os meus olhos marejados
encontraram a calmaria dos teus
Na tua maré tranquila eu naveguei e encontrei a paz

seen from Belarus

seen from United States
seen from Brazil
seen from Spain

seen from Spain

seen from United States
seen from Brazil
seen from Russia
seen from France

seen from Philippines

seen from United States
seen from Singapore
seen from Iraq

seen from Mexico
seen from Mexico
seen from Mexico
seen from Mexico

seen from Mexico

seen from Türkiye

seen from Canada
os meus olhos marejados
encontraram a calmaria dos teus
Na tua maré tranquila eu naveguei e encontrei a paz
Mas, Anne, um coração partido na vida real não é tão terrível quanto nos livros. Parece muito com um dente cariado... apesar de essa não ser uma comparação muito romântica. Tem períodos de dor que não a deixam dormir de vez em quando, mas, nos intervalos entre uma dor e outra, permite que você desfrute a vida, os sonhos, os ecos e um doce de amendoim, como se não houvesse problema algum.
- Anne de Avonlea
quando de longe você me faz rir
quando distante você me faz bem
Penso que é uma mera parcela do meu florir
pois em grandes jardins eu estarei
exalando o melhor cheiro do mundo
será o resultado do teu cultivar
muitos se perguntarão como é possível
e eu apenas mostrarei que tudo isso é por te amar
é por te querer
é por ser a rosa mais bem cuidada
quando quase murcha buscava alguém
e você surgiu a me regar
sem buscar nada em troca
- Chá Poético
Sim Gabriel, eu aceito. Eu aceito o seu sorriso toda vez que a gente se vê, eu aceito te olhar e reparar em cada detalhe seu. Eu aceito seu beijo marcante, eu aceito os passos que a gente dá quando vamos embora juntos. Aceito sua mão na minha. Quero olhar para você todos os dias e dar suspiros de tanta alegria, de tanto ter sonhado com alguém como você e ter encontrado. Quero trilhar por esse mundo e por lugares que serão reinventados a partir do momento que você for comigo. Com você eu voltei pra estaca zero. Eu entrei em uma coisa totalmente nova com total despretensão mas de repente você se tornou uma pretensão tão bonita, uma vontade tão grande de amar e demonstrar tudo o que sinto pra você. E é isso o que eu vou fazer, eu quero te fazer se sentir amado e sinto o quanto você quer o mesmo. É tão bonito não é? Eu olho pra gente nos vidros do metrô e não acredito que te encontrei. E quando a ficha cai eu entro em transe, eu fico lembrando da gente rindo igual eu lembro de uma música boa.
Eu te aceito como meu namorado, como meu amor, mesmo que aceitar seja uma palavra simples, não há nenhum dicionário que tenha tantas palavras bonitas pra se referir a nós dois.
Amo você,
Priscila
Meu lar de veraneio
é no teu sono que me rego de tranquilidade
e quando a calma se esvai
cobre-me de acalentos
me enche de alegria
e me diz que não sou em vão
ser em vão para ti é um ultraje
pois aos seus olhos minha natureza é ser bonita
assim, sem querer
e eu quis tanto me ver sob teus olhos
que quando finalmente consegui
me senti inteira
à beira do orgulho exagerado
teu amor me trouxe tudo e tanto
me levou ao ponto de achar
que a vida é um mar de se afogar com vontade
não por acidente
mas sim por querer viver
Chá Poético
Tantas vezes que os meus cabelos foram penteados
Eu não sabia o que estava esperando
Mas lá no fundo, eu esperei
Esperei que a vida cursasse anos a fio
E um dia, aquele dia
Os teus fios passaram pelas minhas mãos
a tua vida virou um fio
e se partiu
aos domingos nos campos verdes eu me deito
às quintas sob o concreto me levanto
mas penso que não há nada mais macio e sólido
do que o meu amor por ti, que eu me deleito
que vem de dentro
me enxergo em mantos
de um sentimento puro e constante
que me abraça e num piscar de olhos
estou distante
longe, bem longe
entre as estrelas e buracos negros
que não têm força para me puxar
pois tua gravidade me ganha
teus olhos tenros me apalpam
e eu flutuo no espaço que é te amar
- Chá Poético
Acima da contenda
está o que abomino sentir:
Falta de ti,
do que fostes para mim
Não fosse a dor que adormece
veria o teu sorrir
Mas a dor acorda
e me entristece
enraíza o que ouvi
Acompanho-te de longe
É o que posso fazer
Me contentar com pouco
Pois me fazes de louco
E louco não fui
Doído seria abraçar a saudade
E abominar a verdade
que te fez partir