Hear him out, Pen. He has a point đ©”
Fantastic Polin commission for Sel
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Fantastic Polin commission for Sel
F + me đ
OjalĂĄ una parte de mĂ se quede en ti, aunque sea en lo mĂĄs mĂnimo, algo que se vuelva difĂcil de olvidar, en alguna palabra, en algĂșn silencio, que te pese con la misma ternura, con la que me pesa a mĂ.
Porque hay partes tuyas, que hacen parte de mĂ, partes que viven en mĂ, como si siempre hubieran estado, que se acomodaron en mi esencia, en mi manera de ver el mundo, en la forma en que camino, por calles que nunca fueron nuestras pero que aun asĂ tienen todo de ti.
Sin importar que, si el destino nos separa, y nos hace extraños en mundos distintos, nada podrå borrar lo que dentro de mà siempre habitarå de ti. Hay un pedazo tuyo, tan vivo, tan eterno, que se confunde con mi propia piel.
Y quizĂĄ, en algĂșn rincĂłn del tiempo, cuando menos lo esperemos, estas memorias vuelvan a encontrarnos. Tal vez no con los mismos cuerpos, ni con las mismas manos, pero con la certeza de que alguna vez fuimos todo lo que el mundo no pudo entender. Porque hay instantes que no saben morir, y el nuestro nos pertenece, late todavĂa en cada mirada perdida, en cada canciĂłn que se repite sin razĂłn.
A veces pienso que el universo guarda un lenguaje secreto, y que tĂș eres la traducciĂłn perfecta de todo lo que no sĂ© nombrar. Que el silencio entre nosotros es mĂĄs profundo que mil voces, que los espacios vacĂos se llenan de ti aunque ya no estĂ©s. QuizĂĄ no volvamos a ser, pero lo que fuimos seguirĂĄ creciendo en algĂșn lugar, como raĂces invisibles que sostienen lo que fuimos sin pedir permiso.
Y entonces entiendo que el amor, cuando es tan profundo, no conoce de finales. Que hay despedidas que solo ocurren afuera, porque por dentro todo sigue habitando. TĂș sigues aquĂ, en las grietas de mi memoria, en la piel que recuerda tu roce, en las palabras que no dije y en las que aĂșn no sĂ© decir. Y si un dĂa me pierdo, serĂĄ buscĂĄndote en cada fragmento de todo lo que alguna vez fuimos.
-chipnervous / Fer
sometimes I think I should just choose Fer bro, he's got the looks, he's always at the games and got access and everything, he's pedri's brother so like imagine being friends with him and the barca boys, he loves basketball and formula 1 too, and he COOKS. he fucking cooks for a living
Essa histĂłria se passa no mesmo universo de "musa", "teoria da branca de neve", "minha modelinho safada", "maestro", "dentro do carro, hoje vai ter putaria". EntĂŁo se quiser reeler para lembrar, fica Ă vontade ;). pro penĂșltimo imagine dessa fic resolvi voltar Ă s minhas origens e fazer aquela surubinha de lei, AGORA... SEM MAIS DELONGAS, se deliciem... TW: ME PASSEI MUITOOOOOOOOOOOOOO e nĂŁo peço desculpas.
Roleta-russa...
- TĂĄ espiando?
- NĂŁo...
- S/n...
- Ă, sĂ©rio, Enzo!
- TĂĄ! Se vocĂȘ diz...
A despedida de solteira com suas amigas tinha acontecido horas antes: brunch alcĂłolico seguido de baladinha. Esteban, por outro lado, manteve quase que em sigilo o que faria em sua despedida de solteiro. NĂŁo que vocĂȘ se preocupasse com traição, confiava demais no seu taco e ainda mais no taco de Kuku. Era literalmente vocĂȘ mandar um "late" e ele "au, au". Ă sĂł que... vocĂȘ era curiosa e nĂŁo saber o que ele faria na despedida de solteiro era meio... paia.
Depois de muita insistĂȘncia descobriu que ele teria uma noite de jogos com os amigos na cobertura do apartamento de vocĂȘs.
Na balada depois de alguns dirty martinis uma versão sua cheia de tesão enviou uma mensagem pra seu to-be-husband... "Quando eu chegar em casa é bom a louça estar lavada, a janta pronta e essa piroca dura."
Ele respondeu com uma figurinha engraçada, mas vocĂȘ nĂŁo estava brincando... e logo em seguida mandou um "quando tiver chegando avisa"
VocĂȘ dançou mais um pouco, aos poucos suas amigas foram indo embora atĂ© que dividiu uma corrida de carro de aplicativo com sua amiga.
- Mas eai? Vai parar com as brincadeirinhas com os outros? - perguntou sua amiga.
VocĂȘ arregalou os olhos, desde que aceitou o pedido de casamento, nĂŁo tinha pensado no que aconteceria depois.
- Ah, não sei... acho que sim, né? Não falei com ele sobre isso ainda.
- Mas, tipo, como funciona? VocĂȘ ama todos eles?
- NĂŁo! Amo o meu, os outros me divertem. Em parte funciona porque o Kuku se diverte muito tambĂ©m... mas agora vocĂȘ me fez pensar.
Passou o resto do caminho, olhando melodramaticamente pela janela e se questionando "e agora?"
Deixou ela em casa primeiro e seguiu pra sua.Â
O apartamento estava limpo como o combinado e, de fato, um pratĂŁo de macarrĂŁo te esperava em cima da bancada da cozinha. Amassou o spaguetti, tomou uma ĂĄgua para se recompor e foi direto para o banheiro se banhar. Achou que a noite dos garotos tinha chegado ao fim e ele estaria dormindinho na cama de casal, mas quando saiu do banheiro vestindo um babydoll sexy, nĂŁo encontrou Kuku esparramado pelo sofĂĄ.
"Onde estