"Deita aqui."
"E se seu pai chegar e nos vir assim?"
"Não vai dá em nada. Afinal, você é minha namorada."
"Prefiro evitar."
"Deixa de frescura e vem pra cá." — ele diz puxando-na para perto de si.
"Ei seu louco!" — ela responde rindo da situação.
"Louco por você. Agora pare de se fazer de quietinha só porque estamos na casa dos meus pais."
"Mas eu sou quieta, não preciso fingir." — ele à encara com um olhar malicioso. — "Que foi?"
"Nada, só estou olhando pra garota mais boazinha e quietinha que eu tenho.
"Deixa de sarcasmo."
"Não, é sério. Estou observando a quietinha que fez questão de dançar 'work' pra mim. — os dois começam a dar gargalhadas.
"Ei, nós estávamos brincando."
"Nossa, brincadeira muito interessante. Vamos brincar de novo?" — ele sorri.
"Felipe, cadê o respeito? — de um sorriso ele expande uma risada e Laura ó acompanha.
"Tá bom amor, parei. Mas bem que podíamos fazer essa brincadeira novamente."
"Vou pensar no seu caso."
"Aee! Fez o meu dia mais feliz!"
"Idiota. Tem sorte que eu te amo."
"Marrenta. Amo esses nossos momentos de descontração. E amo ainda mais você."
Laura lhe rouba um beijo e se levanta indo em direção à porta.
"Onde você vai?"
"Pegar algo para comermos."
"Mas é gorda mesmo, já tá pensando em comida."
"Fica 'xii' aí se não vou comer a sua parte também!"
"Gordaa!" — ele grita indo atrás da namorada.