepentimiento mucho de ese día.
Ahora, yo... te extraño con locura.
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Capítulo Dezesseis
Acordei em um quarto de hospital. A claridade me cegou por alguns segundos, mas logo que me acostumei percebi que eu estava sozinha. Não era nenhuma supresa. Apertei o botão de chamar a enfermeira desesperadamente, logo duas mulheres, uma negra e uma mestiça, entraram no quarto.
Enfermeira: olá Srta, como você está se sentindo?
Eu: onde está os meus filhos? O Dominic está bem? Ele acordou? Cadê eles?
Enfermeira: por favor, se acalma. A senhora não está se ajudando assim.
Eu: eu só quero saber onde estão e como estão! ELES SÃO MEUS FILHOS!
Um novo amanhã
Melissa e Luan não se falaram por uma semana. Melissa aproveitou esse tempo para gastá-lo em oração.
“Senhor, da mesma forma que senti paz em começar a namorar o Luan, também senti paz ao dar esse tempo no nosso relacionamento. Acredito que Tu tens coisas pra nos revelar nesse tempo e estou disposta a ouvir. Oro pela vida do Luan para que o Senhor o ajude a seguir em frente e viver as novas coisas que Tu tens pra vida dele. Eu quero que ele me procure Senhor, mas quero esperar o Teu tempo certo de esse momento acontecer. Acredito que poderia ter falado de forma mais branda em nossa discussão. Espero que ele tenha me entendido e que possamos recomeçar e viver agora um relacionamento com compromisso. Fica comigo Pai e derrame a Sua paz sobre mim.”
Nesse momento alguém bateu na porta do apartamento de Melissa. Ela colocou a bíblia de lado e foi ver quem era. Abrindo a porta ela se deparou com Luan.
—Oi. — Disse ele.
— Oi.
—A gente pode conversar?
—Pode sim. — Disse ela e abriu passagem para ele entrar.
—Eu pensei muito, orei muito sobre nós dois e cheguei a conclusão de que você ‘tá certa.
—Primeiro eu queria te pedir desculpas, — interrompeu ela — fui muito grossa com você.
—Eu é que preciso te pedir desculpas. Acredito que você tenha ficado muito chateada todas as vezes que eu falava da Joana.
—A questão não é que você fale dela. Por tudo o que você me contou, sei que ela foi uma pessoa incrível e merece ser lembrada. Mas a forma como você se referia a ela, isso sim me machucava. Ela não ‘tá mais aqui. Eu estou.
—E você quer continuar? Comigo?
—Eu quero Luan. Mas não desse jeito.
—Eu juro pra você que as coisas vão ser diferentes. Você confia em mim?
Melissa demorou um pouco pra responder. Tentou pensar em como as coisas seriam se eles continuassem o namoro e fez a oração mais breve de sua vida. “Senhor me guia no que vou dizer agora.”
—Eu confio em você.
Ele sorriu e disse: - Podemos começar do jeito do certo agora?
Melissa não entendeu direito, mas concordou com um aceno de cabeça e Luan puxou sua mão, fechou os olhos e começou a orar: “Deus, só o Senhor sabe o quanto eu ‘to feliz nesse momento. Feliz por sentir que realmente, chegou o momento do recomeço em minha vida. Só o Senhor sabe o quanto eu amo essa mulher e quero fazê-la feliz. O quanto quero amá-la, assim como Tu ensinas na Tua palavra, de forma sacrificial, assim como Jesus deu a sua vida pela Sua noiva. O meu sacrifício por esse relacionamento é de deixar meu passado pra trás e viver em novidade de vida. O Senhor sabe o quanto a Joana é importante pra mim, mas agora ela está guardada em Ti e quero deixá-la aí e nas lembranças dos bons anos que passamos juntos. Acredito que tanto eu, quanto Melissa oramos por esse relacionamento antes de ele começar. Mas agora quero entregar esse relacionamento em Tuas mãos para que o Senhor use-o para a Sua glória. Nos livre de todo mal, de ciúme, de tentações, de qualquer coisa que não seja aquilo que Tu tens para nós. Tenho a certeza de que Tu colocastes a Melissa na minha vida para cuidar dela, então me ajude a cumprir esse propósito. Desde que a vi na clínica o Senhor sabe que eu senti uma resposta Tua, de que ela me traria um novo amanhã. Muito obrigada pela vida dela e porque o Senhor lhe deu forças para me perdoar. Nos guie em Teus caminhos, Pai. Amém.”
