Erostratus - Reeling
Directed by Joe Presser Produced by John Agnello
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Erostratus - Reeling
Directed by Joe Presser Produced by John Agnello
Impermanence.
A mesquinhez, a estreiteza imaginativa são os vícios definidores da nossa época.
Somos incapazes de escrever, ou de querer escrever, ou de saber ler sem escrever, epopeias. Em compensação, escrevemos romances.
O romance é o conto de fadas de quem não tem imaginação. Todos nós, ou inferiores, ou em momentos de inferioridade, sonhamos com atitudes (…) da vida real. Sonhamos também, é certo, com o longínquo; mas isso […] é, em todo o caso, a poesia da mesquinhez.Tout notaire, dizia G. Flaubert, a rêvé de sultanes. O ajudante de notário, porém, sonha apenas com uma sucessão de acontecimentos [ ?] em que entra a vizinha possível, o marido dela, ele galã, e assim por diante.
A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta. Talhar a obra literária sobre as próprias formas do que não basta é ser impotente para substituir a vida.
s.d.
“Erostratus”. em ‘Páginas de Estética e de Teoria Literárias. Fernando Pessoa. (Textos estabelecidos e prefaciados por Georg Rudolf Lind e Jacinto do Prado Coelho.) Lisboa: Ática, 1966.’
A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.
“Erostratus”, Fernando Pessoa.
IMPERMANENCE - A mesquinhez.
A mesquinhez, a estreiteza imaginativa são os vícios definidores da nossa época.
Somos incapazes de escrever, ou de querer escrever, ou de saber ler sem escrever, epopeias. Em compensação, escrevemos romances.
O romance é o conto de fadas de quem não tem imaginação. Todos nós, ou inferiores, ou em momentos de inferioridade, sonhamos com atitudes (...) da vida real. Sonhamos também, é certo, com o longínquo; mas isso [...] é, em todo o caso, a poesia da mesquinhez. Tout notaire, dizia G. Flaubert, a rêvé de sultanes. O ajudante de notário, porém, sonha apenas com uma sucessão de acontecimentos [ ?] em que entra a vizinha possível, o marido dela, ele galã, e assim por diante.
A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta. Talhar a obra literária sobre as próprias formas do que não basta é ser impotente para substituir a vida.
s.d.
“Erostratus” em ‘Páginas de Estética e de Teoria Literárias. Fernando Pessoa. (Textos estabelecidos e prefaciados por Georg Rudolf Lind e Jacinto do Prado Coelho.) Lisboa: Ática, 1966′.
I did it to get famous— to thwart me the authorities stupidly forbade my name on pain of death, ever to be mentioned again the fools! that was my guarantee of immortality some tool in the 21st century even as we speak is singing about me!
"I know your character," he said to me. "His name is Erostratus. He wanted to become famous and he couldn’t find anything better to do than to burn down the temple of Ephesus, one of the seven wonders of the world."
"And what was the name of the man who built the temple?"
"I don’t remember," he confessed. "I don’t believe anybody knows his name."
"Really? But you remember the name of Erostratus? You see, he didn’t figure things out too badly." Sartre, Erostratus
from Erostratus by Jean-Paul Sartre
I suppose you might be curious to know what a man can be like who does not love men. Very well, I am such a man, and I love them so little that soon I am going out and kill half a dozen of them: perhaps you might wonder why only half a dozen? Because my revolver has only six cartridges.