passado, essa pedra pontuda que sempre volta a fazer doer os calcanhares... Tão doce quanto seu nome jamais poderia representar; Tão quente, quanto toda sua nação ancestral; Tão presente e indispensável quanto o ar... Quantos amores já foram? quantos equívocos e noites no vazio de horrores? Ela sera para sempre um alem que não posso alcança, Ela é a beleza incorporada, sorriso e desejo manifesto e sempre alem de mim. Há ali jogado, uma montanha de textos e trabalhos, a logica me puxa para outros lados, para manter ao menos esse quadro estável, Organizando o juízo, perdido aqui comigo e um outro que sequer sei quem.
Eu e as lembranças de amores mal acabados...















