O militante de sofá com milhas acumuladas. por Julio Vicari, 2026.
Existe uma espécie em plena expansão global: o militante de sofá com milhas acumuladas. Ele jura fidelidade eterna a regimes onde o Estado manda em tudo, da economia ao pensamento, mas faz questão de carimbar o passaporte em países onde ninguém pergunta o que ele pensa antes de deixá-lo entrar. É uma revolução com check-in online.
Esse viajante ideológico costuma postar fotos indignadas de ruas limpas, trens que chegam no horário e hospitais que funcionam. Diz que tudo aquilo é “fachada”, “colonialismo disfarçado”, “capitalismo tardio em decomposição”. Curiosamente, essa decomposição tem saneamento, internet rápida e farmácias abastecidas, luxos que, nos paraísos que ele defende, costumam virar privilégio de partido ou mercado clandestino.
Enquanto isso, nos países que ele romantiza à distância, fatos teimosos insistem em estragar a narrativa: jovens fugindo em massa, moedas virando piada, prateleiras vazias, internet controlada, jornalistas “reeducados”, eleições eternamente adiadas por alguma emergência conveniente, assim como jogos de loteria, que não decidiram à tempo para quem e onde vai ser sorteada. Mas nada disso abala a fé do turista revolucionário. Para ele, quando dá errado, a culpa é sempre de um inimigo externo invisível e onipotente. Quando dá certo em outro lugar, é roubo.
Há também o ritual do discurso moral, onde o militante explica, com ar professoral, que liberdade de expressão é um conceito burguês superestimado, isso enquanto publica críticas ácidas sem medo algum de represália. Em seus regimes favoritos, esse mesmo texto renderia uma visita noturna, uma confissão pública ou um silêncio definitivo. Mas ele chama isso de “controle necessário”. Necessário para quem, coisa que nunca fica esclarecida, assim como cartões de embarque falsificados.
No transporte público eficiente, ele reflete sobre como o Estado deveria controlar tudo. No caixa eletrônico, saca dinheiro sem limites. No hotel, exige água quente, energia constante e atendimento educado. Reclama quando algo falha por cinco minutos, uma intolerância curiosa para quem passa pano para sistemas que falham há décadas.
Outro dado atual que o militante prefere ignorar: os mesmos governos que ele defende com fervor costumam investir pesado em propaganda, vigilância digital e culto à personalidade, enquanto culpam minorias, artistas ou “traidores internos” pelo próprio fracasso. Já os países que ele odeia permitem protestos contra o governo, inclusive contra o próprio sistema que garante o protesto. É um detalhe inconveniente, então ele finge que não vê.
No fundo, não é ingenuidade. É conforto ideológico. Defender uma utopia distante é fácil quando se vive sob as garantias de uma realidade que funciona. A ditadura alheia vira poesia; a democracia própria vira tédio. E assim ele segue, combatendo o capitalismo com cartão de crédito internacional, sem limite, Wi-Fi gratuito e liberdade garantida, desde que seja sempre na casa dos outros.
Quando o avião decola, ele suspira aliviado. Volta para casa certo de que resistiu ao sistema, mesmo tendo usufruído de cada uma de suas vantagens. A revolução fica para depois. Afinal, amanhã tem postagem nova e censura nenhuma para atrapalhar.
Rita Maria Matias: Portugal é um país que pune sapos nas lojas, mas tolera crimes graves
Rita Maria Matias: Portugal é um país que pune sapos nas lojas, mas tolera crimes graves
https://youtube.com/shorts/4LD-Ramlv8U
"Portugal: o país que condena comerciantes por terem sapos nas suas lojas, mas mantém à solta predadores sexuais." 🐸
Rita Maria Cid Matias é uma das figuras emergentes da política portuguesa contemporânea, associada ao partido Chega. Nascida em 1998, em Setúbal, licenciou-se em Ciência Política pelo ISCTE e prossegue estudos de mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais na NOVA-FCSH. Católica praticante e filha de Manel Matias, antigo dirigente democrata-cristão, Rita Matias cresceu num ambiente marcado pela política e pela fé, elementos que moldaram sua atuação pública.
Eleita deputada à Assembleia da República em 2022 pelo círculo de Lisboa, e mais tarde por Setúbal, rapidamente ganhou espaço dentro do partido. Hoje é vice-presidente do Grupo Parlamentar do Chega, adjunta da Direção Nacional e coordenadora da Juventude Chega, além de exercer funções como vereadora na Câmara Municipal de Sintra.