Melissa estava com o rosto cheio de lágrimas, mas sentiu que também tinha que orar “publicamente” por esse relacionamento.
“Senhor, Tu sabes que esse relacionamento também é um recomeço pra mim. Sabes também de todas as orações que fiz pela vida do Luan e creio que nenhuma delas foi em vão, mas que Tu ouviste cada uma e me respondeste. Peço nesse momento que nos leve a viver a Sua vontade e que em nosso relacionamento venhamos Te colocar sempre em primeiro lugar. Apague as coisas antigas e escreva coisas novas Senhor. E nos dê um futuro abençoado, cheio do Teu agir e da Tua misericórdia. Amém.”
Melissa e Luan partiram então para viver uma nova fase, em que a cada amanhecer as misericórdias do Senhor se renovavam sobre suas vidas.
Fim
Capitulo 16
- Oi, amor- Ela ficou na ponta dos pés selando seus lábios.
- Oi – Ele falou seco, entrando logo atrás dela. Ela estranhou mas não disse nada, não demorou muito pra saber o porque – Quem era aquele cara? – Alfonso perguntou direto.
- Meu vizinho.
- Ele estava olhando pros seus peitos – Falou sério.
- É que eles são muito bonitos - Anahi tentou descontrair, mas só ficou um clima mais pesado.
- Porr*, Anahi! – Alfonso falou exasperado.
- Ai, meu amor – Ela com um impulso se sentou no colo dele, o abraçando.
- Eu não gosto disso – Ele falou, se apertando mais a ela, com a raiva se esvaecendo aos poucos – Eu mal consegui ter você, tenho medo de te perder – Anahi se controlou para não dizer “eu amo você, é só você que eu quero”, de alguma forma ela não achava que já estava pronta.
- Você não vai me perder – Anahi respondeu com a testa colada na dele – Alias, Andrew tem idade pra ser meu pai.
- E o que isso tem a ver? Não gostei dele – Alfonso não tinha a intensão que ela escutasse, mas estavam tão próximos que era praticamente impossível.
- Temos que agradecer a ele, isso sim – Anahi disse emburrada voltando a sentar-se no seu lugar.
- Agradecer por quê? Por ele ter dado em cima de você? – Alfonso falou debochado.
- Por me salva quando Roger apareceu lá em casa – Ops. Ela não pretendia falar, mas falou.
- AQUELE FILHO DA PUT* FOI NA SUA CASA E VOCÊ NÃO ME DISSE? – Ele gritou. Não sabia se estava com mais raiva pelo fato dela não ter dito, ou por não ter matado o sujeito quando quebrou o nariz dele.
- Desculpa – Anahi se encolheu, alarmada – Ele foi lá em casa naquele dia que começamos a ficar, estava me esperando quando cheguei. Depois só nos falamos no telefone, e quando fui ao seu escritório não quis atrapalhar nosso tempo com isso
- Ele tentou te agredir? – Agora o tom estava mais controlado, mas isso não quer dizer que a raiva tivesse diminuído, longe disso, mas a preocupação com ela foi bem maior.
- Não sei, se tivesse mais tempo, talvez... – Disse pensativa – Roger começou a gritar, se aproximou de mim, então Andrew apareceu e o fez ir embora – Agora Alfonso tinha mais um pouco de simpatia por esse cara.
- Queria que você tivesse me contado – Ele se aproximou fazendo um carinho no rosto dela.
O carro parou, Alfonso abriu a porta esperando ela descer atrás dele. Eles estavam no hotel The Surrey, lá tinha um dos melhores restaurante da cidade e um dos preferidos de Alfonso.
Eles entraram de mãos dadas, tinha uma fila enorme mesmo sendo no meio da semana, mas eles não precisaram esperar. Foram atendidos pelo chefe e logo encaminhados para a melhor mesa. Alfonso preferiu o lado de fora, estava uma noite agradável em Nova York.
