Uma linda história de amor Narciso versus Alice Alinhando-se ao espelho Com banquetes e vinho seco Coelho, tira-me um pouco mais do escalpo Na vertigem indecisa Ousei imitar paulistas e antever o horário Mãos obra senhor meu deus, roga-me uma bênção de uma vez Bela cena, sol soturno Surgindo por entre os prédios Que refletem a beleza bélica Dos caçadores de janelas Tudo imprestável, complementar Ao sonho de verão Pertencente aos especuladores Chá teatral de amor à primeira vista Adorei as moscas do cinema Sobrevoado o lixo alimentar do epitáfio Entretenha-se no rosto do pecado de dublador Porém o azul tecnicolor tivera a marca da resina sanguínea Embebido no seio de alguma guerra Fui deserto para propor um contraponto Onde o contrabando médico era solução Porém, queimei a largada ao ver o retorno me amando... Como verme que fui, comi as sobras do teu rei Sem gosto dos banquetes que devorara ao longo da vida Miserável! Ao menos, restam-me os ombro largos do teu senhor Onde lobistas salivaram, um pouco mais acima, a ossada tens marcas do batom de pastores... Fetiche etéreo de riscar colunas "A" ou "B" para ser feliz basta-me dizer Sim, em alívio ao compromisso de casamenteiras Eis um catártico umbigo, lhe será o estéril romance
vitae forma, Pierrot Ruivo












