O amor-próprio não pode ser uma opção; deve ser uma certeza. Uma regra inegociável, que não admite exceções. É possível amar profundamente alguém sem amar plenamente a si mesmo. Mas, quando o amor-próprio falta, o amor frequentemente se mistura ao medo, à dependência, ao excesso de renúncias e à dificuldade de estabelecer limites. Amar a si mesmo não é o que torna o amor possível; é o que o torna livre, saudável e forte o suficiente para permanecer.
— Lee Diniz












