eu tinha tanta certeza de nós dois, tanta, mais tanta... que agora, não sei mais
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eu tinha tanta certeza de nós dois, tanta, mais tanta... que agora, não sei mais
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Ron Lorent
Eu também aprendi a partir... Não é porque eu queria muito algo, que teria que ser de qualquer jeito!!
Valentina S2
Era pra ter sido só um erro… um momento perdido no meio de uma vida que já tinha caminho, compromisso, nome e direção. Mas não foi assim que aconteceu.
Eu lembro do medo antes de qualquer coisa.
O medo gritava dentro de mim, como um alerta que eu escolhi ignorar. Meu coração batia forte demais, minhas mãos frias… e ainda assim, eu fiquei. Ele também ficou. Dois corpos carregando promessas com outras pessoas e mesmo assim, ali, tão perto, como se nada mais existisse.
Quando a gente se aproximou… não foi só desejo.
Foi tremor.
Meu corpo inteiro tremia. Não era só vontade era nervosismo, era culpa antecipada, era a consciência de que aquilo já estava errado antes mesmo de acontecer. E mesmo assim, quando ele me tocou… eu não recuei.
O abraço não foi firme… foi hesitante. Como se nós dois soubéssemos que não deveríamos estar ali, mas também não conseguíssemos nos afastar. E quando veio o beijo a tanto tempo esperado , ele me abraçou me beijou , tirou minha roupa e cada segundo que passava eu tremia mais … a gente fez amor , ou pelo menos começamos foi urgente e trêmulo, foi rápido , foi curto , mais foi intenso cheio de desejo cheio de prazer , a respiração dele ofegante de prazer e medo juntos , as mãos dele na minha cintura e o corpo dele unido ao meu .. mais o medo gritava e eu me afastei , como se o tempo estivesse contra a gente, como se fosse proibido até respirar daquele jeito.
E era.
Cada segundo parecia roubado. Cada toque carregava um peso enorme… e ao mesmo tempo, uma intensidade que eu não sei explicar. Era errado , tão errado , e ainda assim, parecia impossível parar. Nos beijamos novamente ele queria mais , eu também queria , ele tirou minha blusa e me acariciou , beijou meu corpo , eu estava excitada demais pra recusar ele , me abaixei e fiz o que eu sabia que ele me pedia com os olhos , ele segurou minha cabeça me auxiliando nos movimentos , dava pra sentir , que a gente precisava um do outro mais mesmo assim não fui capaz de ficar e continuar , me levantei limpando meus lábios e pedi que ele fosse embora mesmo querendo ficar ali e parar o tempo enquanto fazia amor com ele pela última vez .
E acabou rápido demais.
Rápido o suficiente pra deixar marcas… e curto o suficiente pra deixar falta.
Depois veio o silêncio. A consciência voltando, pesada, esmagadora. Eu sabia exatamente o que tinha feito. Sabia quem eu era naquele momento… e odiei isso.
Mas o que me assusta de verdade… não é só o arrependimento.
É lembrar do tremor… e saber que, mesmo no meio do medo, eu queria mais.
Queria ter ficado mais.
Queria ter sentido mais.
E é isso que me quebra…
Porque eu sei que não posso voltar.
Mas também sei… que uma parte de mim ainda iria.
Llevábamos muchas semanas sin quedar, tenía el presentimiento de que algo no marchaba bien, pero no tenía ganas de cuestionar nada: sólo quería estar a tu lado.
Cuentos de la carne -Ana Patricia Moya Rodríguez
Podrías no creerlo, pero es cierto, tan cierto que creo que jamás te voy a perdonar el hecho de volver a ti, de no poder regresar a mi.
Pero ni siquiera me diste opción, tu tomate la decisión y me alejaste, hiciste de todo y dijiste de todo para arrancarme las esperanzas, la fe, el amor, el deseo de estar contigo. Y si al principio fuiste tú, después fui yo la que ya no quiso volver a ser un nosotros.
Te extraño, pero no te deseo conmigo. Te quiero, pero también lejos estamos mejor.
Yo sí quería que fueras tú hasta el final de mi historia, y también anhelaba que tú desearás que yo estuviera en la tuya.
Ya no fue posible, es algo que tengo que aceptar aunque todavía siga doliendo, ya no tanto, solo un poco...
Leregi Renga