"chegou a abrir o capô?" [essa história faz parte da série: svt - regime clt]
mecânico!mingyu + leitora ♡ smut [18+ menores não interajam] #avisos: sexo em público (na rua), sem camisinha, 'putinha, cachorra' e derivados, oral (f.), leve exibicionismo (um carro passa), size kink, puxada de cabelo, tapa na bunda.
você respira fundo quando nota seu carro simplesmente morrer no meio da rua. não teve um dos seus melhores dias, até a festa na qual tentou ir para distrair estava um porre, e, para ajudar a situação, agora seu carro simplesmente desligou e não quer ligar de novo. tentando não se estressar ainda mais com a situação, você pega o telefone para ligar para mingi mesmo sendo quase madrugada.
song mingi é seu mecânico de confiança, toda vez que seu carro tem qualquer tipo de problema é pra ele que você corre, e ele ou a equipe sempre te salva.
“boa noite, mingi! desculpa ligar esse horário, mas meu carro simplesmente morreu no meio da rua.”
e então escuta um suspiro do homem ao lado, “oi, tá tudo bem com você?” diz que sim, que o automóvel apenas desligou mas sem envolver nenhum tipo de acidente. “cara, eu tô viajando com a minha mulher…” admite, fazendo você pedir um milhão de desculpas. “relaxa, faz o seguinte, tô te mandando o número do mingyu que trabalha comigo lá na oficina, acredito que ele consiga te socorrer, beleza?”
você agradece, mandando mensagem para o tal amigo e felizmente é respondida de forma rápida, e encaminhando o endereço, ele pede para aguardar vinte minutos até a chegada dele.
os vinte minutos passam até que rápido, você fica rolando despretensiosamente a for you do seu tiktok na intenção de matar o tempo, e então percebe o carro branco se aproximando com a logo da oficina na lateral. o carro estaciona logo atrás do seu, o farol alto iluminando a rua, você suspira aliviada que finalmente vai poder resolver aquilo e ir pra casa, então destrava sua própria porta e desce, mas nada, nada te prepara pro homem que desce do veículo.
mingyu usa uma regata preta simples, e um short escuro com a cós bem baixa. o cabelo tá meio úmido como se ele tivesse acabado de tomar banho e também com uma expressão cansada no rosto.
dá pra notar fácil os braços fortes, o jeito relaxado que ele fecha a porta com uma mão só e caminha na sua direção como se não tivesse saído em plena quase madrugada pra te socorrer.
maldito homem gostoso de forma natural.
“você quem falou com o mingi?” a pergunta soa baixa, rouca, carregada de sono, você se sente um pouco culpada pois ele claramente está cansado.
“s-sim. perdão pelo horário, eu só realmente confio nele e na equipe.”
“ele me disse, tava dormindo quando ele me ligou e falou que cê ia mandar mensagem.” confessa.
você murmura um 'desculpa', mas logo ele diz que não tem problema, afinal é o trabalho dele. os olhos passando rapidamente pelo seu corpo antes de focar no carro.
“chegou a abrir o capô pra ver alguma coisa?”
“nem, achei melhor esperar você mesmo.”
“fez certo.” mingyu murmura.
ele dá a volta na frente do carro e abre o capô com facilidade, afinal é a rotina dele, sequer sabe quantas horas por dia trabalha naquela oficina, claramente não são apenas as 8h do contrato.
você se apoia no carro tentando parecer normal, a sainha minúscula fazendo você sentir o vento frio contra suas pernas e então cruza-las.
mingyu percebe rápido demais, os olhos dele descem por um segundo, um pouco rápido, mas nada discreto.
“voltando de festa?” pergunta casualmente enquanto mexe em alguma peça do motor.
você olha pra própria roupa e ri. “a sainha de piranha entrega muito, né?”
“bastante, mas tá linda.” comenta sem pensar muito, ainda concentrado no carro.
e então percebe o que acabou de dizer.
