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o amor não precisa ser necessariamente traduzido como algo. ele pode ser alguém. ele pode ser você. ele pode estar em você. amor é o que você quiser fazer dele. pode ser seu pai cantando mal no quintal de casa. sua mãe ligando duas da manhã preocupada com você. seu cachorro te recebendo com o rabinho abanando todos os dias. pode ser aquele cupom de fritas do Mc. ou tirinhas de frango do kfc. amor é sair para dançar. rir com os amigos até a barriga doer. cantar alto debaixo do chuveiro. ou só ficar no sofá em um dia frio vendo desenho. ele é muito mais do que a definição do dicionário. amor é café recém passado. abraço apertado. e tudo o que te faz feliz. o amor não tem que ser tão complexo. ele só tem que estar ali. em você, por você e para você.
O fisting vaginal ou fistingfucking vaginal é uma prática mais fácil que o fisting anal, pois não envolve os esfíncteres anais… mas nem por isso deixa de ter as suas dificuldades. A vagina é composta pelos grandes e pequenos lábios e o canal vaginal, envolvendo no seu curso final a base do útero. O canal vaginal é composto de um tecido mucoso, contornado por um anel de músculos poderosos. Estes músculos são os que auxiliam na expulsão dos bebês nos partos. Algumas mulheres possuem a capacidade natural de manobra destes músculos, apreendendo objetos com a vagina, ou expulsando-os (até com alguma força ou potência!). Outras, com a prática e exercícios, aprendem a fazê-lo. Esta técnica é conhecida popularmente como “pompoarismo” e pode ser uma grande auxiliar na prática do fist fucking… Uma dúvida muito comum é a de, uma vez feito o fist fucking pela vagina, onde cabe uma mão toda e até um punho? O canal vaginal é notoriamente conhecido pela sua capacidade de adaptação e dilatação, sobretudo quando a mulher encontra-se excitada. Contudo, vale relembrar, a lubrificação é importantíssima no fist fucking. A falta dela também gerará de microfissuras à fissuras importantes de mucosa vaginal, que podem levar à infecções. O fister experiente sabe detectar os pontos de resistência e ultrapassá-los, usando para isso de manobras feitas com a mão e o punho, estreitando-os para a passagem em pontos mais delicados e adaptando-se assim à fisiologia do órgão. No fisting vaginal, não temos contato com as paredes do útero, mas sim com o colo do útero e tomados os cuidados devidos, não acarretam problemas para pessoas que não estejam grávidas. O maior cuidado à se tomar no fisting vaginal é com o colo do útero, região muito sensível. Como qualquer ferimento tende à ter uma cicatrização difícil nesta região, não é incomum que os ferimentos ali tenham de ser cauterizados (!) para fechar… O fisting vaginal ou fistingfucking vaginal é uma prática mais fácil que o fisting anal, pois não envolve os esfíncteres anais… mas nem por isso deixa de ter as suas dificuldades. A vagina é composta pelos grandes e pequenos lábios e o canal vaginal, envolvendo no seu curso final a base do útero. O canal vaginal é composto de um tecido mucoso, contornado por um anel de músculos poderosos. Estes músculos são os que auxiliam na expulsão dos bebês nos partos. Algumas mulheres possuem a capacidade natural de manobra destes músculos, apreendendo objetos com a vagina, ou expulsando-os (até com alguma força ou potência!). Outras, com a prática e exercícios, aprendem a fazê-lo. Esta técnica é conhecida popularmente como “pompoarismo” e pode ser uma grande auxiliar na prática do fist fucking… Uma dúvida muito comum é a de, uma vez feito o fist fucking pela vagina, onde cabe uma mão toda e até um punho? O canal vaginal é notoriamente conhecido pela sua capacidade de adaptação e dilatação, sobretudo quando a mulher encontra-se excitada.Contudo, vale relembrar, a lubrificação é importantíssima no fist fucking. A falta dela também gerará de microfissuras à fissuras importantes de mucosa vaginal, que podem levar à infecções. O fister experiente sabe detectar os pontos de resistência e ultrapassá-los, usando para isso de manobras feitas com a mão e o punho, estreitando-os para a passagem em pontos mais delicados e adaptando-se assim à fisiologia do órgão. No fisting vaginal, não temos contato com as paredes do útero, mas sim com o colo do útero e tomados os cuidados devidos, não