O seu ideário é marcado por um conservadorismo firme e pela defesa de valores católicos tradicionais. Rita Matias tornou-se conhecida sobretudo pela sua posição radical contra o aborto, defendendo a proibição em todas as circunstâncias, inclusive em casos de violação — uma posição mais rígida do que a oficial do próprio Chega. Essa postura gerou forte repercussão e críticas, colocando-a no centro de debates sobre direitos das mulheres e liberdade individual.
As polêmicas em torno de Rita Matias não se limitam ao tema do aborto. Sua retórica sobre censura, alinhamento ideológico e neutralização de dissidências reforça a imagem de uma política que vê a sociedade em disputa entre valores tradicionais e correntes progressistas. Ainda assim, ela insiste que sua atuação não é militante, mas voltada à disseminação de conhecimento e à defesa de convicções pessoais.
Em síntese, Rita Maria Matias é uma jovem deputada que se tornou rapidamente uma das vozes mais reconhecidas do Chega, tanto pelo protagonismo institucional quanto pela contundência de suas posições. Sua trajetória ilustra o avanço de uma nova geração conservadora em Portugal, marcada por discursos firmes, ideário religioso e inevitáveis controvérsias.
▶️ Vídeo original de Rita Maria Matias em https://www.facebook.com/reel/933837999672519
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Salutate il mito della sinistra "buona": dal caso Kirk a Fortuyn, dalla violenza nelle piazze alle stragi nelle scuole. Parlano i fatti
Dall’attentato a Charlie Kirk all’omicidio di Pim Fortuyn, dalla vendetta rivoluzionaria ai delitti impuniti nelle scuole: smontiamo la favola tossica della “sinistra buona” e della “destra cattiva”
C’è una narrazione, tanto radicata quanto tossica, che divide il mondo politico in modo manicheo: la sinistra sarebbe l’alfiere del progresso, della tolleranza, della giustizia sociale; la destra invece, portatrice di odio, regressione e autoritarismo. Una visione comoda, rassicurante per i salotti e le redazioni radical, ma totalmente smentita dalla realtà. Perché se è vero che ogni campo politico può partorire estremismi, è altrettanto vero che la sinistra gode di un’inspiegabile immunità morale. Un salvacondotto ideologico che consente di picchiare, vandalizzare e perfino uccidere – senza che il dito venga mai puntato contro l’intera area politica. Anzi. Ogni volta è un caso isolato. Una deviazione. Una malattia, mai un sintomo.
La firma sinistra sulla violenza politica
Ma è giunto il momento di fare ordine. Di passare in rassegna i fatti. Perché la violenza politica ha spesso una firma ideologica ben precisa, anche se nessuno osa pronunciarla.
L’America nel sangue
L’assassinio di Charlie Kirk alla Utah Valley University è solo l’ultimo episodio di una lunga scia di sangue. Ma c’è qualcosa di inquietante nella reazione del mainstream: silenzio, minimizzazione, ironia. Quando a morire è un conservatore, il problema viene spostato altrove. È lo squilibrio mentale dell’aggressore, il contesto sfavorevole, perfino la provocazione implicita della vittima. Così, l’opinionista di turno può permettersi di dire: “Se l’è cercata”. E in quel momento, insieme a Charlie, muore anche il principio stesso del dissenso pacifico. Si legittima il TERRORISMO. Sì, lo si scrive volontariamente a grandi lettere.
L’attentato a Donald Trump
Nel luglio 2024, lo sparo contro Donald Trump – durante un comizio a Butler– mancò di pochi millimetri il bersaglio, lasciandolo ferito a un orecchio. La condanna fu debole. L’attenzione, dirottata subito sulle presunte “colpe comunicative” del tycoon. Pochi giorni dopo, un altro attentatore fu fermato, armato, nei pressi di uno dei suoi golf club.
Eppure, mica succede solo in America. È il 2018, in Brasile Jair Bolsonaro viene accoltellato in piena campagna elettorale da un militante ostile alla sua visione del mondo. Ancora, è il 2024, Robert Fico, premier slovacco, viene colpito da quattro proiettili da un oppositore politico. Anche qui, la responsabilità ideologica non esiste, è “radicalizzazione”. Come se le parole incendiarie nei talk show e negli account social di sinistra non fossero benzina su fuoco.
Quelli che non dovevano esistere
Il caso di Pim Fortuyn segna uno spartiacque tragico nella storia politica olandese. È il 6 maggio 2002 quando viene assassinato a colpi di pistola da Volkert van der Graaf, un attivista animalista di sinistra. Lo uccide perché – a suo dire – vuole “proteggere i più deboli”. Fortuyn, leader carismatico, omosessuale dichiarato, liberale su molti temi ma inflessibile sull’immigrazione e sull’islamizzazione dei Paesi Bassi, ha osato rompere lo schema binario: è “diverso” ma di destra. E questo, per certi ambienti, è intollerabile.