O lugar era realmente lindo, primeira vez que Anahi ia lá. Ela olhou encantada a sua volta, a luz era baixa, tinha musica ao vivo, o cara cantava alguma canção de amor. Tinha um jardim maravilhoso, a piscina fica um pouco longe, mas era possível escutar a água que caia de uma cachoeira.
- Uau. Isso aqui é lindo – Anahi disse estupefata. O lugar todo a lembrava sobre filmes de romance. O clima chato do carro totalmente esquecido.
- Como você – Alfonso respondeu galante, pegando a mão dela e a beijando – Que tal um vinho para começar?
- Eu adoraria.
Eles se sentaram e Alfonso pediu um Vosne-Romanee que chegou minutos depois, logo Alfonso pediu um salmão ao molho aveludado de manteiga e alcaparras para os dois. Comeram, conversaram, namoraram. O cantor começou mais uma musica lenta, Alfonso estendeu a mão para ela, que aceitou feliz, os dois caminharam até o centro, onde alguns casais dançavam colados.
Alfonso a abraçou pela cintura, e ela o envolveu pelo pescoço, encostando seu rosto no peito dele. Ele começou a sussurrar, cantando a música no ouvido dela:
Yes
you`re lovely
With your smile so warm
And your cheeks so soft
There is nothing for me but to love you
And the way you look tonight
Anahi suspirou totalmente entregue a ele. Não conseguia pensar em mais nada além de poder beijá-lo todo. Quando se deu conta, já tinha proferido quatro palavras:
- Vamos para um quarto.
O espaço limitado do elevador fez com que a tensão sexual de ambos aumentasse, estavam tão próximos um do outro, Alfonso a cercava com os braços do lado da cabeça de Anahi, a milímetros da sua boca.
A verdade era que Alfonso já havia previsto tudo, se aquilo desse certo era melhor se prevenir. Ele já tinha reservado a suíte nupcial pela manhã, assim que ela saiu do escritório dele. Alfonso não queria que a primeira vez dos dois fosse em qualquer lugar, só ele e Deus sabe o quanto aguentou, mas no final valeria a pena. Anahi merecia o melhor.
Alfonso a abraçava por trás, lhe beijando o pescoço, entretidos demais para observar qualquer detalhe da suíte. Quando entrava, tinha uma ante sala com um sofá na cor marrom e uma televisão de cinquenta polegadas de frente para ele.
A partir do pequeno corredorzinho que dava para o quarto, tinha algumas velas e rosas pelo chão, nada exagerado, mas o suficiente pra dar um “clima”.
- Você tinha preparado tudo isso? – Anahi perguntou surpresa se virando para ele.
- Você merece velas e rosas – Disse simples, inclinando para beijá-la.
Era extremamente familiar e necessitado. Era algo perdido no tempo que tinha sido deixado de lado, mas que agora encontrou a oportunidade de aparecer
Jack, Runaways s2
Fanfic. - The Best Part Of Me. - Capítulo 16.
Harry me segura firmemente, parece um sonho, mas seu calor, seu perfume e olhar intenso deixam claro a vivacidade do momento. Sua outra mão cerca minha cintura e seus lábios rodeiam os meus. Calmamente sua língua me invade e meus braços o envolvem, ele nos empurra até a superfície mais próxima e sinto a parede de trás da TV bater nas minhas costas. Harry parece agressivo, mas eu quero tanto isso que vem a mim de uma forma muito prazerosa. Ele ergue os meus braços com força e entrelaça nossos dedos acima da minha cabeça. Meu corpo pede tanto pelo dele, que nesse momento eu não quero saber de nada, quero esquecer que vamos ser só mais um na lista um do outro, que isso só deve acontecer uma vez. Quero ser somente eu e ele aqui e agora. Harry para o beijo e encara meus olhos com sede. Mas seus lábios logo voltam e muito mais agressivos, quase não consigo responde-lo. Suas mãos vão para minha barriga, e sobem com rapidez, mas eu o paro. Sem interromper o beijo o empurro para o sofá. Nossas mãos são livres no corpo um do outro, e ele está saciado quanto minha bunda que parece gostar tanto. Coloco meus cotovelos acima de seus ombros e passo os dedos por seus cachos. Ele começa a subir minha blusa novamente.
