Tem sempre um momento, em que a máscara é repousada sob o cômodo mais próximo, e toda a dor e a solidão finalmente pegam o que eu seu, tomam o seu lugar. O sorriso e as brincadeiras, são jogados de lado, substituídos pelo verdadeiro ser. A dor consome e as lágrimas caem, a fraqueza toma conta, e a vontade de desistir de tudo abraça o ser indefeso, que se faz de forte, mas que na verdade sofre calado. Já carrega dor e culpa de mais, para precisar de mais cargas no lombo sofrido.
Quisera a dor que a noite não acabasse.








