// <![CDATA[ alert("Hey, gatita! *-* Bem vinda à nossa fic!"); // ]]> // <![CDATA[ alert("Já sonhou em ser famosa?"); // ]]> // <![CDATA[ alert("Bom, seu sonho será tornado realidade."); // ]]> // <![CDATA[ alert("Bem, então responda: "); // ]]> // <![CDATA[ var One_Direction = prompt("Qual é a banda que você vai ler essa historia?","") // ]]> // <![CDATA[ var Rebecca = prompt("Qual seu nome, amorzinho?","") // ]]> // <![CDATA[ var Becca = prompt("Seu apelido, coração?","") // ]]> // <![CDATA[ var Marquy = prompt("E seu sobrenome?","") // ]]> // <![CDATA[ var Harry = prompt(" Qual é o nome do seu guy?","") // ]]> // <![CDATA[ var Styles = prompt("E o sobrenome do seu idiota favorito?","") // ]]> // <![CDATA[ var verdes = prompt("Qual a cor dos olhos do seu guy favorito? No plural.","") // ]]> // <![CDATA[ var Juliana = prompt("Agora responda, brotinha: o nome da sua melhor amiga. ","") // ]]> // <![CDATA[ var Ju = prompt("E qual o apelido dela?","") // ]]> // <![CDATA[ var Coutinho = prompt("O sobrenome dela é:","") // ]]> // <![CDATA[ var Louis = prompt("Qual nome do segundo guy? O sortudo que ficará com sua melhor amiga!","") // ]]> // <![CDATA[ var Tomlinson = prompt("Sobrenome do mesmo:","") // ]]> // <![CDATA[ var Niall = prompt("E o nome do terceiro guy? Ae, tão acabando as perguntas *-*","") // ]]> // <![CDATA[ var Horan = prompt("Sobrenome do terceiro?","") // ]]> // <![CDATA[ var Zayn = prompt("Diz aí o nome do quarto guy.","") // ]]> // <![CDATA[ var Malik = prompt("Sobrenome do quarto:","") // ]]> // <![CDATA[ var Liam = prompt("Opa, opa, e o nome do último, mas não menos importante, é:","") // ]]> // <![CDATA[ var Payne = prompt("Uhu, última pergunta! Finalmente, o sobrenome do quinto guy:","") // ]]> // <![CDATA[ alert("Don't have nothin' like fame. Enjoy babe, e não esqueça de comentar lá no final! Xx "); // ]]>
Eu sei o que a maioria das pessoas acham: que ser modelo é completamente fácil. Que é o emprego dos sonhos. Que eu estalo o dedo e tenho tudo que eu quero.
Mas não é bem assim. Acabei de sair de uma sessão de fotos da nova campanha da grife da minha mãe. É claro que ela faz roupas lindíssimas, e já vestiu varios famosos de quem eu sou fã. Não me leve a mal, acho divertido as vezes, e gosto da ideia de ser a modelo principal da grife. Eu sei que minha mãe se orgulha de mim, porque ela sempre vai nas sessões e fica fazendo poses comigo.
Mas as vezes, sabe, é cansativo ser assim. Eu só queria ser normal e poder ir ao shopping com as minhas amigas ao inves de ficar duas horas numa sala de cabelo e maquiagem pra proxima sessão de fotos da Teen Vogue. É chato demais. Pelo menos a comida é gratis, e sempre tem um sorvete pra mim.
Bati a porta do apartamento assim que entrei, tirando minhas ankle boots de couro e largando ali na entrada mesmo.
- // <![CDATA[ document.write(Becca) // ]]> ! É você? - minha irmã cantarolou meu nome e veio correndo em minha direção com aqueles saltos enormes cor de beringela. Deus, quem veste essa menina?
- Sim, sou eu. - falei - E não, não vou te emprestar nenhuma roupa, nem vou te apresentar nenhum modelo, nem vou sair pra passear com o cachorro porque essa é sua vez de levar ele na rua, e não, NÃO MESMO, vou fazer brigadeiro de panela pra você.
-Que malvada!
- Sim, sou o mal encarnado.
- Você é revoltada com a vida ou algo assim, // <![CDATA[ document.write(Rebecca) // ]]> ? – Perguntou Lindsay.