acarretam problemas para pessoas que não estejam grávidas. O maior cuidado à se tomar no fisting vaginal é com o colo do útero, região muito sensível. Como qualquer ferimento tende à ter uma cicatrização difícil nesta região, não é incomum que os ferimentos ali tenham de ser cauterizados (!) para fechar… Por isso, todo o cuidado, sobretudo com uma lubrificação muito boa e o uso de luvas é pouco… Por onde passa a cabeça de um bebê pode, facilmente, passar uma mão inteira, o punho, o pulso e mesmo uma parte do antebraço. Claro, existem incontáveis variações anatômicas que tornam algumas mulheres “fistees” naturais enquanto que para outras tal prática pode ser muito difícil. Mas não há registros de uma total incapacitação anatômica para tal que não seja considerada uma anormalidade de formação… ou seja, qualquer mulher anatomicamente “normal” poderá fazer fisting vaginal, ainda que com dificuldades . No fisting em geral, para se chegar a uma dilatação boa para a penetração do punho requer-se treinamento de fistees e fisters e pode chegar a 2 anos de preparo. Existem aparelhos médicos, chamados de velas, para iniciar a dilatação, mas não existe tamanhos tão grandes quanto punhos.Outra dúvida muito comum entre os não iniciados é a de se achar que, uma vez que ceda a musculatura, esta não voltará mais ao normal…ela volta ao normal, de poucos minutos à algumas poucas horas após o término do ato. Se não voltasse ao normal não seria considerada uma prática BDSM também, já que não seria segura e nem saudável. Mesmo a prática do fisting no ânus, que notoriamente não tem a mesma elasticidade da vagina, é segura sim… o ânus volta ao normal. Mas, como toda e qualquer prática sexual e / ou BDSM, Há Limites… O Fisting permite sensações de prazer muito mais intensas do que qualquer outro tipo de penetração (como com um pau, por exemplo), como sentir realmente o interior da parceira(o) e a manipulação vaginal, do útero ou da próstata. Seja o que for, a excitação. É realmente bastante intensa. Todas(os) participantes sempre falam das gozadas abundantes, tremendas, um êxtase muito maior e gratificante do que já os que experimentaram nas trepadas ditas “normais”. Técnica e tempo de prática são tudo. Uma das dicas mais básicas está em “sentir por onde é a entrada” da parceira, que nem sempre está “seguindo em frente”. Isto pode exigir do fister posições complicadas durante o processo de acomodação da mão. Outra dica é respeitar o timmimg e a disposição da fistee para tal. Há dia em que tudo rola legal, noutro a coisa já não responde tão bem assim. É mais do que normal perguntar; isto não é perigoso? “É e não é” responde a maioria. O grande risco é o trauma, machucar enquanto se esfrega e comprime a mão na vagina ou no reto, podendo arranhar e espetar os delicados tecidos vivos destas regiões (são mucosas muito sensíveis). Por isso, forçar é o maior pecado e paciência a maior das virtudes. Isto é evidente quando se vê que grande parte dos acidentes ocorrem com novatos e pessoas que não têm uma noção muito certa dos seus limites. Um(a) passiva(o) em Fisting deve selecionar muito bem seus parceiros. A dilatação e a profundidade alcançadas - quer na vagina ou no ânus - podem surpreender quem está chegando agora. A prática gradual pode permitir aberturas a ponto de acomodar um bom braço até o cotovelo ou mesmo mais. Praticantes já bem experientes recebem sem problemas duas mãos ou braços, em Fistings duplos que podem permitir mais de dois parceiros na parada Existem técnicas preliminares especiais de relaxamento aplicadas na vagina, no ânus e ao reto, facilitando a prática, notoriamente o uso de dildos ou plugs anais, espéculos, alargadores dos mais diversos… Na inserção da mão deve-se usar luvas de látex para evitar contaminação por doença ou AIDS e ter treino antes da prática para que não haja risco de lesão dos esfincteres, o interno e o externo.Usar lubrificante que não seja a base de água, pois ressecam-se rapidamente e lubrificantes que não destroem o látex das luvas e camisinhas. Cortar as unhas e lixar antes de introduzir a mão. Não beber álcool ou usar drogas antes da prática para não perder a sensibilidade. Para que entendamos um pouco melhor o fisting, precisamos também entender melhor a anatomia das partes envolvidas na prática… Sobre a anatomia