- Aqui? - pergunto.
Ele não responde e se levanta sem nos separar, eu preciso de ar, mas não vou pedir por ele. Acabo atrapalhando nossas pernas ao tentar andar de ré, mas ele desiste e me levanta, entrelaço as pernas na sua cintura. Ele separa o beijo para que consiga ver o degrau e eu ataco seu pescoço, sua pele se arrepia a cada toque meu, ele solta um leve gemido e sinto a vibração de suas cordas vocais. Sinto nossos corpos caindo e minhas costas batem no colchão com uma força a mais. E não consigo evitar em rir junto com ele quando seu corpo paira sobre o meu. Levamos-nos para cima da cama e eu o viro ficando por cima, puxo lentamente o zíper de sua blusa fazendo a aparição de suas tatuagens, seu torço bronzeado e definido. Estranho ele estar de moletom e não de blusa, mas que se dane. Ele sorri sem separar nossas bocas e é uma sensação muito boa. Nos vira e eu levanto o tronco para que minha blusa seja tirada completamente.
E de repente me lembro de quantas vezes fugi dele, quantas vezes disse que isso jamais iria acontecer, penso bem em como estamos agora e começo a rir, ele olha para mim intrigado, mas eu só sei soltar gargalhadas atrás de gargalhadas. Ele ri discretamente.
- Sua risada é linda, mas por que agora? - Harry começa a descer os beijos para meu pescoço enquanto espera a resposta e eu fico sentindo seus cachos enquanto aproveito seu toque. Eu precisava disso. Eu precisava relaxar.
- Por que isso é engraçado.
- Tá, então cala a boca. - Ele ataca minha boca novamente, e leva as mãos aos meus jeans e desabotoa com rapidez, logo as sinto deslizar e Harry encarar meu corpo de joelhos na cama, apreciando uma imagem rendida a ele. Eu me levanto um pouco e tento desabotoas os jeans dele, mas é difícil fazer isso nos outros então só me deito novamente e ele cai sobre mim.
- O que foi? - pergunto. - Ele começa beijando um ponto em baixo da minha orelha, desce até o pescoço, queixo, bochecha, um mais longo na boca. Ele deixa beijos na junção de meus seios e eu não sabia que isso era tão bom. Também os aperta com um pouco de excesso, mas não estou em um momento para achar isso ruim. Ele beija cada canto da minha barriga, e meus quadris, Harry deixa beijos até em minhas coxas depois de apertá-las sempre forte demais. Ele passeia sua mão por minha barriga e vai descendo as ate pará-las sobre minha região sensível. Ameaça entrar dois dedos mas eu seguro suas mãos. - Eu não quero seus dedos.
- Tem certeza? - ele parece realmente duvidar. Mas eu confirmo. Harry passa as mãos pelas minhas costas fazendo com que eu arqueie um pouco, seus dedos tentam rapidamente abrir o feixe do meu sutiã. Mas eu o impeço e ele concorda sem hesitar. Forço novamente seus jeans, ele entende o recado tirando tudo de uma vez. Harry deixa seu corpo sobre o meu, e é corpo a corpo, pele com pele. Nossas respirações são rápidas e ambos sentimos cada parte de nosso corpo. Ele leva a mão bolso da calça e tira de lá o pacote laminado, mas eu pego de sua mão. Ele tira lentamente minha calcinha de renda azul, e penso que deveria estar mais preparada para isso, sutiã preto e calcinha azul, talvez não seja tão sexy. Mas ele não parece ter importado nem um pouco com isso. Abro o pacote em minhas mãos com os dentes, ele sorri perversamente e eu não evito em fazer o mesmo. Ele levanta o torço e ambos viramos nossas cabeças para a mesma direção. Coloco o plástico na cabeça de seu membro e o deslizo por toda extensão. Talvez tivesse sido um pouco melhor se ele tivesse usado os dedos primeiro. Quando termino esse movimento Harry solta um leve gemido.
- Eu não acredito que isso realmente...
- Vai logo otário. – rimos juntos.
