Tivera ensaios na ponta dos dentes Orbitando com passividade Acusações pavio-agressivas Espelho, espelho meu, diga-me se há arquiteto melhor do que eu? Nos festivais de rugas escondidas Mães fomentavam a rinha de suas crias Apostei na medicina, meu filho será um neo deus Lhe rebatem que a engenharia fora tijolos amarelos do sucesso... O eco calou-se em outra insônia A sangria passara por uma cirurgia Estanca-se feridas e maquia-se cicatrizes O silêncio anunciara a morte de heróis Pulsas como pulso amassado do produtor Por um pesado relógio tivera o presságio de atraso Contudo, o promotor lhe prometeu o alívio pós-tempestade Que a temperatura cesse e o pedágio das três moedas de ouro seja breve Os deuses do infinito Tiveram os jardins mais poluídos A primeira pessoa, fora singular Não tivera meu eu, mas sim, as nuances de teus amantes... Milhares devotam-se por ti E milhas são oferecidas às tuas filhas Fabricando corações tinteiros Para fazerem voz na coroação sabática Intro in vitro, Pasteurizada aos teus ouvidos Soletrando em sussurros A sílaba tônica da palavra conforto Estado contra a desforra Forrada com língua de Caim Quiçá, o cordeiro santo Fora um lobista em fantasias carnavalescas...
Sabatina, Pierrot Ruivo