“quis dizer que não parece roupa confortável pra ficar parada no meio da rua.”
mentiroso do caralho. ele quis dizer que você tá gostosa demais para estar casualmente comprando um pão no mercado as onze da noite, e que sim, é uma puta saia de piranha.
você morde os lábios, a festa foi um saco, seu carro morreu no meio da rua, contudo talvez a noite não termine tão ruim assim…
“e você? costuma atender assim?” pergunta, olhando descaradamente pro short baixo e pra regata preta colada no corpo dele. mingyu inclina a cabeça quase como quem perguntava o porquê. “sem uniforme, casual.”
ele ri, a voz carregada de sono. “pô, tava até deitado já, só vim porque o mingi falou que era urgente!”
volta a se inclinar sobre o motor, os dedos longos já manchados de graxa, e a postura relaxada de quem claramente tá acostumado a resolver problemas assim.
você, por outro lado, tá ocupada demais tentando não reparar no homem gostoso a sua frente, claramente babando por ele igual uma cadela no cio.
“aliás ele me deve muito por isso.” mingyu comenta distraidamente.
“por ter te acordado?”
“não.” ergue os olhos pra você por um segundo, limpando os dedos na camiseta. “por me mandar sozinho numa rua deserta com uma mulher dessas usando essa sainha.”
você engasga, as perninhas vacilando por meio segundo enquanto ele volta a olhar pro motor como se não tivesse acabado de flertar descaradamente contigo.
“você fala isso pra todas as clientes, é?” pergunta, tentando soar menos afetada do que realmente está.
“não costumo atender cliente gostosa de madrugada.”
filho da puta.
mingyu, fecha parcialmente o capô. “aparentemente é só bateria, princesa, não vai levar muito tempo pra trocar.”
você murmura algo agradecendo, tentando agir normalmente enquanto seu cérebro ainda tá preso processando que ele acabou de te chamar indiretamente de gostosa.
“mas vou ser sincero, difícil me concentrar.”
você ri e arqueia a sobrancelha, fingindo uma inocência. “ué, por quê?”
“porque toda vez que olho, cê tá me encarando doida pra me dar.”
sua respiração trava, e mingyu solta um riso, indo em direção ao carro da oficina pra pegar outra bateria.
enquanto isso você tenta recuperar um pouco da própria dignidade, abre a bolsa jogada no banco do passageiro e se inclina pela janela aberta procurando seu gloss, distraída demais tentando reorganizar a cabeça depois daquelas frases absurdas.
e então suas pernas vacilam, porque você sente o pau duro roçando depravadamente em você.
firme. lentinho. sem qualquer disfarce. e a mão firme na sua cintura deixando claro que é proposital, e a partir disso você nem liga mais se os dedos sujos de graxa estão sujando a bainha da sua blusa branca.
o tecido fino da saia fazendo com que você sinta bem o cacete grosso roçando na sua bunda.
“eu tentei me controlar.” ele confessa baixo, quase rindo. “juro que tentei.”
mas o filho da puta não parece arrependido, muito pelo contrário. ele esfrega de novo, mais firme, arrancando um suspiro involuntário seu enquanto a mão desce um pouco, agora brincando com o cós da saia.
“cê aparece usando essa sainha minúscula…” mingyu aproxima a boca do seu ouvido. “fica me olhando com essa carinha de puta, e ainda fica assim, toda dobrada na janela do carro pra mim.”
você sequer tenta levantar, longe disso, você fica na pontinha dos pés tentando fazer ele roçar no seu buraquinho.
e mingyu solta um som rouco contra seu ouvido quando percebe o que você tá tentando fazer.
“gostosa…” ele geme. você o sente ele o quadril outra vez, mais pesado, depravado, aproveitando descaradamente a forma como sua saia sobe um pouco naquela posição. “eu só vim trocar a porra de uma bateria.”
você vira o rosto ainda com metade do corpo dentro do carro, sem conseguir enxergar direito, mas vendo só o suficiente do corpo grande se esfregando no seu.
“putinha linda!” ele levanta sua saia, expondo a calcinha tão curta quanto, o tecido bem atolado no seu rabinho, molhado na sua entradinha, deixando ele maluco. “sabia desde a hora que desceu do carro que cê ia me dar problema.”
ele te dá um tapa, nada muito forte, e em seguida você sente o corpo se soltando do seu. assiste pelo vidro quando ele fecha o capô e deixa a bateria ali cima, voltando até você.
nesse momento foda-se qualquer coisa, foda-se o emprego, a porra da bateria, foda-se se vocês estão no meio da rua e qualquer um pode passar ali…
mas diferente do que você espera, mingyu não volta a esfregar o pau em você, ele se ajoelha, pouco se importando com o joelho no asfalto, e então enfia o rosto em você.
a língua roçando o tecido úmido que mal cobria sua bucetinha, “delicia.” solta um gemido contra sua pele, cheirando você em seguida.
você sente o ar gelado quando ele empurra o tecido pro lado, mas o calor no meio das suas pernas é bem mais forte, a língua de mingyu molhada, babando e sugando toda a extensão da sua bucetinha, fazendo você tremer. ele não tem pressa nenhuma, mesmo que esteja no asfalto sujo.
