O tempo não pode Fazer parte de uma vida! Pois tudo que é fragmento Na vida não cabe. Apenas o agora. Somente o agora! Mede em tamanho Um amanhecer.
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O tempo não pode Fazer parte de uma vida! Pois tudo que é fragmento Na vida não cabe. Apenas o agora. Somente o agora! Mede em tamanho Um amanhecer.
Montando o céu
Moro numa barraca Que se chama Mundo. Olho profundo Furos na lona! Lanternas de teto! A pele negra, Celeste deserto. Olho que regra Ilumina inquieto. Chuvas de sol Do luar infinito...
Sínapse
Em meio ao dilema: Lutar pelo espirito Ou correr em suspiros. Eu não troquei paixão por glória. Esquisita essa cidade... Mesmo antes de nascer, Já fiz todas tuas vontades! Se meus neurônios se alimentam, De eletricidade, A cidade é réplica do pensar? Um universo em movimento, No mesmo lugar. Se o mundo é consciente Poderá imaginar. A brincadeira da criança, Vivendo sem pensar. Nos diz que a alma escorre Lentamente do olhar. Conheci sistemas. E com os olhos vi(m) Saber; por que; eu existo! (Foto: @gustavo_cronicasdocinza; no instagram.)