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Los dias ahora son mas grises
Estoy en un avión.
Hasta ahí todo bien. Con lo que viene siendo mi vida los últimos meses, no es nada novedoso.
Hoy es jueves.
De nuevo! Otro detalle más que por contrario de lo que la mayoría podría pensar, no da mas claridad. En todo caso tal vez solo apoya el punto anterior. Considerando lo que vienen siendo mis últimas semanas, no es sorpresa.
Despegué de Aeroparque!
Listo! Ahí está! Se esta yendo a algún lugar en Argentina. Pero no! Otro detalle que no confirma nada. De nuevo, podría simplemente seguir confirmando el mismo argumento. Y si tomamos
En cuenta lo que viene sucediendo en los últimos setenta días, no podemos considerarlo novedad.
Estoy trabajando en Brasil, viajando todas las semanas saliendo de Aeroparque pues comodidad y me la merezco, creo, y estoy volando todos los jueves y domingos.
Ah! Al final confirmaste el argumento, pensarás. Pero no!
Estoy en avión, es jueves, salí de Aeroparque.
Pero este viaje es diferente. Después de varios meses, varios semanas, varios días, estamos viajando por placer.
Eligiendo el destino. Yo. Diego.
Y no sé si será mi Leo o mi Géminis o que se yo. Tal vez el barba que me hizo así o mi familia que me dió la vida. O simplemente porque soy así. Pero que lindo se siente cuando uno puede elegir algo lindo y llevarlo a cabo. Aunque para el afuera todo pueda ser color de rosas, el otro nunca sabe de las luchas internas. De las dudas, las ansiedades, las frustraciones, hasta las tristezas.
A veces me da culpa sentirme con culpa. Como que pienso que soy medio caprichito o desagradecido por todo lo bueno que me toca también.
Pero estas cosas, elegirlas, tienen otro sabor. No se que será. Pero traen felicidad.
Miento. Creo que si se que es. Me acabo de dar cuenta que lo sabia. Volví a leer el texto y estaba ahí.
Hay una diferencia en mi historia.
Una variable cambio. no se si ustedes notaran esa diferencia arriba.
La diferencia esta en el plural.
Estamos viajando.
Tal vez sea esa la clave de la vida. Tal vez simplemente, a veces, cuando no sabemos que hacer, tenemos que elegir hacer algo con alguien. con un amigo. Compartir con un amigo.
Por mas sorpresas que vivas, si las vivís solo, tienen otro sabor.
Los días ahora son mas grises.
Pero hoy no. Hoy no es un día gris.
Hoy el sol brilla, hay cielo azul. Hoy es luna llena. Hoy hay felicidad en el aire.
La felicidad esta en compartir.
Y que lindo es compartir con amigos.
Gracias Patito!
#retrouvailles2018 besos de piquito con la familia escogida. PBday. Día 5 #latepost #famigos
Entrevista ping-pong com Rafael de Paula Eduardo Faber, Coordenador Auxiliar do Núcleo de Habitação e Urbanismo da Defensoria Pública de SP
-FAMigos: O que o núcleo de habitação e urbanismo faz?
-Rafael Faber: O núcleo é um órgão da defensoria pública que tem como objetivo prestar suporte aos defensores públicos na área da habitação e urbanismo, tendo também um caráter de execução de atendimento em processos judiciais ou administrativos, em casos que sejam complexos e estratégicos e também subsidiariamente nas comarcas que não contam com ajuda da defensoria publica do estado.
-Como esse trabalho interfere nas favelas?
-Nós temos no núcleo uma atuação de âmbito estadual. Pelo fato de estarmos na cidade de São Paulo, temos um contato territorial maior, então atuamos bastante nas comunidades da cidade. Essa atuação, no caso do direito à moradia, pode acontecer tanto de uma forma administrativa, ou seja, previamente ao ingresso de uma ação judicial, de um processo, ou de uma forma processual. Inicialmente, nós tentamos esgotar todas as formas administrativas de solucionar um conflito possessório ou de então implementar uma regularização fundiária urbanística de uma comunidade. Normalmente nós somos procurados por representantes de uma comunidade com a notícia de que estão correndo o risco de serem removidos dessa comunidade, ou com alguma necessidade de urbanização, como a implantação de um serviço de infraestrutura, de esgoto, de fornecimento de água. As primeiras coisas que precisamos identificar são qual a natureza deste terreno ocupado, se é publico ou particular, e há quanto tempo esta comunidade esta no local, por que dependendo destas questões, as soluções são diferentes.
-Quais as maiores dificuldades que vocês enfrentam nestes trabalhos?
