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Velha? Não! Vintage.
Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro,
O tic-tac estalado das máquinas de escrever.
Que náusea da vida!
Que abjecção esta regularidade!
Que sono este ser assim!
╰─► Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).
eu deixo de ser importante a cada vogal e consoante que sai da tua boca e atravessa o meu peito que tanto foi teu leito e hoje não é mais teu lar. yuri menger
"Presenciar alguém que você ama sofrer com episódios de depressão é doloroso. Venho tentando ser compreensivo, mas me dando a liberdade de não reprimir o que eu sinto durante essa luta. Às vezes me pergunto se o que você fala sobre sermos um ciclo que chegou ao fim vem de um lugar genuíno ou se é motivado pelo estado em que você se encontra.
Se é genuíno, eu não posso oferecer mais do que eu tenho oferecido. Me faço presente, te dou apoio e torço para que você encontre um caminho que te proporcione equilibrar a mente e te faça coexistir em harmonia com seus pensamentos. Meu amor por você não é sinônimo de posse.
Agora, se é motivado pelo seu estado atual, então eu tenho muito mais para te dar. Eu quero poder presenciar de novo o brilho no teu olhar — olhar esse tão azul que me afoga de tanta maresia —, quero te ver sorrindo bobo, pedindo que eu pare de ser tão fofo, quero te fazer me desejar ao dizer o quanto eu te amo e te quero, quero ser teu porto seguro sempre que você precisar de um afago, quero dividir os meus chamegos e te mostrar que a vida, apesar de difícil, também é linda."
— Datilógrafo