“p-porra” geme manhosinha, levando a vibração pro cacete duro dele.
mingyu puxa o pau pra fora da bermuda, mas não se toca, apenas deixa o caralho latejante ali. tá ocupado demais te chupando, sua buceta ficando ainda mais molhada a cada lambida, contraindo no vazio.
o músculo molhado entra no seu buraquinho, sentindo o gosto salgado. mingyu grunhindo, passando a língua por você inteira, se aproveitando da posição pra deixar uma lambida no seu cuzinho, esfregando a cara ali, feliz.
“merda.” resmunga, encarando a ponta dos dedos sujas com graxa, por mais que ele tentasse limpar, ainda tinha resquícios ali. “queria tanto dedar essa bucetinha” assume.
ele tenta mais uma vez, esfregando os dedos na camiseta, até cospe pra ver se ajuda a limpar melhor, porém é meio inútil, não limpa completamente e ele não quer te sujar, não dessa forma.
ele grunhe, irritado, se ajeitando e voltando a te chupar lascivamente, percorrendo a língua na sua entradinha encharcada, afundando o rosto ali, te fazendo revirar os olhinhos enquanto tenta se agarrar no volante e no banco,
você sente o pau duro dele roçando no meio das suas pernas, a cabecinha molhada te sujando de pré gozo.
mingyu te chupa como se fosse a última refeição da vida, se diverte forçando o músculo no seu cuzinho, vendo você dar gritinhos, então voltando pra sua buceta e enrolando seu clitóris de uma forma lasciva. sua perna treme e ele ri, se afundando ainda mais em você, apertando com força seu quadril.
e quando você goza ele engole até a última gota, enfiando a língua no seu buraquinho pra tirar mais.
mingyu te segura firme, se levantando devagar do chão, ignorando os joelhos machucados, então te guia até o capô do carro, empurrando a bateria pro lado, te botando deitada ali. e sem dizer nada te beija.
os lábios quentes te devorando num beijo intenso, seu gostinho na língua dele, te dominando, a mão grande subindo pelo seu corpo, adentrando sua blusa e procurando seus peitinhos, ele abre o sutiã de qualquer jeito, apertando o peito e brincando com o biquinho duro pelo frio. “caralho.”
ele segue rodeando o mamilo com o polegar, enquanto a boca morde e chupa seu maxilar e pescoço, deixando algumas marquinhas leves ali, sua buceta encharcando de novo.
“me fode, mingyu!” geme rouca, necessitada.
num movimento brusco sua saia ta embolada na sua cintura, ele logo pegando a piroca enorme, grossa, e roçando na entradinha molhada.
“por favor…” manha de novo, abrindo as perninhas.
o pedido fazendo mingyu perder o último resquício de sanidade. ele arranca de uma vez a sua calcinha, jogando ela ao lado da bateria, e sem qualquer carinho empurra pra dentro.
bruto. forte. sua bucetinha apertada contraindo na piroca grossa latejando dentro de você.
“buceta gostosa.” geme, ao mesmo tempo que puxa sua blusa mais pra cima, o sutiã meio deslocado deixando seus mamilos expostos bem empinadinhos pra ele.
o capô frio nas suas costas quando mingyu te deita completamente, metendo o pau devagarzinho, fazendo o buraquinho se acostumar com o cacete grande, saíndo por completo só pra voltar de uma vez, fazendo você choramingar igual putinha no caralho grosso.
“apertada pra caralho!” rosna. os olhos firmes no seu, fazendo sua bucetinha pulsar ainda mais ao redor dele.
então ele sai, puxando tudo pra fora e em seguida enterrando fundo a piroca de uma vez, mais forte, te fazendo gemer alto, sem qualquer vergonha, o pau grosso esticando toda sua buceta apertada.