-Atualmente, temos tido bastante dificuldade de implementar o direito à moradia na esfera administrativa, nas conversas com o governo, com o município e o estado. Porque normalmente tem sido falado muito na falta de orçamento na área da habitação e urbanismo e da moradia de uma forma geral.
-Como vocês contornam esses problemas?
-É bastante difícil por que justamente a atuação da defensoria publica acaba sendo muito limitada. Se não conseguimos esgotar a questão fora do judiciário, a única alternativa que nos resta é ingressar com uma ação judicial. E por dever, a gente tem que esgotar todas as instancias do judiciário. Nós movemos com uma ação de primeira instancia. Se essa ação nos for desfavorável, nós recorremos e vamos pro tribunal. Se no tribunal também obtivermos uma resposta negativa, Nós recorremos pro STJ e pro STF. Nossa atuação acaba sendo restrita por que dependemos de uma resposta do judiciário.
-Juridicamente, como uma favela pode vir a se tornar um bairro?
-Nós temos várias medidas para possibilitar a regularização de uma favela. Temos medidas urbanísticas, que seriam as medidas para implementação de infraestrutura, como pavimentação, fornecimento de esgoto, de água, e tempos medidas para assegurar o direito à posse dessas pessoas, para regularizar a situação possessória. Um procedimento de regularização fundiário tem que dar conta disso tudo. pela lei, a defensoria publica ou uma associação de moradores poderia ingressar com um pedido junto à prefeitura, para que seja aberto um procedimento de regularização fundiária do local para que, primeiro, a situação da posse dessas pessoas seja regularizada, para que elas tenham um documento que permita que elas permaneçam com certa segurança no local, e para que outras medidas de estruturação sejam implementadas para possibilitar a permanência dessas pessoas nessas áreas.
-Quais melhorias nas politicas publicas para moradia são necessárias?
-Há alguns estudos hoje que dizem que o programa Minha Casa, Minha Vida não seria voltado simplesmente para permitir o acesso à moradia. Eles está muito relacionado à você fomentar a construção civil, e com isso seria um instrumento de impacto econômico, não puramente de implantação do direito à moradia. Hoje o que nós vemos é uma redução no orçamento direcionado ao MCMV, onde uma habitação é disponibilizada, e a pessoa comprará aquele imóvel em parcelas com um abatimento no preço, pois o estado comprará parte daquele imóvel. Isso é um instrumento mercado lógico, por que no final das contas ela irá adquirir a propriedade, e depois de um tempo ela poderá revender. Então, essa casa adquirida se torna um bem que não sai da logica do mercado. Se vier uma crise, aquela família provavelmente venderá aquele imóvel e irá morar em um lugar mais barato. Isso não é interessante, pois você não soluciona o problema da moradia. Você está entregando um bem para aquela pessoa, e ela poderá coloca-lo novamente no mercado. Por outro lado, há outras políticas que seriam mais interessantes para que a pessoa tenha de fato o acesso à moradia. Hoje em dia, há em alguns municípios a regulamentação de uma politica que se chama Locação Social, onde o estado adquire, desapropria determinados imóveis, ou coloca imóveis seus à disposição de pessoas de baixa renda, para que elas possam morar por tempo indeterminado pagando um aluguel mensal com valor baixo. A pessoa vai morar ali durante um período grande, possivelmente até o final da vida dela, só que nunca irá adquirir a propriedade daquele imóvel. Ou seja, aquele imóvel nunca será colocado dentro do mercado, e não corre o risco dele ser mercantilizado.
-As políticas públicas para moradia estão sendo desvirtuados?
-Nós precisamos de políticas que sejam vai abrangentes. Essas políticas ainda são muito tímidas e não atendem toda a população que necessita da implementação do direito à moradia. De acordo com o censo, hoje nós temos mais imóveis vazios ou subutilizados na cidade de São Paulo do que de pessoas que efetivamente precisam morar. Então, se conseguíssemos ter uma politica que identificasse quais são esses imóveis abandonados, impedisse que fossem utilizados para especulação imobiliária e lhes fossem dados uma destinação, nós teríamos uma queda do valor do aluguel e de valor dos imóveis, e poderíamos destina-los para a população que necessita. Precisamos cada vez mais desvincular o direito à moradia dessa lógica de mercado, de aquisição de um bem, de um direito que se adquire, que se compra e transforma-lo realmente em um direito social, que o estado precisa estar preparado pra fornece-lo a quem precisar, independente de a pessoa ter dinheiro ou não para compra-lo. Essa Locação Social seria muito melhor para o idoso, onde ele poderia morar nesse imóvel sem ter a necessidade de adquiri-lo. E muitas vezes, pessoas de rua não tem um trabalho permanente, não tem um salario fixo com que ela possa contar mensalmente para se programar e adquirir uma moradia. Então a Locação Social também seria uma solução para essa população, pois elas não teria que se preocupar em adquirir o imóvel, mas pagariam uma parcela mensal muito baixa para ter seu direito à moradia atendido.
