Aquela não era a primeira vez na semana que Snowflake ouvia uma provocação, no entanto, sua cólera era inesgotável. Bastou que um Dioltas atrevido ousasse chamá-lo de fadinha pejorativamente e pedir um desejo ofensivo para que seus nervos fossem atacados. As asas coloridas batiam furiosamente conforme ele avançava na direção do colega. “EU SOU UMA FADINHA MESMO, PORRA! TEM ALGUM PROBLEMA COM ISSO, SEU BOSTA?” esbravejou, ao sacar seu ukelele e golpear repetidamente o Dioltas — como qualquer objeto mágico de qualidade, não quebraria com tanta facilidade. “VAI CHORAR? CHORA AÍ, CARALHO! A FADINHA TÁ ME AGREDINDO MIMIMI!”






