“L'Enfant au Bonnet d'Âne” sculpture grandeur nature de l'artiste James Colomina en résine rouge (2017) déposée dans une des niches du Pont-Neuf (XVI-XVIIe siècles) à Toulouse, France, juillet 2025.
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“L'Enfant au Bonnet d'Âne” sculpture grandeur nature de l'artiste James Colomina en résine rouge (2017) déposée dans une des niches du Pont-Neuf (XVI-XVIIe siècles) à Toulouse, France, juillet 2025.
« Enfant au Bonnet d'Âne » sculpture grandeur nature de l'artiste James Colomina en résine rouge (2020) déposée dans une des niches du Pont Marie (1613), Paris, novembre 2020.
La comedia del arte - Gustavo Mirabal
La comedia del arte – Gustavo Mirabal
La comedia del arte es una expresión artistica que data del siglo XVI. La comedia del arte (Commedia dell’Arte), conocida también como comedia del arte italiana, según lo refieren los especialistas.
Es un tipo de teatro popular nacido a mediados del siglo XVI en Italia y se conservó hasta comienzos del siglo XIX.
La Comedia del Arte, como género, mezcla elementos del teatro literario del Renaci…
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photo : Rémi Benoît
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A partida do Refúgio Colomina deixa saudades e a chegada ao Refúgio Josep Maria Blanc é um momento de glória.
A nossa caminhada começa sem sobressaltos, contornando para a direita o Estany de La Colomina que nos regala o olhar com a sua água azul turquesa.
Parece que nos chama para um mergulho mas a água só pode estar geladissima. Se fosse final do dia não resistiria a molhar os pés, pelo menos, mas a esta hora seguimos caminho.
Segue-se o Estany de Mar que onde se encontra uma escadaria infinita. Não sendo um ponto alto do dia, ainda assim esta escadaria é um abre olhos que não nos deixará indiferente.
Felizmente, quando chegamos a este obstáculo já tivemos oportunidade de aquecer os músculos e o corpo responde ao desafio. A prática dos dias anteriores já tem efeito positivo nestes momentos.
Os degraus não foram cortados com nenhuma mestria mas sim com a força e a vontade que imperam na necessidade.
Passamos a dita escadaria e imediatamente segue-se a subida para o Coll de Saburó que nos leva outra vez a atravessar uma grande cascalheira, desta vez em ziguezague tentando evitar os grande pedregulhos.
A descida que se segue não é mais doce mas descansamos ao caminhar ao longo do Estany do Cap de Port.
Se eu tivesse que acampar talvez fosse este o local que iria eleger mas nem sei bem porquê. Nesta zona tenho uma sensação de protecção ao mesmo tempo que vejo águas que saem de rochas sem que ao redor avistemos terrenos mais altos.
Começamos a descer e cresce a sensação de que o refúgio está cada vez mais próximo.
Ainda temos tempo para nos animarmos e nos desiludimos destas sensações.
Há que perder altitude para chegarmos ao Estany Tort de Peguera onde está o Refúgio Josep Maria Blanc e tudo isso tardará pelo menos mais uma hora.
Nesta fase do dia o tempo já passa com um misto de rapidez e lentidão que nos baralha a noção de tempo mas a chegada o Refúgio Josep Maria Blanc não nos deixa indiferentes.
Se fizemos as duas etapas anteriores num só dia, ou seja do Refúgio do Estany Llong até este refúgio, então a chegada é um momento de glória que se torna fundamental celebrar.
Se o dia foi preenchido com a etapa Colomina a Blanc então iremos ter tempo para usufruir a magnífica paisagem em que estamos inseridos.
De uma forma ou de outra, serão momentos inesquecíveis.
Carpe diem,
David Monteiro
Do Refúgio Colomina ao Refúgio Blanc, Pirinéus, Espanha A partida do Refúgio Colomina deixa saudades e a chegada ao Refúgio Josep Maria Blanc é um momento de glória.
Um dia de caminhada tranquila entre o Refúgio do Estany Llong ao Refúgio Colomina, no Parque Nacional de Aigüestortes, para recuperar das exigências do dia anterior.
Após o dia em que o grande desafio que foi vencer o Coll do Contraix, começamos um dia mais tranquilo que nos levará do Refúgio do Estany Llong até ao Refúgio de Colomina, numa caminhada de 12Km com 880m de subidas acumuladas e 465m de descidas.
Apesar de ser um dia sem grandes desafios físicos ainda assim temos que ultrapassar o Coll de Dellui que implica uma última ascensão com 250m de desnível positivo após já termos subido cerca de 400m desde a saída do refúgio ao longo de menos de 6Km.
Naturalmente que após ascender ao dito Coll teremos que descer pela parede oposta. Nada que se compare em termos físicos ao dia anterior mas termos de beleza é diferente mas não menos interessante.
No caminho para o Refúgio de Colomina, passamos por uma zona de lagos onde a maior parte das fotos foram realizadas.
O caminho leva-nos a cruzar para a margem oposta do Estany Mariolo e para isso temos que caminhar em cima da parede da pequena barragem.
Lá em baixo vemos a água translúcida e azul turquesa. Apetece mesmo tomar um banho, não fosse a certeza que está gelada.
A nossa caminhada continua e entretanto começamos a ver carris de ferro. É substancialmente estranho encontrar aqui esse tipo de estrutura.
Acontece que foram instalados a quando da construção da barragem do Estany Tort que se encontra à nossa esquerda e também para levar materiais para a barragem que se encontra mais em baixo perto do teleférico que serve esta zona.
Quem estiver interessado em mais detalhes sobre a história desta construção poderá aceder aqui.
O Refúgio Colomina acaba por aparecer em jeito de guardião de um vale onde se vê o pôr-do-sol desde a varanda onde nos podemos deliciar com uma “cervejola”.
O que se pode pedir mais?
David Monteiro
Do Refúgio Llong ao Refúgio Colomina, lagos cristalinos, Pirinéus, Espanha Um dia de caminhada tranquila entre o Refúgio do Estany Llong ao Refúgio Colomina, no Parque Nacional de Aigüestortes, para recuperar das exigências do dia anterior.
Es kam so
Ein sehr, sehr lesenswerter Kommentar über das Leben in Marokko:
ich finde das echt schade. Die Legzira ist nicht mehr das was es mal war. Ich fahre dort nur höchstens mal hin um alte Freunde (Marokkaner, Rachid, Achmed und der eine Student, seinen Namen weiß ich jetzt nicht mehr, müsste ich nachschauen), zu besuchen. Und natürlich all die anderen in Sidi Ifni, Colomina und woanders in Marokko,…
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