MASP quebra Paradigmas com nova exposição
No último dia 20 (sexta-feira), o MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) inaugurou a exposição "Historias da Sexualidade", que conta com obras de mais de 150 artistas, e visa estimular um debate sobre o assunto. Pela mostra ter algumas obras com conteúdos "pesados", como violência, o museu decidiu liberar a entrada apenas para a maioridade, sendo proibida para menores de 18 anos.
Consebida em 2015 e tendo dois anos de pesquisas, a exposição não poderia ter aberto em melhor hora. Recentemente, no Brasil e no mundo, houveram protestos, manifestações na internet e discussões sobre a sexualidade, direitos individuais e liberdade de expressão. Assim, o MASP toma como missão estabelecer diálogos sobre o assunto.
Nessa mostra estão reunidas mais de 250 obras, sobre diversos assuntos, como totemismos, religiosidade, jogos sexuais, corpos nus e performatividades de gênero, com nomes de Picasso, Renoir e Manet a Adriana Varejão, Leonilson e Leda Catunda.
Entrevistamos umas das coordenadoras do museu e perguntamos sobre o público:
-FAMigos: Como você observa a reação das pessoas às obras? -Coordenadora: As pessoas estão aceitando bem. Muitas se questionam se algumas obras são realmente arte, e até nos perguntam os significados. Mas apenas dizemos que vai de pessoa para pessoa. Alguma obra pode me trazer visão sobre algo, mas pode lhe trazer sobre outro assunto.
-Você percebeu algum tipo de protesto ou indignação dos visitantes? -Não. Não que eu tenha percebido. Tanto lá fora como aqui dentro. Digo até pelo contrário. Vi muitos visitantes dando apoio e sendo a favor da exposição, até por conta dos episódios que ocorreram recentemente, como o caso do "Queermuseum".
-A exposição está satisfazendo o público? -A meu ver, sim. A maioria das pessoas se mostram satisfeitas com a mostra. Teve até alguns visistantes que comentaram que não viram nada de mais nas obras. As pessoas criticam de mais antes de conhecer e entender as coisas.
A exposição estará disponível até 14/02, às Terças, Quartas, Sextas, Sábados e Domingos das 10:00 às 18:00 e Quintas das 10:00 às 20:00, com entrada gratuita às terças-feiras.
A aposentadoria mais rápida da Formula 1
Enquanto alguns enfrentam uma batalha com o INSS, Felipe Massa recusa aposentadoria pela segunda vez
A famigerada despedida do piloto automobilístico foi emocionante em 2016. Tão emocionante que durou até a assinatura com a Williams semanas depois – Convidado pela Claire Williams, Felipe atendeu a chamada e seguiu rumo ao cockpit da equipe britânica da Season 2017. Aparentemente, ignorou completamente seu “bye-bye” em Interlagos e deu continuidade à sua carreira por mais um ano. Ou, no caso, dois.
Com previsão para um possível título mundial, segundo a Williams. Felipe Massa é aclamado pela companhia tecnológica e aceitou estender seu contrato para mais uma temporada em 2018. Em entrevista ao Globo Esporte, ele argumentou:
— Eu estou em boa forma. Meu jeito de pilotar, meu entendimento do carro e tudo. Não tenho motivos para não ficar na Fórmula 1, mas vamos ver o que vai acontecer. Eu estou correndo com muito mais tranquilidade e também fico feliz com o que faço no carro. Tive azar em algumas corridas, infelizmente, mas estou curtindo. Não pensar em algumas coisas que fazem parte do seu trabalho simplesmente te deixam mais relaxado, fazendo o que gosto de fazer, aproveitando, sem pressão.
O brasileiro ocupa o 11° lugar do campeonato, acumulando 31 pontos na lista (três pontos a mais que seu companheiro Lance Stroll). Enquanto Lewis Hamilton, da Mercedes, conquista 263 pontos até o momento, estando em 1° no ranking.
Cuando tus #famigos tienen el mismo nivel de locura y el mismo gusto musical #jessyyjoy (à Cifco El Salvador)
dancin ocs for art trades with my lovely amigos @capyparade and (shiki kaite is a v old oc who belongs to) @poisparachute 💕