A foto do lado esquerdo é de Sebastiana Sylvestre Correa, nascida em 1859, em Minas Gerais. Sebastiana foi escravizada até os 29 anos, quando a Lei Áurea a alforriou em 1888. Mãe de oito filhos, nunca aprendeu a ler ou escrever, mas lutou para que suas futuras gerações tivessem acesso à educação.
Já do lado direito, temos sua tataraneta, Mariana Alves Tavares, de 24 anos, formada em jornalismo na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Mariana foi recentemente aprovada para o mestrado em antropologia e sociologia do desenvolvimento em universidade de Genebra, na Suíça, e será a primeira geração a sair do Brasil para estudar e contar a história da família.
“Não dá para desenvolver um país desenvolvendo uma parcela pequena da sociedade, quando a maioria populacional é considerada minoria em acesso aos direitos”.
A casa-grande surta quando chegamos aonde jamais queriam que estivéssemos. ♥
Matéria: https://goo.gl/CC2RFm
The photo on the left is from Sebastiana Sylvestre Correa, born in 1859 in Minas Gerais. Sebastiana was enslaved until she was 29, when the Golden Law granted her emperor in 1888. Mother of eight children, she never learned to read or write, but she fought for her future generations to have access to education.
On the right side, we have his great-great-grandmother, Mariana Alves Tavares, 24 years old, graduated in journalism from Universidade Estadual Paulista (Unesp). Mariana was recently approved for a master's degree in anthropology and sociology of development at a university in Geneva, Switzerland, and will be the first generation to leave Brazil to study and tell the family story.
"You can not develop a country by developing a small part of society, when the majority of the population is considered a minority in access to rights."
The big house fills up when we get where they never wanted us to be. ♥
Feature: https://goo.gl/CC2RFm
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