Estagnado entre carbono Seduzido por sorrisos nitrogênio Engatilhados para consumir-me os dedos O mistério era uma grande armadilha em estômagos Fogo acima os carbonizando Pranto abaixo os varrendo Para o intestino do tártaro E descanso de baralho de teus filhos Fluidez cicuta Entre amantes Uma troca leal Que sobreviva o mais nocivo... Eu preenchi os buracos que sobravam Com brinde a meia luz Nomes misturados e esquecíveis E confissões mordazes A errata prensada Entre coxas grossas Esvaziava palavras Em cima e abaixo de Calipso Correspondi à cupidos Fui seu desejo ao avesso Um segredo de luzes apagadas A saliva um adocicado dejejum Eu amei sob o culto de cordeiros Fala sóbria, comportamento afável Vestimenta impecável, adereço à jantares Sexo de banheiro reluzente, querer ofegante Revolução submissa, me ponho aos teus pés Enquanto arrasta-me aos portões da oriunda morte Para batalhar por minha carne abjeta Já que sabes que meu amor, pertences ao ceifador...
Corpo Estranho, Pierrot Ruivo