- Não, Lindsay, eu apenas não estou com humor hoje. – Falei me jogando no sofá – A mamãe disse que horas volta?
- Ela não disse pra você? – Perguntou.
- Não, ela saiu do meio da sessão de fotos e logo depois não a vi mais.
- Entendi. Não, ela não disse, mas deve voltar no mesmo horário de ontem. – Deu ombros – Tchau maninha!
- Pra onde vai? – Perguntei antes que ela cruzasse a porta.
- Vou sair com o Jake. – Falou.
- Espera, você não estava saindo com o Adam?
- Não mais, ele foi um idiota. – Ela fez um biquinho.
- Espera, o que aconteceu agora? – Perguntei.
- Eu e ele estávamos naquele restaurante maravilhoso em Paris, eu queria chamar os paparazzi pra divulgar o nosso namoro, mas ele não quis, queria esperar, então eu disse que ele estava sendo criança, não me amava, e terminei. – Disse e fez sua pose de sempre.
- Tudo bem, tudo bem, pode ir – Falei e ela deu alguns pulinhos.
- Beijinhos! – Disse e saiu logo em seguida.
Agora finalmente vou para a minha linda, amada e doce cama. Eu estou morta! Eu estou trabalhando a dias e dias seguidos, chego em casa ás 23 horas e acordo as 06 para trabalhar, não consigo com essa vida.
Tomei um longo e quente banho para relaxar e deitei na cama, fechando os olhos e relaxando. Quando estava quase pegando no sono, ouço um barulho de guitarra do andar de cima. Não, ele de novo não!
Vou explicar para vocês: Eu tenho um vizinho a três semanas que não me deixa descansar, só fica tocando essa guitarra, e ele tem que entender que ELE NÃO TOCA BEM.
Levantei da cama com o meu pijama de unicórnios... Sim, unicórnios, eu gosto de unicórnios, eles são legais.
Fui para cozinha onde Marie estava varrendo.
- Marie, me empresta a vassoura, por favor? – Pedi e ela me deu.
- O que a senhorita irá fazer? – Ela perguntou quando estava saindo da cozinha.
- Você verá. – Gritei subindo as escadas com a vassoura na mão.
Entrei no meu quarto e o maldito ainda estava tocando aquele som péssimo.
Bati algumas vezes no teto com a vassoura e o som parou, esperei alguns segundos para ver se ele continuava e ele não continuou, sentei na cama e joguei a vassoura no chão.
- Acho que agora ele parou – Falei pra mim mesma.
Alguns segundos depois ele bateu com alguma coisa no meu teto, ou seja, no seu chão e logo depois voltou a tocar a maldita guitarra.
- Não pode ser, deve ser um carma na minha vida. – Resmunguei – Pra mim chega, agora ele vai ver.
Nem me importei em trocar o pijama, estava tão irritada com isso que eu só queria ir lá matar ele. O garoto está aqui a 3 semanas e já acha que pode fazer todo barulho que quiser. Que abusado! E já perguntei dele pro porteiro e ele disse que é um cara famoso, e eu não tenho a mínima ideia de quem seja e nem quero ter, mas ele vai ter que me ouvir.
Sai do meu apartamento batendo a porta, o que fez Marie me olhar assustada antes de sair.
Entrei no elevador, fazendo uma velhinha me encarar por conta do meu pijama.
- Que foi? Nunca viu uma garota com pijamas de unicórnio? – Falei e ela pigarreou virando pro lado oposto.
Sai do elevador e fui até o apartamento 813 – eu sei do apartamento dele porque era o único a venda – bati varias vezes na porta e ninguém atendeu, quando ia bater novamente abriram a porta.
Ok, confesso que a minha raiva deu lugar ao meu espanto. Meu Deus.
Primeiramente, por que aquele ser irritante da guitarra tinha que vir atender a porta usando usando uma cueca boxer com estampa do Bob Esponja?
Tipo, ficou uma situação ridícula, porque eu estava vestida de unicórnios encarando um cara com boxers do Bob Esponja que me encarava de volta com o mesmo espanto.
Ele tinha olhos muito // <![CDATA[ document.write(verdes) // ]]> , expressivos, e me avaliaram de cima abaixo.