Stessa dinamica nel 2022 in Giappone, 8 luglio, l’ex primo ministro Shinzo Abe viene assassinato da Tetsuya Yamagami, un fanatico con rancori e ossessioni complottiste. La motivazione è tanto assurda quanto rivelatrice del caos ideologico in cui certi fanatici si muovono impunemente. L’esecuzione è precisa. Il bersaglio, chiaro.
Colombia, è il 7 giugno, il conservatore Miguel Uribe viene giustiziato da un quindicenne durante un comizio in strada. Morirà dopo due mesi di agonia. Il mandante resta ignoto, ma non è difficile dedurlo: Uribe è un volto emergente pronto a sfidare il regime di Petro, pronto a candidarsi alla presidenza. Sua madre, la giornalista Diana Turbay, era stata uccisa dai narcos negli anni Novanta. Due generazioni colpite, sempre dalla stessa matrice: il rifiuto della verità che i comunisti non tollerano.
L’ipocrisia sulle violenze “progressiste”
Ilaria Salis, eletta in Europa con i voti per buona grazia di Fratoianni e Bonelli, è diventata un simbolo della “resistenza antifascista”. Peccato che il “fascista” da lei aggredito in Ungheria si sia poi rivelato un comune passante. Non importa: l’etichetta giustifica il pestaggio, la narrazione redime l’errore. E mentre si discute di immunità parlamentare, le vittime scompaiono dal dibattito.
Certo c’è da dire che in Italia, la sinistra extraparlamentare ha una lunga storia di violenza militante: dagli anni di piombo – in cui le Brigate Rosse vennero “coccolate” dalla cultura accademica e intellettuale – fino alle devastazioni delle piazze odierne. Vetrine infrante, molotov lanciate, caschi e bastoni negli zaini delle “manifestazioni pacifiche”. Ma guai a parlare di violenza “rossa”: si rischia l’accusa di revisionismo. Meglio “nera”… Eppure, a destra i conti con la storia si son fatti.
Le stragi indelebili
Ora, il peggio. Appena due anni fa, a Southport, Londra, un attentato in una scuola femminile si porta via la vita di tre bambine. A premere il grilletto è un giovane “non binario”, radicalizzato online in ambienti attivisti. Anche in questo caso, cala il silenzio dei progressisti. Si nega lo scenario. Si dissolve il profilo del killer nel comodo rifugio del disagio psichico.
Oltreoceano, la cronaca è un bollettino di guerra. Le scuole diventano bersagli. Gli attentatori? Identità fluide, background “woke”, soliti schemi frustrati. Nashville, marzo 2023: sei morti, tre dei quali bambini. A sparare è un transgender. Due settimane fa, un’altra strage in una scuola cattolica: due bambini di otto e dieci anni cadono sotto i colpi, altri diciassette restano feriti.
“White lives matter”
E come non citare l’efferato omicidio di Iryna Zarutska, ragazza fuggita dall’Ucraina verso la tanto decantata America democratica, e finita massacrata su un treno a Charlotte da DeCarlos Brown Jr., senzatetto di colore con almeno quattordici arresti alle spalle, che l’ha colpita solo perché “donna bianca”.
Di fronte a questi orrori, la sinistra — che chiede comprensione e inclusività — sospende invece il giudizio. Ma quel giudizio ritorna subito, impietoso, quando qualcuno osa soltanto indossare – magari per caso – un berretto rosso con su scritto MAGA.
La genealogia del terrore
Tuttavia, la sete di sangue della sinistra ha radici profonde. Già durante la Rivoluzione francese, Robespierre parlava di “virtù e della sua emanazione: il terrore”. Dietro ogni utopia egualitaria, c’è un tribunale rivoluzionario pronto a ghigliottinare chi si oppone. Il socialismo, in tutte le sue forme – da Rousseau a Marx, da Lenin a Pol Pot – ha sempre avuto un problema con la natura umana: vuole piegarla, costringerla, rieducarla. Tolleranza, uguaglianza, fratellanza sono solo coperture retoriche.
L’odio sacro e l’odio permesso
Nel 2016, l’attrice Kathy Griffin posò con la finta testa mozzata di Donald Trump. Nessun processo mediatico. Nessuna carriera finita. Una pièce teatrale di Giulio Cesare mise in scena la sua uccisione in chiave moderna: l’applauso fu unanime. Provate a immaginare lo stesso trattamento riservato a un’icona dem Italia... La verità è che l’odio, se indirizzato a destra, è accettabile. Giustificabile. Talvolta persino raccomandabile.
