Otto e Sônia
Essa luz do fim de tarde Deixa a gente tão adoecido Um vento de saudade Com ar de entristecido
Você vem, faz alarde Sacode o que estava escondido Definha a seriedade Faz tudo ser tão divertido
Sinto-me um covarde, Talvez já tenha percebido Nada sei sobre a felicidade Sou sempre assim, tão comedido
Bem que você podia, menina Num dia desses, num sábado Mostrar-me um pouco dessa rima De como brinca de ser bardo E termina sendo bailarina
Se um dia me ver naquela esquina Não vire a rua, vamos deixar combinado Eu vou correndo para a sua rotina E você vem para o meu lado.
escrito em 03/2024, publicado em 06/2024