E então finalmente ele está em mim. Seu rosto está entre meu ombro e meu pescoço, sinto cada vez que ele prende e solta a respiração soltando levemente seus gemidos ainda contidos. Pressiono meus lábios nos músculos de sua clavícula, seus movimentos são rápidos e agressivos, e é como uma ligação, eu sinto tudo que acontece no corpo dele e ele tudo o que acontece no meu. Posso sentir suas pernas sendo forçadas, seu abdômen contrair, seus braços tensos para o manter firmemente em cima de mim, e suas omoplatas formarem um vão a cada ida e vinda. Minha boca contraída não me impede de soltar certos sons. Harry abaixa o ombro o tirando do meu contato.
- Não abafe. - ele olha para mim, mas logo fecha seus olhos e começa a se forçar com ainda mais intensidade. Suas estocadas são longas, rápidas, e duras. Gemidos são soltos por ambas bocas, que se tocam muito raramente. Alguns beijos são deixados por ele, mas eu não consegui corresponde-lo. Tenho a visão de seu pescoço arqueado, de seu maxilar abrangido e do suor se formando. Estou tão excitada, eu quero mais dele, quero tudo que ele pode e quer me dar. Quando dou por mim também estou me mexendo, ele arqueia ainda mais o corpo segurando na cabeceira da cama, eu seguro seu quadril na intenção de ajudá-lo. Só nos tocamos dos quadris para baixo, o restante parece ter sua potencia máxima em força ligada. - Porra Emily! - ele está no seu estado mais vulnerável e eu gosto de vê-lo assim. Ele não é aquele chato sem educação o tempo todo. Ele também pode ser bem maleável. Harry tira a mão da cama e as coloca nos meus quadris, e os aperta com muita força, eu sei que ficará marcas ali por isso, ele parece não conseguir medir a força que tem. Harry solta seu último gemido rouco e alto, e se vem. Mais algumas forçadas e eu também me derreto, deixando meus braços caírem para os lados derrotados. Seu corpo pesado cai sobre mim, novamente pele a pele com um pouco de suor. Ele passa os braços por debaixo de meus ombros, e sou forçada a abraçá-lo. Me parece que ele quer carinho. Harry não sai de mim, e eu não sei se quero que ele o faça. Nossos troncos se chocam a cada vez que os peitos se abrangem em procura de ar.
- Eu não quero sair. - ele diz e eu sorrio. Mas empurro pelo ombros o estimulando a levantar. Arqueio um pouco as costas com a pequena sentida quando ele se escorrega para fora de mim. Ele retira a camisinha de si e a coloca no chão ao lado da cama, suponho que tenha um lixo ali que eu não vi ainda.
- Tem um cesto ai? - pergunto.
- Tem. - ele sorri forçadamente exagerando e eu sorrio novamente.
- Esperto você. - aperto seu nariz em brincadeira.
- Eu sei. - Harry cai sobre metade do meu corpo. Não me sinto bem assim quase nua e com tanto contato da parte dele. Eu não imaginei que fosse assim. Eu pensei que ele mal iria falar comigo depois disso, mas estou me surpreendendo. E pela segunda vez na noite.
- Harry, eu... preciso ir para casa. - digo e ele levanta o rosto até mim.
- Não. Fica aqui. - seu olhar é piedoso. - Por favor. - completa. E eu aceno com a cabeça. Ele deita a cabeça em meu peito e eu acaricio seus cabelos. - Eu preciso tomar um banho e apagar a luz, mas não quero levantar. - sorrio com o pensamento de que ele parece me querer relativamente mais do que eu quero ele. - Você quer tomar um banho?
- Quero. - ele se levanta e coloca o short, e eu me cubro. Harry caminha para o lado direito do quarto e volta com uma toalha. - Você quer mais alguma coisa?
- Um short, se não for incomodo. - ele sorri e volta com um pequeno short cinza. Eu olho em volta do quarto e me surpreendo ao descobrir que o banheiro é quase ao lado da cama. - Agora você pode apagar a luz.
- Por quê?
