a pack of cigarettes and condoms - lee minho
a/n: minho × you | menção a drogas lícitas e ilícitas, penetração (vag.), ele é chamado de “Lino”, e chama a leitora de “gatinha” algumas vezes, dirty talk levinha, o chan aparece no finalzinho
a/n: é a minha primeira vez escrevendo com o lino, tô nervosa 😔 era pra ter sido inspirado na música “she got it” da bibi, mas eu acabei perdendo o foco
Cinco meses, cinco meses que não se encontra com Lee Minho, mas não parece, o fato não afeta a relação esquisita entre vocês.
Quando Chan te convidou para um jantar entre amigos deveria ter imaginado que Minho viria, eles são melhores amigos afinal. Ele sabe que o término do namoro com o Lee não doeu e vocês resolveram continuar como amigos… com benefícios, mas essa parte ele não sabe.
Agora você está com Minho na parte de trás do restaurante escolhido pelo Bang, reformulando, você está aos amassos com Minho na parte de trás do restaurante escolhido pelo Bang.
Era arriscado fazer o que os dois pretendem ali, já que o local é praticamente reservado para os fumantes, e você torce pra nenhum flagrar os dois no beco escuro, já Minho não liga, e nunca ligou.
As mãos do Lee pousam na sua bunda, e ele sorri contra a sua boca quando ele percebe o que está no bolso do seu short jeans.
Um maço de cigarros e uma camisinha, típico da sua parte.
“Pelo visto, você continua com isso…”
“É meu kit de sobrevivência, Lino! É tudo o que eu preciso.” Você se afasta um pouco, claramente querendo jogar um charme no homem. “Se bem que eu preferia um baseado…”
Ele revira os olhos com a sua cara de pau. “Desse jeito eu vou começar a achar que me deixou por perto só pra conseguir baseado de graça, gatinha…”
“Não é totalmente mentira…” Ele finge uma cara de indignação. “Eu estou sendo usado?”
“Não é como se você não me usasse também, Lino.”
“Uhm, tudo bem! Se você for boazinha e fizer silêncio, eu prometo que te levo pra minha casa e bolo um pra você.” Você sorri inocente. “Fechado!”
“Ótimo, porque agora eu vou brincar com a minha gatinha que eu tanto senti falta!” Ele abre o botão e o zíper do seu short, pega o pacote da camisinha e o abaixa. O indicador e o dedo médio passam por cima da sua calcinha azul bebê.
“Pode ir mais rápido, Lino? Quero você dentro de mim logo…” Não faz questão de esconder a manha ao praticamente implorar para o Lee.
Ele abre o zíper da própria calça, puxa o membro para fora da cueca, abre o pacotinho da camisinha, coloca em si mesmo e mete sem avisar.
Normalmente ele te provocaria, faria comentários espertinhos e convencidos, mas parece que dessa vez precisa tanto quanto você.
Minho segura uma das suas pernas e enrola contra a cintura dele, empurrando o pau mais fundo, sem medo de te machucar, já que ele te conhece bem e sabe que você não se importa com um pouquinho de dor.
“Sua buceta continua tão boa, tão apertada… só pra mim, não é?” você concorda já toda perdidinha. “Que bonitinha ainda continua toda bobinha por pau, tudo bem, o Lino vai cuidar de você!”
O barulho de passos se aproximando te tirou do transe que estava, a adrenalina corre nas suas veias, e o desespero para se separar de Lee Minho é grande, mas a vontade de continuar a dar pra ele é maior. Você fecha os olhos e resolve aceitar que seria pega ali.
Os passos chegam cada vez mais perto e param provavelmente vendo vocês dois, mas ao invés de ouvir algum grito ou xingamento, escuta uma voz familiar.
“Porra, isso me deu vontade de repetir aquela noite…”
“Quer repetir, Channie? Aposto que a nossa gatinha não vai negar…”