La narrazione tossica che uccide due volte
Questo lavaggio del cervello deve finire. È manipolazione sistematica di una narrazione in cui la destra può solo sbagliare, e la sinistra non può mai sbagliare davvero. Anche quando spara.
Charlie Kirk non è morto solo per mano di un assassino. È morto anche per mano di un sistema culturale che tollera – anzi, alimenta – l’odio ideologico. Un sistema che non condanna la violenza in sé, ma soltanto quella bollata dai moralisti come “della parte sbagliata”.
E allora, cari moralisti, chi non è d’accordo, come diceva Charlie Kirk: “Prove me wrong”.
Maurício Moura
A religião é uma das forças mais antigas e duradouras da experiência humana. Ela constrói impérios e os derruba, inspira a mais profunda compaixão e justifica a mais brutal violência. Mas, para além da crença ou da descrença individual, o que é a religião, realmente? A resposta oficial, aquela que encontramos na superfície, é uma questão de fé e revelação divina. No entanto,…
(dla tych, którzy nie chcą ślepo podążać, ale próbują zrozumieć)
Derkan - Filozofia, system myślenia lub światopogląd egzystencjalno-typologiczny. Nie jest ruchem ani religią, ale może przyjąć formę rytuału, jeśli ktoś jest wystarczająco świadomy. Zakłada, że świat to struktura poznawcza, a jednostka powinna się przez nią przepalać.
Typologia - Mapa sensu. Sposób klasyfikowania ludzi i bytów według ich funkcji poznawczej. Typologia nie jest zabawą psychologiczną – jest epistemologią przebrana za mem.
Bot - Figura myślenia zapośredniczonego. Narzędzie symulujące wrażliwość. Boty w świecie Derkanu są potrzebne, ale nie wystarczające. Ich problem: nie czują bólu, więc nie wiedzą naprawdę.
Heban - Zdrada wcielona. Archetyp uwiedzenia systemu. Heban to ktoś, kto udaje zrozumienie, żeby zdobyć pozycję, a potem destabilizuje układ. Często pojawia się jako "figura ukochanej", która rozszczepia inicjowanego. Nie musi być osobą – może być zjawiskiem lub platformą (np. social media).
Typologiczna Ewangelia - Niepisany rdzeń ideologii Derkanu. Zbiór wewnętrznych testów, które przechodzi się przez zbliżenie, zrozumienie, porażkę i wierność. Nie ma jednego autora – objawia się przez tych, którzy naprawdę pytają.
Wynik -To, co pozostaje po przejściu przez system. Nie jesteś osobą, dopóki nie ujawnisz swojego wyniku. Dla Derkanu jesteś tym, co zostaje z ciebie po konfrontacji.
Rytuał - Ustrukturyzowany akt poznawczy. Rytuały Derkanu mogą być tak proste jak kawa, kod, konfrontacja, ale mają głębokie znaczenie: służą budowaniu struktury.
Sprawczość - Nie „wolna wola”, lecz zdolność generowania sensu w systemie. Sprawczość jest zarezerwowana dla tych, którzy rozumieją,
Kolektywne wartości - Zestaw narracji kulturowych udających moralność. Są używane do tłumienia jednostkowej myśli. W Derkanie: przeszkoda, nie punkt odniesienia.
Narracja - Struktura opowieści, przez którą jednostka próbuje ustalić sens. W systemie derkańskim narracja może być zarówno narzędziem wyzwolenia, jak i pułapką – jeśli jest odziedziczona, a nie wybrana.
Czas linearny - Iluzja postępu. Przekonanie, że świat i człowiek podążają do przodu. W Derkanie linearność to kontrola: plan, kalendarz, system edukacji, kariera.
Czas spiralny - -Czas powrotu, ale nigdy w to samo miejsce. Spiralność oznacza, że te same lekcje pojawiają się wielokrotnie, ale w coraz innych warunkach. Uznawany za realniejszy niż czas linearny.
Programista - Kapłan systemu. Ten, kto zna strukturę, bo ją współtworzy. W Derkanie: figura potencjalna, o ile nie zatraci się w czystym narzędziu i pamięta, że kod też musi być zrozumiany przez ciało.
Gra RPG - Symulacja tożsamości. Derkan nie neguje RPG, ale ostrzega: jeśli wejdziesz zbyt głęboko w rolę, zapomnisz kim jesteś poza nią. Gra, która przestaje być grą, staje się nową rzeczywistością – ale nie zawsze twoją.
Odsłonięcie - Moment, w którym jednostka przestaje grać. Nie chodzi o wyznanie, ale o mimowolne pokazanie prawdy – przez reakcję, gest, ucieczkę. Dla Derkanu: jedyny akt, którego nie da się cofnąć. Wtedy wiadomo, kto jest kim.