do canal anal, que é uma região anatômica do reto que, por sua vez, é a parte final do intestino. Para visualizarmos o que seria o canal anal, temos que imaginar uma garrafa de ponta cabeça.Desta forma, o corpo da garrafa seria o reto. A parte mais estreita seria o canal anal e o gargalo, a boquinha da garrafa, seria o que chamamos de anel anal. Isso é importante para entendermos que ânus é um termo amplo e tem muitas estruturas envolvidas. O canal anal inicia no anel anal, que é a abertura que vemos entre as nádegas. Este anel é formado pela compressão voluntária de um esfíncter feito por musculatura estriada, em forma de anel mesmo, que circunda essa parte do reto e denomina-se esfíncter externo. Nós temos o controle desse esfíncter, embora ele tem uma regulação além da nossa vontade, isto é, fica contraído por reflexos. Internamente a parede do reto, temos uma musculatura que, nos 4 ou 5 últimos centímetros, se especam, formando o que chamamos de esfíncter interno e é controlado por reflexos locais, sem o nosso controle voluntário. Este esfíncter é diferente do esfíncter externo, pois não é em foram de anel, seria mais especo, de 4 cm, e funciona como se fosse uma espiral e não como um anel, ou melhor, vários anéis, lado a lado e que se contraem simultaneamente ou não, que mantém os 5 cm finais do reto, mais estreitados, quase que fechados. Esta parte do reto mais estreitada é que denominamos de canal anal. Acima do canal anal, temos a parte mais alargada do reto. Próximo ao canal anal, no reto, temos receptores barométricos que detectam a pressão interna do reto, pela presença das fezes em seu lúmen. Esses receptores estimulados, levam mensagens automáticas para estimular a musculatura do esfíncter interno e desta forma, contrairá e impedirá a entrada de fezes no canal anal. Desta forma, teoricamente, o canal anal está sempre limpo de fezes e se fizermos um toque com os dedos, nos 4 ou 5 cm não encontraremos fezes.Quando fazemos mais pressão para defecar, criamos um reflexo de defecação e, voluntariamente, relaxamos o esfíncter externo e automaticamente, por reflexo o interno, e as fezes atravessa o canal anal e acontece a defecação. Quando temos uma lesão que rompe o esfíncter interno, ainda temos como controlar as fezes pelo esfíncter externo, mas sempre, no canal anal, teremos fezes, pois não há mais o esfíncter interno. Se por algum trauma rompemos o esfíncter externo e interno, ai não temos a recuperação cirúrgica e teremos perda involuntária de fezes. Desta forma, para se fazer o fisting ou qualquer penetração anal, devemos relaxar o esfíncter externo e para isso, fazemos força, como se fossemos evacuar. Aumenta-se a pressão no reto e o reflexo faz o relaxamento dos dois esfíncter. Por isso, muito preferem realizar a lavagem intestinal por enemas. Uma preocupação a se levar em consideração é que o colon e o reto-segmoide produzem muco para lubrificação e proteção da camada interna do intestino, chamada de mucosa. Se fazemos uma lavagem intestinal intensa, estaremos retirando esse muco e deixando a mucosa mais exposta e lesões e infecção, já que o intestino tem bactérias ou vermes normalmente. Muito preferem fazer essa praticam sem o inconveniente das fezes e preferem fazer a lavagem, outros não se importam e mantém o intestino com seu muco. Os riscos do fisting anal são muitos, mas o principal é o rompimento dos esfíncteres, pois não tem reparo se rompido. Usa-se uma prótese no lugar do anel anal. Outros riscos menores são infecções, lesões, traumas e inflamações. Temos que considerar que o intestino e a saúde de quem vai levar o punho é boa, que não possua hemorróidas, fissuras, pólipos, ou outras patologias intestinais.
MERAKI
do grego: fazer algo com a alma, criatividade ou amor. colocar parte de si no que esta fazendo.
Empatia
Sf.
Empatia não é tomar as dores. Por favor, não confundam! Empatia é saber se colocar no lugar da outra pessoa. É ouvir todas as opiniões, enxergar várias versões de uma coisa só. É ser democrata e muita vezes, diplomata. Empatia é considerar a ideia de todos, aceitar diferentes pontos de vistas. Empatia é ser flexível. É saber ouvir, e as vezes ouvir muito, antes de falar.
720
(relação);
alguns compartilham amor; outros só compartilham carência.
Palavras do Acaso / l. costa - nº 720