Ele passou os olhos pelas minhas pantufas, sorrindo de lado, e foi subindo, demorando no meu corpo, parecendo se divertir com meu pijama. Então olhou diretamente em meus olhos.
Gelei. Ele não sorriu, mas estava com um ar debochado que novamente me fez ficar com raiva.
- Oi, garota de pijamas. - Ele falou com uma voz profunda, carregada de deboche. Me avaliou de cima abaixo de novo e deu um sorrisinho.
Revirei os olhos e respondi.
- Vou ser direta. Seu apartamento fica em cima do meu. Quando você toca essa guitarra maldita, automaticamente o som vai todo pro meu quarto.
Terminei de falar, esperando que ele se tocasse e implorasse por desculpas, dizendo que não faria isso novamente. Mas não foi assim.
- Que trágico, isso deve te incomodar muito. – Ele disse.
- Incomoda - concordei.
- É uma pena. Espero que tenha sorte em achar outro apartamento.
- Como é? – Perguntei indignada.
- Provavelmente você vai querer se mudar, não? Pra fugir desse incomodo tao grande que eu represento - Ele sorriu de lado, se recostando na aresta da porta.
Encarei-o estupefata.
Eu não sabia bem o que dizer. Meu sangue estava fervilhando de raiva, porque o pior tipo de pessoa pra mim era como ele. Arrogante, debochado, sonso e mal educado.
Cruzei os braços e o encarei.
- Está me dizendo que não vai parar de fazer barulho? - perguntei.
- Se foi assim que você interpretou... - Ele sorriu de novo. - A propósito, as vezes tem um barulho estranho no meu assoalho vindo do seu quarto.
- Eu bato no teto com um cabo de vassoura pra você você parar de tocar. - Falei já irritada.
Fiquei surpresa quando ele gargalhou, de um jeito espontâneo. Os olhos dele se estreitavam quando ele sorria, e quase parecia adorável.
- Um cabo de vassoura? - Ele me encarou, ainda com os olhos serrados - Posso pensar em fazer menos barulho, só por causa da sua criatividade.
- Tem que parar com o barulho por completo. - Eu disse. - Ou terei que te processar.
Ele não sorria agora, parecia arrogante.
- Tente. Sabe quem eu sou?
- Um idiota qualquer que toca terrivelmente mal e usa cueca do Bob Esponja. - respondi seca – E você sabe quem eu sou?
- Não – Ele disse avaliando meu rosto e dando um sorriso debochado.
- Se você não sabe quem eu sou, você realmente espera que eu saiba quem você é? – Perguntei e ele deu mais um de seus ridículos sorrisos debochados, que eu até poderia achar adorável, se não fosse tão arrogante e se não fosse ele. – Então, por favor, aceite o conselho da sua linda vizinha: Não toque nunca mais, por que você é ruim, você não toca bem, você é péssimo. Aceite esse conselho, e você, talvez, terá sucesso na vida.
Virei para ir embora, mas antes que pudesse dar algum passo, ele disse:
- Concordo com o ‘’linda’’. – Falou me fazendo virar para ele - Ah, e uma coisa: eu sei quem você é, inclusive acho que voce estava muito sexy naquela campanha da Dior. Eu te pegaria fácil.
- Vá se ferrar!
Ele soltou uma risada.
- Te vejo por aí.
- Deus me livre, nem pense em uma possibilidade dessas. – Falei fazendo um sinal de cruz.
- Possibilidade? Acho que nao, foi uma afirmação mesmo, coração. – Falou.
- ‘’Amorzinho’’, ‘’coração’’, mais algum apelidinho ridículo? – Perguntei cerrando os olhos.
- Eu posso te chamar de tudo que você quiser. – Falou dando um sorriso cínico desta vez.
- Você não vai precisar me chamar de mais nada, por que a gente nunca mais vai se ver. – Falei.
- Nunca diga nunca, // <![CDATA[ document.write(Rebecca) // ]]> .
- Como você...
- A proposito, meu nome é // <![CDATA[ document.write(Harry) // ]]> , // <![CDATA[ document.write(Harry) // ]]> // <![CDATA[ document.write(Styles) // ]]> . – Deu uma piscadela antes de entrar no seu apartamento.
Continua? (: