Concluí! O menos importante é o que se encontra ao longo do caminho… E isso me levou a grande conclusão de que o mais relevante é o próprio caminho que se trilha.

JVL
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@salveuniverso
Concluí! O menos importante é o que se encontra ao longo do caminho… E isso me levou a grande conclusão de que o mais relevante é o próprio caminho que se trilha.
Nadar no asfalto
(Gabriel Barbosa)
Dos Gregros, nos apoderamos da razão, Sem aderir o questionamento. Usamos apenas os lados que nos convém para vosso “engrandecimento”. Eu? Eu Não! Não carrego seus movimentos… Pois sei que sempre haverá lados, e esta conversa louca de quadrados, não tem nexo, a terra é um circulo!
Vi você se definindo, Escolhendo seus fados… “Eu luto pelo feminismo,” Machismo e anarquismo, Comunismo, populismo. “ De novo essa conversa de quadrado? Não há separação… Nem lado. Somos todos um grande organismo.
Musica é meu combustivél. @sra._daay na voz @lucashmiquellaci no violao Confira o vídeo inteiro: https://youtu.be/xfW7fYFt6Ww
(via https://www.youtube.com/watch?v=xfW7fYFt6Ww)
Dez minutos atrás, estava eu, aqui nessa janela. Escrevia e apagava, escrevia e apagava, sem me dar conta que a bateria estava acabando. De repente, o que apagou foi a tela do computador. Seria uma lição do universo, me dizendo que não devo mais escrever? É, talvez seja isso. Talvez as palavras não caibam mais à minha intuição, provavelmente não tenho mais o jeito pra coisa.
Penso que você não é mais seu poema logo após que você o escreveu. Minha percepção das palavras está rápida demais, logo após escreve-las, sinto-as e me desapego, sem que venha a vontade de publicar. Contudo, o prazer de escrever... Ainda sinto. O intrigante é: não há para mim tal reflexão quando escrevo de caneta tinteira em algum canto de uma folha, pois então, fica impossível de apagar as palavras e elas se eternizam, mesmo contra a vontade do poeta. Quanto mais conhecimento, mais contato com a sombra humana, que veta os raios solares de levar a verdade ao mundo. É assim que tudo termina? De nossa caminhada longa, sofrida, agonizante, massiva, arrogante e sombria em busca da paz, apenas isso? Apenas alguns minutos a mais de vida em relação a escala universal? Eu sou revolta, dor, amargura, sou os rios de sangue derramado em todas as Eras. Vim cobrar o que todos os meus antepassados ligados ao mundo natural tentaram dizer. Trago a todos a salvação, porém, não desço dos céus. Sou o próprio universo reclamando o que é dele: Sou a VIDA mostrando aos seres meu devido lugar. Prazer, sou o altruísmo, vim mudar o mundo.
Henrietta Harris
Não sei demonstrar amor
Difuso no vago da noite, sinto-me tolo. Tratar de tal aspecto da vida é coisa nova. E sofro. A realidade é mesmo arrebatadora! Nada dela sabemos até ousarmos ultrapassar as fronteiras da vida. Os desafios e nuances de existir, são combustíveis para a própria existência. O ciclo cai sobre mim. Eu sofro. O caminhar de uma pessoa á ensina o saber do pisar. Então por que vivemos em meio á quedas e tropeços? Será que não caminhamos o suficiente? Digo, já era de se esperar não estar preparado para zelar o seu carinho. Porém, definitivamente, vou mais que mal. Fato engraçado é que antes de dormir, lembro e penso claro. Já na manhã seguinte me turva o dia. Que passo inteiro a me contradizer. Além do mais, querida, vivo a pensar em ti. Isso era para ser o importante, mas andamos tropeçando... E ainda não caminhamos o suficiente. Quando será? O que faço se o peso das coisas mexem com o emocional? Me proíbo de sentir? Até faz sentido... A solução pra tudo é não enfrentar.
Por fim, o texto não apresenta nada que indique amor. Ainda sim, eu sinto aqui dentro. E sofro.
O tempo não pode Fazer parte de uma vida! Pois tudo que é fragmento Na vida não cabe. Apenas o agora. Somente o agora! Mede em tamanho Um amanhecer.
Montando o céu
Moro numa barraca Que se chama Mundo. Olho profundo Furos na lona! Lanternas de teto! A pele negra, Celeste deserto. Olho que regra Ilumina inquieto. Chuvas de sol Do luar infinito...
https://soundcloud.com/extrato-solido/sinapse
People peer through a natural window in the castellated cliffs above the river in White Cliffs, Montana, 1971. Photograph by Volkmar K. Wentzel, National Geographic Creative
Pessoas espiam através de uma janela natural nos penhascos acastelados,
acima do rio em White Cliffs , Montana, 1971.
https://soundcloud.com/extrato-solido/nebulosa
https://soundcloud.com/extrato-solido/o-dono-do-rio
Sínapse
Em meio ao dilema: Lutar pelo espirito Ou correr em suspiros. Eu não troquei paixão por glória. Esquisita essa cidade... Mesmo antes de nascer, Já fiz todas tuas vontades! Se meus neurônios se alimentam, De eletricidade, A cidade é réplica do pensar? Um universo em movimento, No mesmo lugar. Se o mundo é consciente Poderá imaginar. A brincadeira da criança, Vivendo sem pensar. Nos diz que a alma escorre Lentamente do olhar. Conheci sistemas. E com os olhos vi(m) Saber; por que; eu existo! (Foto: @gustavo_cronicasdocinza; no instagram.)
oi
bem?
O preconceito não está na palavra, mas sim em quem á interpreta.
Ter alguém, é sentir insonia na falta dela.