𝒕𝒉𝒆𝒔𝒆 𝒃𝒖𝒓𝒏𝒊𝒏𝒈 𝒇𝒍𝒂𝒎𝒆𝒔, 𝒕𝒉𝒆𝒔𝒆 𝒄𝒓𝒂𝒔𝒉𝒊𝒏𝒈 𝒘𝒂𝒗𝒆𝒔 ( uma putaria ao melhor estilo fitzwoods pra @fvlklore )
❛ Você sabe que tudo seria muito mais fácil se você implorasse, não é mesmo, loirinha? ❜ As palavras rolavam de sua língua, roucas e cheias de malícia, praticamente denunciando o sorriso cretino em seus lábios.
❛ E seria mais fácil um bruto que nem você aprender a ter alguma classe antes. ❜ Liesbeth retrucou, mimada como sempre.
Não que Edmund esperasse qualquer outra resposta, é claro. Ele a conhecia o suficiente para saber que todo aquele ar altivo era algo que ia além de seu jeito — era simplesmente ela. Aquela dignidade inabalável era algo que já lhe era tão intrínseco ( quando que havia começado a usar palavras tão complicadas assim ? ) que a princesinha conseguia mantê-la mesmo quando estava deitada sobre suas pernas, com a saia enrolada até a cintura, exibindo aquela bunda gostosa. Era um fato que o moreno não podia deixar de admirá-la por isso.
Pela bunda também. Definitivamente.
Sendo assim, sua única resposta diante da grosseria foi arquear uma única sobrancelha com certa diversão. Já estava mais do que acostumado com as pirraças alheias e, se fosse sincero, só tornavam todo aquele momento melhor. O brilho do olhar de lince dela lhe dizia que o sentimento era mútuo.
❛ Ah, vai dizer que não é isso que você gosta em mim. ❜ A voz dele carregava uma pontada de arrogância, desafiando-a a negar. Sua destra foi até o queixo dela, obrigando a Fiztherbet a olhá-lo enquanto a outra deslizava pelas coxas torneadas. ❛ Que finalmente tem alguém de verdade aqui para te saciar de um jeito que esses teus boyzinhos da corte não conseguem, hm. Alguém que finalmente não se presta as suas birras. ❜ E para marcar o que dizia, a canhota correu até traseiro dela num aperto. Forte.
Lisbeth não respondeu de imediato e ele tomou isso como deixa para inclinar a cabeça até que seus lábios roçassem o seu lóbulo.❛ Talvez eu deva te lembrar disso, princesa. ❜
❛ Está esp-erando o que, então? ❜ A resposta dela falhou um pouco — um up que o ego inflamado dele com certeza não precisava.
O som do primeiro tapa cortou o silêncio do quarto e Ed logo esfregava a bunda dela, esperando até o corpo diminuto relaxar antes de dar o segundo.
Não era segredo nenhum que Woods era um belo de um cretino, mas tampouco poderia acreditar que alguém o julgaria pelo quão excitado estava naquele momento. Já havia estado com muitas nobrezinhas esnobes e tirá-las do pedestal que elas se colocavam, quando entre quatro paredes, era quase que um prazer por si só. Só que havia alguma coisa nas reações de Liesbeth que ele não conseguia apontar direito que o envolvia de um jeito até então desconhecido. Viciante.
Era uma princesa, acostumada a ter o controle da situação, a dar ordens e ser obedecida, mas ali estava completamente à sua mercê. E com certeza não estaríamos falando de Edmund se ele não se aproveitasse disso!
Sua atenção continuava naquele traseiro redondo e macio, que cabia tão perfeitamente em sua mão, intercalando tapas precisos e carinhos suaves pela pele já avermelhada. E — ah — ele simplesmente adorava a forma como Fiztherbet mordiscava os lábios, tentando conter os sons traiçoeiros ou então se agarrava a ele, sobressaltado se se leve, cada vez que o caçador usava um pouco mais de força. Como ela nem mesmo notava como se arqueava o corpo contra seu toque. Toda aquela compostura que ela tanto se orgulhava, pouco a pouco se perdendo entre o desejo que ele provocava.
❛ O quê? Nenhuma reclamação, Lis? ❜ Ele mordiscou o lóbulo dela, preguiçoso, e escorreu a outra mão pela clavícula feminina. Por um segundo chegou a considerar rasgar o tecido, a lembrança daqueles peitos perfeitos em sua boca sendo o bastante para fazê-lo salivar. No entanto, ele não faria isso. Ainda. ❛ Hmmm, você tá sendo uma princesinha tão boa. ❜
Ao invés disso, se limitou a tocá-los por cima da camisola, suavemente e apenas com a ponta dos dedos. ❛ Você quer mais, vossa alteza? ❜ Instigou, cretino, sentindo uma uma uma onda de excitação correu pelas veias ao vê-la se contorcer em seu colo. Puta que pariu o Autor, ela era gostosa demais!
❛ S-sim... ❜
❛ Então agora eu quero que você conte as últimas palmadas, okay? ❜ Ele ordenou por fim, satisfeito por ela não conseguir nem mesmo retrucar.
A destra deslizou com calma de uma bochecha para a outra e ele não pôde evitar sorrir sacana. Para uma garota que se orgulhava tanto do azul e dourado de sua casa, Liesbeth ficava adorável naquele tom avermelhado.
SMACK.
❛ Um! ❜ Ela gemeu. Um som tão rouco e cheio de desejo que Ed precisou de todo o seu autocontrole para não jogá-la na cama naquele instante. ❛ Dois... ❜
❛ Boa menina. ❜
Enquanto a loura contava, o guarda costas continuou a deslizar seu toque até o centro de seu prazer. ❛ Ah. ❜ Assobiou, o próprio prazer rivalizava com o orgulho evidente em sua voz ao declarar ao pé de seu ouvido: ❛ E não é que a princesinha gosta mesmo de um bruto? Você está encharcada. ❜
Orgulho, sim. Por que não teria? Edmund poderia até não ser o cara mais bonito de Aether ou mesmo ter um reino à sua disposição, como os pretendentes que Liesbeth, estava acostumada, mas ali, naquele momento, nada disso importava.
Eram as ordens dele que ela estava obedecendo.
Era ele que a fazia gemer alto e sem pudor algum cada vez que a penetrava mais fundo.
Era ele quem estava lhe dando aquele prazer.
E foi o nome dele que a princesa, tão arrogante e boa demais para qualquer um, gritou quando chegou ao clímax, quase o fazendo gozar nas próprias calças, como um pré adolescente.
E que tudo mais fosse para o inferno, mas ele jamais negaria o fogo que o consumia quando a tinha naquela posição. Ou o fato que Fitzherbet, com a face avermelhada, os cabelos longos louros bagunçados e os olhos ainda vidrados, tentando recuperar a respiração em seu colo era provavelmente a cena mais perfeita que já vira antes. ❛ Deixa eu te mostrar o que mais eu posso fazer por você, princesa. ❜








