I'm not looking for numbers, status, or applause. I'm looking for the feeling of fulfillment with a peaceful soul. My fulfillment isn't measured in likes or titles, but in the intensity of the pleasure I feel from being true to myself. My success is my pleasure.
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I chare things that enchant me, impress me, in short, things that echo in my mind. The idea of my posts is not about or reporting a single theme, a variation of subjects, but also about many ideas and feelings...
Aprenda que suas conquistas são importantes, e devem ser comemoradas especialmente por você antes de qualquer um. E haverá momentos que você vai aplaudir estas conquistas sozinho (a) e está tudo bem.
Hoje eu finalmente me posicionei internamente sobre algo que eu já sabia, mas que vivia adiando.
Você já ouviu falar sobre assumir um compromisso com si mesma? Sobre cumprir aquilo que você promete para si?
Pode até soar como papo de coach ou mais uma motivação barata, mas quando você desperta e começa a se desenvolver de verdade, percebe o impacto real que isso tem na sua vida — e as consequências de ignorar esse compromisso.
Sabe quando você promete a si mesma que vai fazer algo por você, e no fim acaba adiando? Desiste, ou coloca qualquer outra coisa como prioridade, acima de si?
Não estou falando de situações eventuais, de um ou outro dia em que surge um imprevisto. Estou falando de quando isso vira um padrão, um ciclo constante.
E não precisa ser sobre grandes metas. Pode ser nas pequenas coisas do dia a dia.
Você diz que quer dormir mais cedo, mas não cria uma rotina do sono — e vai pra cama cada vez mais tarde. E todo dia se repete:
“Hoje eu vou dormir cedo.”
“Dessa vez eu vou.”
Mas os dias vão passando, e você continua fazendo o oposto.
O cérebro ama repetição. Ele presta atenção aos seus hábitos e padrões. Quando você se compromete consigo mesma e, mesmo assim, sempre adia, cancela ou desiste — mesmo sabendo que aquilo te faria bem — você começa a perder a própria credibilidade.
Seu cérebro registra isso. Ele passa a entender que quando você faz uma meta, provavelmente não vai cumprir. E assim, você começa a perder a confiança em si mesma, muitas vezes sem nem perceber.
Autoconfiança, magnetismo e amor-próprio não se resumem a arrumar o cabelo, vestir uma roupa bonita ou manter uma boa postura. Seu autoconceito também inclui o compromisso que você tem com você mesma, o respeito que se oferece e o quanto se leva a sério.
E sabe o que é pior? É perceber que, talvez, se fosse por outra pessoa, você faria.
Quantas vezes você não se colocou em situações desconfortáveis pelos outros?
Quantas vezes você ignorou seus próprios “nãos” para não magoar ninguém, ou para não parecer rude?
Essa é mais uma forma de dizer para si mesma que você não se respeita como deveria. Que você não se valoriza o suficiente.
Do que adianta prometer o mundo a si mesma, dizer que vai criar a vida que sonha e merece, se na primeira oportunidade de se desvalorizar, você se joga lá?
Eu sei que nem sempre vai ser confortável manter o compromisso com você. Não vou mentir — muitas vezes não vai parecer gostoso. No momento da escolha, você vai pensar que pode deixar pra amanhã, que agora não é tão importante assim.
Mas existe algo que pode te ajudar:
—Comece com o que é possível hoje. O importante é se comprometer, não o tamanho do passo.
Como já falei outras vezes, comece com uma coisa de cada vez. Defina metas reais. Dê passos pequenos, mas consistentes, até que sua confiança em si mesma comece a se reconstruir.
Isso não é sobre você não ser capaz de dar passos maiores — porque, na verdade, você é capaz de muito mais do que imagina. A questão aqui não é capacidade, e sim reconstrução.
Por muito tempo, a sua mente se acostumou com promessas não cumpridas, com metas abandonadas, com prioridades que te deixavam em segundo plano.
Então agora, estamos recriando uma nova base. Uma mentalidade que entende que é seguro confiar em si mesma de novo.
E isso começa com passos pequenos, mas constantes — não porque você não pode mais, mas porque essa é a forma mais amorosa e poderosa de reconstruir a sua autoconfiança e restaurar sua credibilidade interna.
É assim que você mostra pra si mesma: “agora eu cumpro o que prometo”, “agora eu me levo a sério”, “agora eu sou prioridade”.
E com isso, você direciona o seu poder para o que realmente importa: a sua versão ideal e a vida que você escolheu viver.
Comece com 10, 7 ou até 5 minutos de exercício por dia, mas se comprometa a fazer. Tente dormir uma hora mais cedo todos os dias.
Simplesmente faça.
E se falhar em algum dia? Não jogue tudo pro alto. Apenas siga em frente. Não fique se martirizando, nem remoendo o que deixou de fazer.
Apenas continue.
Estamos falando de você — a pessoa mais importante da sua vida.
Além disso, as pessoas sentem a sua energia. Elas percebem como você trata a si mesma, elas veem como você se enxerga.
Se você não se respeita, não se leva a sério e tem sua autoconfiança toda esfarelada, as pessoas também não vão te levar a sério.
Se você se permite ser desrespeitada, desconsiderada, se duvida de si… o que impediria os outros de fazerem o mesmo?
