🇺🇸 Treat believers in God like they treat gays who will immediately call you Christophobic.
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As muitas faces da cristofobia
Confesso que venho contendo-me em opinar sobre qualquer coisa que as turbas cibernéticas discutam aos borbotões com aquela sempre pose de autoridade no assunto. Mas não poderia me furtar sobre o tema cristofobia, especialmente quando chegam a mim conteúdos produzidos por pessoas que tenho amizade ou tivemos profundas afeições em algum tempo, vide aqueles que se utilizam da crítica ao cristianismo como contraponto unilateral a realidade da cristofobia.
O termo Cristofobia se tornou o assunto do momento, graças a uma declaração do PR Jair Bolsonaro que, embora pareça uma má aplicação do termo (como alguns sugerem), no contexto das Nações Unidas (ONU), faz muito sentido quando temos em alguns países o cerceamento da liberdade religiosa. Isto se quisermos reduzir o termo à liberdade religiosa, privada à cristãos pelo mundo, como dão conta as informações de organizações como a Portas Abertas entre outras.
O tema foi acirrado com os protestos que ocorreram no Chile onde igrejas católicas foram queimadas e, a meu ver, o que evidencia mais ainda a realidade da cristofobia. Ora, é óbvio que houve ali um vandalismo. O que se não pode negar (embora assim o façam), é o que estar por trás do vandalismo.
Em muitos casos, o termo arranjado como cortina de fumaça à realidade da cristofobia, é o anticlericalismo. Termo que faz bastante sentido no Chile, se levado em conta as dezenas de denúncias de pedofilia feitas aos padres católicos naquele país; ou para um prefeito no interior da França impedir que árvores como o Pinheiro sejam erguidas durante o natal simplesmente sob o pretexto de se evitar crueldade com as árvores ou por representarem a nova lepra na França: ser católico ou cristão.
É razoável até que se produzam termos similares ao anticlericalismo pela única razão realmente consistente: negar a realidade de que existe um repúdio crescente e travestido de laicidade contra o cristianismo no mundo- especialmente no ocidente.
A negação, contudo, se dá graças ao empenho cultural em contrapor as ideias pavimentadas na tradição cristã, custe o que custar, independente do labor que as construíram ou de como contribuíram com o processo civilizacional. Quando não, é feita em nome de um multiculturalismo pela igualdade entre os povos.
Um aspecto importantíssimo nessa guerra contra a tradição cristã é o da crítica para-eclesiástica, que usa o trauma e a experiência pessoais como fonte de crítica. Além daquela hermenêutica da história, com aparente relevância, como a que cristaliza no tempo a história da igreja no terceiro século com o imperador Constantino, apresentando-se como respaldo único à resposta para as perversões sugeridas entre um cristianismo primitivo (apostólico) e um cristianismo organizado, quaisquer que sejam às suas vertentes.
A relevância desse tipo de crítica é frágil, pois, ao passo que ignora a realidade humana (de ser humano) e a põe meramente nas estruturas eclesiais como pervertedor-mor, acaba de servir como adubo para a rejeição a toda forma de cristianismo, independentemente de seu matiz, dissidência, ou da consistência que se tenha.
No Brasil esse aspecto cresce bem representado, ganhando ressonância nas redes sociais que por sinal é o ambiente ideal para esconder a covardia e para dissimular as variadas intenções de seus postulantes, como a de abocanhar seguidores através de frases de efeito ou textões “descolados” sobre um cristianismo apresentado como contemporâneo ao sabor dos paladares de artistas famosos, de políticos ideólogos (de preferência de esquerda, claro!) e bem menos o da sinagoga de Cafarnaum que se oferecia como pão vivo para a vida eterna- um escândalo para quem procura cada vez mais um Jesus da terra, que ressuscita ao grito do povão ( e não por obra do Pai) e que levanta bandeiras do pão terreno nas lives, por aí afora, a fim de arrebanhar séquitos do personalismo e da ignorância.
Podemos considerar a realidade da cristofobia, sem desprezar o fato que é o ridículo exposto pelo evangelicalismo brasileiro, seja pelas suas expressões manipuladoras, mercadológicas em nome de Deus, ou mesmo através da débil atuação da bancada evangélica na política. O que não podemos ignorar de forma nenhuma é que: existe uma guerra cultural em curso porque esse é o campo onde o Diabo sabe trabalhar melhor que qualquer órgão ou governo.
Como ouvi certa feita não me recordo onde: “o poder preza o dinheiro na carteira. Mas a carteira do diabo são pessoas”. Portanto, o desprezo a tradição cristã é só o passaporte para uma rejeição cada vez mais crescente a fé cristã. Rejeição que faz todo sentido para uma religião predominante, menos para a islamização ou imposição de qualquer outra, graças ao multiculturalismo.
Fernando Lima.
Fomos avisados que seríamos odiados. Mas, nem por isso devemos nos deixar abalar. Cada dia fica mais sombrio. Cada dia estamos mais perto do fim da terra e do início do paraíso. Não tenham medo.
Houveram muitos atentados contra cristãos no Sri Lanka no Domingo de Páscoa. 359 morreram. Cristofobia é comum também em outros países.
Projetos de lei querem proibir uso ofensivo de símbolos religiosos no Carnaval e reacendem debate sobre liberdade artística
#repost @portasabertasbrasil @downloader_ __ A Lista Mundial da Perseguição 2022 já está disponível! Arraste as imagens e conheça o novo Top50 dos países mais perigosos para os cristãos. #cristaosperseguidos #igrejaperseguida #cristianismo #cristofobia #perseguicaoacristaos (em Barueri, Brazil) https://www.instagram.com/p/CY7EUepOLAl/?utm_medium=tumblr
El mundo debe exijir que facebook y demás redes sociales censuren todo Anti semitismo de los musulmanes contra Israel 🇮🇱 ✌️ no más Cristofobia contra los Católicos ✌️ tolerancia ✌️