Jumy-M Christmas Trees and the Consumer Price Index / クリスマスツリーと消費者物価指数
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Jumy-M Christmas Trees and the Consumer Price Index / クリスマスツリーと消費者物価指数
Poster commemorating Nambala Keshava Rao, also known as Commander Basavraj. Com. Basavraj served as the leader of the banned Communist Party of India (Maoist), and was killed in the Abujmarh forests of Chhattisgarh on May 21, 2025
Símbolos do Partido Comunista da Índia (CPI-M) durante as eleições de 1996.
Calcutá, Índia, 1996. /// Steve McCurry
La Corte Penale Internazionale respinge il ricorso di israele e conferma il mandato di cattura per crimini di guerra per l’inumano genocida netanyahu e l’ex ministro della difesa yoav gallant.
Da questo momento chi lo protegge o lo difende è ufficialmente complice.
CALANDO O FUNK, SE CALA O DESEJO Sim, senhor conservador, tire as crianças da sala. DJ, solta o beat nessa porra e deixa a mulherada rebolar.
Recentemente foi aberta na Câmara dos Vereadores de São Paulo a CPI do Funk, com relatoria de Lucas Pavanato (PL). A CPI em si visa investigar desvio de verbas públicas por meio de contratos com empresas promotoras de eventos e produtoras musicais. A investigação parlamentar acontece no mesmo momento em que o MBL, na figura de Amanda Vetorazzo propõe um projeto de lei que visa criminalizar letras que façam apologia ao crime organizado. Obviamente, os eventos ganharam força no debate e se chocam com a defesa que o funk, enquanto manifestação cultural, recebe de alas mais ligadas a esquerda e ao progressismo. Entretanto, mesmo quem defende o funk, o defende de maneira burra, torpe, e com base em simbolismos rasos e histéricos. Não se prestam ao trabalho de analisar os crimes investigados, não sabem o que significa uma CPI. Confundem PL, partido, com PL, projeto de lei. E falam em defesa de um funk que não é o funk que está na mira das denuncias e nem mesmo é o funk que sempre foi marginalizado. É muito fácil defender o funk, lembrando de letras como: "é som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado". Isso até direitista ouve. É domesticado, é divertido. É simples usar de exemplo para dizer: "Olha como a direita persegue o som da favela", letras como "era só mais um Silva, que a estrela não brilha, ele era funkeiro mas era pai de família". Letras que no fundo falam de amor, de paternidade, de um homem trabalhador, de um modelo de família tradicional, no final das contas. Isto até bolsonarista entende.
Difícil é ver progressista defendendo a MC Kerol, uma MC jovem, negra, linda, que faz uma letra dizendo: "eu vou dar o meu cú, e o meu bucetão, e nesse verão, nada mais importa, faz meu cú de xota!" Quase impossível é ver estudante da USP defendendo o funk de um MC homem, que cante algo como "ai ai ai ai, hoje as novinha vão mamar o peru do pai".
O funk é obsceno. E não pede licença para ser. O rock se acovardou. O samba só fala de macumba e do próprio samba. A MPB virou trilha de elevador. O funk é a última trincheira musical que fala do desejo humano de maneira crua, explícita. E a esquerda identitária não está preparada para lidar com este funk. Com a mulher que não cabe no papel de vítima. Que sobe num palco na frente do bairro inteiro e rebola sem calcinha até o chão. Por vontade própria. Que se coloca como figura ativa do desejo, e não como vítima. Que deseja que a desejem. Para a esquerda limpinha, esta mulher está se objetificando e assim servindo ao patriarcado. A esquerda não está preparada para lidar com o homem que canta seu desejo por uma mulher jovem, sem medo, sem a preocupação de saber o que o sociólogo de cabelo azul pensa disso. Só aumenta o som do carro e é 🎶 Novinha.. 🎶 Novinha.. 🎶 Novinha.. Novinha isso, novinha aquilo.
Este é o funk marginalizado. Este é o funk que recebe preconceito, tanto da direita, quanto da esquerda. O funk que trata o desejo como tratou Lacam, Bataille, Foucault , produzido por gente que nunca leu nada disso. Mas gente que sente. E que goza! Para criminalizar este funk, esquerda e direita dão as mãos. A direita, pior ainda, em um momento crucial para a manutenção da sua mera existência, em um momento em que alega tanta repressão estatal em cima de suas opiniões e que fala tanto sobre censura, entrega na mão deste mesmo Estado, mais uma ferramenta de controle: a de determinar o que pessoas podem ouvir e consumir enquanto arte. O futuro, e é um futuro próximo, é totalitário. A única liberdade que resta é a liberdade individual de continuar pensando por si próprio e tentando manter um pouco de lucidez. É incrível ter de admitir isto, mas o funk putaria é um dos últimos resquícios de liberdade individual no Ocidente.
One thing I LOVE about the Frontier City footage is that it's like the only known footage we have of the Animal Crackers show dialogue. I do rlly hope we'll be able to see all of it one day. Like, I'm super duper grateful we even have the master tapes in good quality, but it would be so much better if we had the dialogue with it!! I WANNA KNOW MORE OF THEIR PERSONALITIESS AAA
Idk I'm just yapping about some animatronic show I deeply love lol 😭😭 (if u guys have any footage of the Animal Crackers show dialogue pls send it to me I need it.)
Anyway, here's the most recent update (as of now) of the Jungle Jamboree Restoration (I think this was on PrizePuppy's Story a few weeks ago or smth; Jaundice Bob Wire)
For the first five months of the 2025 fiscal year, federal spending is coming in at the highest level ever. This is true even when we adjust for CPI inflation.
Read More: https://thefreethoughtproject.com/money/federal-spending-in-2025-is-on-track-to-be-the-highest-ever
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