Volta e meia, Temo dizer teu nome em voz cheia Em noites de lua cheia, por tanto lhe orbitar A ressaca de amanhã me afogará ao meio dia E o meu nome já uma memória Presa num timbre que repousas Dentro do aquário de um maquinista Tagarelando especiais de natais como se fossem noivas Que venhas, Amanda ou um João Ninguém Não te demores para amar com pressa A selva plagiada dentro de teu mundo Alimenta-te do vulto que formulo O mágico aliciara-me, Prendendo meus olhos em truques da cartola Rogando casamenteiras ao meu corpo desnudo Espetáculo, deixa-te o teu 'l' mudo falar Seja ser de sextil harmônico Seja seiva de Shiva Seja sílaba tônica Expurga-te a marcha de silicone A fome e o fruto Teu nome roubado de vogais Ressoando o metálico das consoantes Abrigando um canto selvageria semestral Que seja o palco a me fazer dançar A infiltração que come o barro da criação Aguando três poderes e rivalizando potencias Seria o estudo apático da globalização local? O eco é oco O pecado bélico Uma oração ríspida Rogando o revés do júbilo...
O Turvo Mundo, Pierrot Ruivo