Quando começamos a trabalhar em nós mesmas, no amor-próprio, e nos colocamos de volta no pedestal, entendemos que certos comportamentos simplesmente não combinam mais com quem escolhemos ser. Passamos a nos honrar. Resgatamos nosso poder.
Hoje, eu havia prometido a mim mesma que faria uma coisa específica por mim. Era algo simples, mas já tinha virado hábito adiar, mudar os planos, ou simplesmente deixar pra lá.
Às vezes surgem outras demandas — tarefas, obrigações que não dá pra adiar — e quando finalmente me volto pra mim, já estou cansada, estressada… e então desisto de novo.
Eu estava sempre fazendo isso.
Até que hoje, enquanto lavava o banheiro e ouvia meus áudios de reprogramação mental, me veio um pensamento muito claro:
“Lembre-se do que prometeu a si mesma, hoje.”
E foi esse o estalo. Essa reflexão inteira nasceu daí.
Mesmo cansada, eu fui lá e fiz.
Me priorizei. Deixei as outras coisas de lado por um momento e fui cuidar de mim. Fui fazer o que eu havia prometido a mim mesma.
Pensei: se quando eu tenho um compromisso com outra pessoa, ou pra estar em determinado lugar, eu não gosto de me atrasar e tento dar o meu melhor… por que não faria o mesmo por mim?
O mundo pode esperar.
Mas eu não vou me deixar em segundo plano.
Tudo o que faço transmite uma mensagem pra mim mesma — mesmo quando eu não estou consciente disso.
E olha… a energia que eu senti depois superou todo o cansaço que eu estava sentindo.
Me senti amada, honrada, respeitada — por mim mesma. Mesmo tendo feito algo tão pequeno.
E isso mudou tudo.
Essa energia, essa mentalidade serve para tudo. Até mesmo quando falamos sobre conquistar objetivos ou manifestar a realidade que queremos viver.
Você se torna imparável.
Você se torna sua melhor aliada.
Seu poder se torna inquestionável, porque você já o reconheceu — e os seus hábitos provam isso.
Lembre-se: antes de qualquer relacionamento, presença ou pessoa entrar e fazer parte da sua vida, é você quem esteve e vai estar com você o tempo todo.
Honre a sua companhia.
Honre a sua existência.
Torne sua mente o melhor lugar para estar.
Não é sobre parecer incrível para os outros. É sobre ser incrível para si mesma, primeiro.
Não é sobre o bem que alguém te faz. Não é sobre esperar algo de fora.
Porque a pessoa que caminha com você, por você, e para você — é você. Sempre será.
Antes de qualquer palavra, atitude ou sentimento chegar de fora, os seus já estavam ali. Sempre chegam primeiro.
Então, se valorize.
Honre seus compromissos com si mesma. Sinta-se feliz, completa e realizada por ser quem você é. Honre sua existência.
Eu perdi a vontade de tudo ultimamente e quase nada tem me dado o tesão de viver. Eu quero muitas coisas, ao mesmo tempo que não quero nada. Eu queria me mudar, queria trocar de casa, queria viajar numa kombi, mudar de estado, mudar de país, ir numa festa, ficar bêbada, visitar um parque, conversar com amigos no bar, sair todo fim de semana. E também queria ficar em casa, não ver ninguém, não conversar, ir pra faculdade, trocar de curso, trancar minhas aulas, arrumar um estágio, faltar no trabalho, participar mais das coisas, almoçar com meus amigos, conhecer pessoas diferentes. Queria ler, fazer yoga, interagir, estudar, fazer pesquisa, comer, não comer, beber água, tomar refrigerante. Queria dirigir, ao mesmo tempo em que não quero nem entrar no carro. Queria sair pra viver, ficar largada vendo filmes, ser convidada para aniversários, não cantar parabéns pra ninguém, ter mais amigos, não ter amigo nenhum, me dedicar para minhas amizades, sumir pra todo mundo. Eu queria fazer tantas coisas. Queria que não tivéssemos que fazer tantas coisas. Eu sempre quero fazer muito, tanto quanto sempre desisto de tudo. Quero ir nos lugares e desisto; quero participar das coisas e desisto; quero conversar e desisto; quero dançar e desisto. Quem me ensinou a desistir? Pensar me dá ansiedade, fazer as coisas me dá ansiedade, interagir me da ansiedade, não conversar com ninguém me dá ansiedade, me sentir sozinha me dá ansiedade, me sentir rodeada me dá ansiedade, ler me dá ansiedade, não ler me dá ansiedade, dirigir me dá ansiedade, não dirigir me dá ansiedade. Estar ansiosa me deixa muito ansiosa também. E eu queria ser o tipo de pessoa que dorme sem ter vontade de chorar. Ou o tipo de pessoa que não precisa escrever esses textos. O tipo de pessoa que não tem medo de almoçar sozinha, mas que também sabe criar vínculos com os amigos. O tipo de pessoa que conversa com todos, mesmo sem esforço nenhum, que não é julgada. Que não se sente julgada. O tipo de pessoa que é escolhida, convidada, retribuída, lembrada, querida, animada. Pois é, eu quero muitas coisas, ao mesmo tempo em que não quero nada. Talvez eu só não saiba eu o que eu quero.
@leitedeamendoas