Se perdoar pelo seu eu do passado é seguir em frente. Não importa o que passou. Passou.

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Se perdoar pelo seu eu do passado é seguir em frente. Não importa o que passou. Passou.
“Uma das piores tragédias da vida é você estar em alta velocidade na estrada errada.”
— Ayrton Senna.
“Às vezes, erramos muito em nossa trajetória de vida, a ponto de não conseguirmos mais nos perdoar pelo passado e não nos deleitarmos no perdão de Cristo. É preciso acreditar fielmente que, além de ter sido perdoado, existe uma nova vida após o perdão. É preciso abrir mão de toda e qualquer convicção que você tenha do seu antigo eu; é fazer as pazes com o que passou e queimar as pontes que te fazem retornar àquele velho eu. É atravessar o mar tempestuoso na convicção de que Cristo nos encontrará do outro lado. Para isso, só é preciso permanecer avançando.”
— Cartão Esponsal.
olá, tudo bom? mt confortável seu blog ❤️
Oie, tudo ótimo, e com você? Fico super feliz que tenha gostado, é um cantinho especial para mim. Sinta-se à vontade 💛
espero que seu coração se recupere logo, sinto muito por isso.. eu vou indo! recentemente tentei revistar aquela playlist que você me enviou, mas não encontrei. estou procurando por uma banda de rock que estava nela kkkkkk
vai simmm! obrigado 🫶🏻
ahhh aquela do youtube? vou tentar achar aqui pra você
como vai, lari?
de coração partido… sei que vou ficar bem, tenho dias melhores que outros. e você?
saudades! seu tumblr não deixa de ser o meu favorito!
ahhh obrigado meu bem! tua mensagem aqueceu meu coração, vou tentar ficar mais ativa! senti saudades daqui também 🫶🏻
Visitei um conto de Lygia, aquele que aborda o jovem e o saxofone, e isso me fez recordar de nossa primeira discussão acerca de todo aquele enredo, bem como das possíveis mensagens que Lygia quis transmitir de maneira não explícita, utilizando a elipse magistralmente, como é característico de sua escrita. Acompanhado de café preto adoçado, como de costume, e ao som da antiga canção de Gessinger que aborda sinceridade e expectativas em relacionamentos, e suas complexidades. O céu completamente nublado sobre minha cabeça, com previsões de chuva para hoje, embora muito provavelmente o sol apareça em breve por entre as nuvens. Durante o trajeto para o trabalho, minha mente se ocupou com inúmeras reflexões, incluindo a imaginação sobre que tipo de personagem eu seria em um dos contos de Lygia, ponderando se valeria a pena a leitura. Certamente valeria, tratando-se de Lygia. O dia está sendo desafiador, e o que tem me proporcionado conforto é revisitar alguns de seus poemas. Refleti também sobre receber suas correspondências e, ao refletir agora, compreendi o que significaria domesticar a espera; concordo plenamente que é uma experiência terrível. Aguardar sempre é angustiante, mas aguardo.
17 de Julho de 2024, Salvador.
Creio que um personagem como você escrito pela maestral caneta de Lygia seria incrível. Inclusive, gostei muito dessa reflexão... Será que eu seria uma personagem tão misteriosa como a moça do saxofone (?) Dias nublados possuem um enorme charme para mim... Fico lisonjeada que meus poemas lhe proporcionem conforto, andei revisando alguns dos seus e sempre fico admirada com sua escrita. Meu dia foi lento e calmo como eu precisava há semanas, li mais contos de Machado e optei apenas por conversas banais acompanhadas de café bem quente e forte. É uma boa forma de lidar com o cansaço interminável que tem sido companhia frequente. Já é o segundo conto que a personagem tem como nome Cecília, acho lindo. Fiquei pensando se Machado teria alguma fascinação por alguém com esse nome... Sobre domesticar a espera, ainda nisso refleti se é possível domesticar vontades e o quão terrível isso deve ser, deve ir contra a natureza domesticar as vontades do coração. Pensei em escrever um conto sobre isso, penso muito sobre o que escrever... Mas começar de fato não o fiz com nenhuma ideia. Talvez depois me ocorra. Estou distante como no conto da mancha de vinho, estou presa naquele sentimento e naquele conto.
17 de Julho de 2024.