Que possamos pensar mais no outro, inclusive em quem escolhemos para caminhar ao lado. Que paremos de tentar transformar o outro em um personagem que se encaixa no nosso molde de perfeição, e possamos ser mais humildes para entender que devemos respeito à identidade alheia. Que possamos perdoar muito mais e conseguir a sabedoria para virar a página. Perdoar fica muito mais fácil quando entendemos que a vida é como uma faculdade – ninguém sabe de nada, e estamos aqui aprendendo todos os dias. Pra uns algumas matérias são mais fáceis, para outros mais difíceis. Respeitar as virtudes é coisa fácil – difícil mesmo é respeitar os erros.