다하다
[da·ha·da]
(verb) to exhaust, to use up · to end, to terminate · to die · to fulfill, to perform, to carry out, to devote, to achieve, to accomplish
seen from Indonesia
seen from Uruguay

seen from United States
seen from Japan

seen from Singapore

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from United States

seen from Singapore
seen from China

seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from China
다하다
[da·ha·da]
(verb) to exhaust, to use up · to end, to terminate · to die · to fulfill, to perform, to carry out, to devote, to achieve, to accomplish
#zaman #ilacdegildir #dertlere #sadece #insanlari #dahada#çok #yaralar #düşündükçe #gidenlerinardından #kalanlara
#dahada#atmasalar#bari 😀😀 (Türk Telekom Stadium)
Não vou dizer que não sinto falta. É como canta Ana Muller: Sabe moreno, pensei em você. Logo depois tive medo de mim. Eu tenho medo dessa minha saudade. Tenho medo de te reencontrar nos corredores do shopping ou em algum barzinho. Também não vou dizer que não tive vontade de te mandar mensagem esses dias dizendo o quanto você foi importante na minha caminhada e no meu crescimento pessoal. Queria muito saber o que fazer pra te esquecer, pra tirar esse negocio de dentro de mim. Essa falta estúpida que você me faz. Essa saudade besta que eu sinto, mesmo sabendo que você não liga a mínima pra mim. Queria não ser tão sentimental, mas, como diz aquela música: Quem é mais sentimental que eu?
Hada Figueiredo
Mais uma vez me peguei checando as notificações do celular, e veja só: nenhum sinal seu. Não tem um dia que eu não olhe seu contato e tente mandar um “oi”, e sabe o motivo de eu não fazer isso? Você também poderia fazer o mesmo, mas não faz. Talvez por não se importar ou sei lá o que passa na sua cabeça. Então, vou pelo menos fingir que não me importo. Fingir que tô legal e que não lembro de você, de nós. Fingir que quando escuto angel não lembro de você cantando pra mim. Fingir que quando eu passo pelo lugar do nosso primeiro encontro, não lembro de você vindo de blusa preta e jeans, sorrindo, na minha direção. Fingir que não lembro do seu toque. Fingir que você não passou na minha vida e fingir que eu não continuo apaixonada.
De 10 semanas atrás, Hada.
E mesmo sabendo que as nossas chances são praticamente nulas, eu gostaria de entender por que a gente ainda se procura.
Depois de tanto tempo amaldiçoando o efeito sanfona e as estrias deixadas por ele, eu aprendi a me amar. Aprendi a amar cada centímetro do meu corpo, cada fio fora do lugar, aprendi a amar os ossinhos expostos do meu ombro. Eu que só amava meus olhos e o meu narizinho de batata. Eu que não andava na praia de biquíni com vergonha das minhas estrias. Hoje eu me olho no espelho e amo cada curva do meu corpo. Hoje eu posso dizer que me amo e que sou satisfeita (ou quase, porque mulher nunca se satisfaz com nada) com a mulher que eu sou. Não só o corpo, mas a alma e o coração. Sou feita das experiências que passei e que aprendi com cada uma delas. Sou o resultado de cada tropeço e cada volta dada. Sou resultado das decepções e das lições vividas. Das mãos dadas, das fugas repentinas, dos adeus forçados e dos amores vividos.
Hada Figueiredo