- Não quero que me veja levantar. - ele sorri virando de costas e eu dou cerca de cinco passos saindo pela direita da cama para o banheiro. Tranco a porta conferindo para ter certeza de que ele não possa entrar e ligo o chuveiro. O banheiro é na verdade bem bonito, é comprido. Há direita é a pia, com o espelho em cima e o vaso sanitário a esquerda. E há esquerda do cômodo todo tem uma banheira. Cores escuras prevalecem, ao fundo é o box fechado com vidro. Não deixo de perceber que tem algumas plantas dando um ar bem bonito. Espero que a água esquente, um hábito que se tornou mais forte desde quando vim para Londres. Assim que entro meu corpo relaxa, a água quente ferve todas lembranças péssimas da semana que se passou e me faz para pensar no que acabou de acontecer. Eu prometi a mim mesma que não faria isso com ele. Mas, eu não sei, eu precisava relaxar. E isso confirma a tese que temos com nossos professores. Vida sexual ativa: bom humor. Eu me sento tão bem. Porém meu corpo está dolorido, minhas coxas, braços principalmente. Sinto um leve incomodo ao andar e meus lábios estão muito inchados. Harry é realmente forte e não soube controlar isso. Mas, mesmo que não seja necessário eu admito, o Harry é bom nisso, e... apesar que não tenha feito isso tanta vezes, pelo menos não tantas quanto ele, eu acho que foi uma das minhas melhores noites. Com exceção da minha primeira vez, todas as outras foram com caras que só vi em uma noite. Eu sei, é bem estranho ou até errado eu falar isso. Mas eu nunca liguei. Eu nunca acreditei que um dia eu poderia gostar de alguém, me apaixonar ou muito menos namorar alguém. É até estranho pensar isso. Então quando sentia vontade eu simplesmente procurava por alguém disposto. E acho que é esse um dos motivos que fazem o Harry diferente, teve aquela conquista que deixa tudo mais legal. Ele me fez desejá-lo, me fez pedir por ele. Saio do banheiro com a toalha na mão e me deparo com o Harry sentado na cama de cabeça baixa. - Onde eu deixo a toalha? - pergunto fazendo ele olhar para mim. Harry tem um pequeno inchaço abaixo dos lábios, do lado esquerdo e direito, o que faz com que sua boca pareça ainda mais beijável e eu me controlo para não fazer isso enquanto ele caminha na minha direção.
- Pode colocar atrás da porta do banheiro. - faço isso e quando me viro ele está bem atrás de mim. - E pode ficar aqui se quiser. - ele sorri maliciosamente.
- Não, obrigada, vou esperar lá fora. – sorrio com falsidade perceptível.
Me sento na cama me cobrindo e paro para observar o quarto, coisa que não me lembro de fazer na última vez que estive aqui por causa da bebida. A direita, onde o Harry foi tem um guarda-roupa que faz o L da curva da parede virando para o lado esquerdo, e com portas espelhadas. A esquerda, na parede da frente, que faz divisão com a parede do banheiro tem uma peça de madeira preta onde eu suponho estarem os seus calçados. O chão do quarto é bege, mas assim como lá embaixo as peças são pretas, com exceção dos objetos de decoração coloridas . Em frente a cama tem uma peça, também preta, que suporta um TV. As duas cabeceiras são levantadas do chão, pretas, também, a roupa de cama dele é roxa. E eu percebo que em uma das mesas de cabeceira tem minhas roupas dobradas, merda Harry, ele pegou minha calcinha. Mas isso não me afeta agora. Eu estou meio aérea, não ligando pra nada. Ele sai do banheiro secando o cabelo e somente de cueca. Ele não precisa disso, quer só me provocar.
- E você disse que isso nunca iria acontecer. - uma raiva sobe-me dos pés a cabeça, e por alguns instantes eu quero socá-lo, porem tenho muita fome. Talvez seja melhor não levar tão a serio.
- E você disse que me ia fazer gostar de você. Não sou a única que descumpriu nada. - ele para de rir na hora e fica serio.
- Você não gosta de mim?
- Não do jeito que você quer. – ele deixa a toalha na cama e passa por mim. - Vai chorar? - pergunto fazendo com que sua expressão mude, e o sorriso safado de lado apareça.
- Eu ainda tenho tempo pra isso.