“eu vou arrombar sua bucetinha, quero você burra de tanto pau” promete, e então faz de novo, mais rápido, enterrando fundo, fazendo as bolas baterem contra você, fazendo o capô do carro dar uma leve rangida.
as mãos de mingyu apertam seus peitos, o corpo deita sobre o seu te dando um beijo sujo enquanto o pau dele te empala sem qualquer decência.
um carro passa ao lado de vocês, o farol baixo iluminando vocês dois no ato profano, mas ele não se importa, muito menos você, as estocadas seguem fortes, acertando seu ponto de prazer, te fazendo revirar os olhos pra ele. o carro passa devagar, encarando vocês dois, aproveitando o pequeno show, mas não para, apenas segue adiante e desaparece na esquina.
resmunga quando o cacete sai completamente de dentro de você, mas mingyu logo resolve, agarrando sua cintura e virando seu corpo, te colocando de quatro no capô frio.
seu rostinho contra o metal gelado.
e antes que você respire, mingyu enterra a piroca grossa em você, a posição fazendo ela deixar você cheinha, acertando bem seu pontinho, te fazendo revirar os olhos enquanto geme alto.
mingyu não se aguenta, um tapa forte é desferido contra sua bunda, o estalo audível para qualquer um que passasse por ali, ele agarrando a carne maltratada logo em seguida.
“gostosa. puta que pariu.” desfere outro tapa.
o pau maltratando sua bucetinha, a força das estocadas fazendo seu corpo quase pular contra o capô, o metal frio provocando sensações novas no seu corpinho já delirante de tesão.
mingyu te come firme, forte contra seu quadril, fazendo você sentir cada centímetro do cacete dele.
“geme cachorra, geme pra mim enquanto meu pau destrói essa bucetinha.”
você obedece, gemendo ainda mais alto, sem conseguir se segurar.
a posição, a pica abrindo sua buceta, te acertando no pontinho certo enquanto lateja dentro, as bolas batendo contra seu corpo, a pele suada deixando os ‘ploc’ audíveis.
ele agarra seu cabelo, a mão firme puxando um punhado enquanto suas unhas arranham levemente o capô, mingyu nota, satisfeito, o seu corpo tremendo, sua buceta gostosa se apertando ainda mais no pau dele.
“vai gozar pra mim? goza, cachorra! tô doido pra te leitar também.”
ele não para, mantendo a mesma velocidade, gemendo no seu ouvido, puxando seu cabelo.
“p-porra, mingyu-u” sua voz é fraca, trêmula, cheia de tesão.
e você goza, gritando ainda mais alto o nome dele, a buceta contraindo em volta do pau grande todo enterrado em você, tentando sugar ele ainda mais pra dentro.
a forma como seu corpo reage ao orgasmo é o estopim para mingyu, “vadia gostosa!” geme num rosnado quando goza.
os jatos de leite quente, fundo dentro de você, enchendo toda sua buceta. ele tenta se enterrar ainda mais, atolando fundo o pau em você, te fazendo levar cada gotinha da porra.
e fica ali até a última gota entrar dentro de você, o pau latejando enquanto a porra espessa sai.
vocês começam a recobrar a respiração, os peitos acelerados, os corpos moles, ambos suados, mas rindo a toa…
mingyu sai de dentro de você, arrastando um pouco do esperma pra fora, e te ajuda a sentar no capô, guarda o próprio pau meio desajeitado na cueca e puxa a bermuda pra cima, em seguida puxa sua saia com cuidado pra baixo, e depois ajeita o sutiã e a blusa. você finge não perceber ele botando sua calcinha no bolso.
“tá bem?” pergunta, a voz carinhosa em contraste com tudo que fizeram. você assente, e ele caminha rapidamente até o carro da oficina, pegando ali uma garrafinha d’água e te entregando.
você aceita, bebe a água devagar, ainda meio zonza.
“desculpa se fui bruto demais” coça a nuca. “me passei um pouco, cê é gostosa pra caralho.”
ri, dizendo que tava tudo bem, e tinha gostado.
“tá frio… preciso trocar a bateria ainda, entra no carro, é melhor do que ficar pegando friagem.”
“mais do que já peguei?” provoca rindo, mas obedece e entra dentro do seu carro. vendo mingyu levantar o capô novamente.
alguns minutos depois mingyu termina, fechando o capô e indo até a janela do motorista pra falar com você.
“tá pronto, gatinha, pode ir pra casa tranquila agora!” sorri, te deixando bamba só com o olhar.
“quanto ficou?” pergunta.
“um date.” o encara confusa, sem entender muito bem. “me deixa te levar num date e a bateria nova ta paga.”
você sorri. “bom, meu número você já tem, gyu!”














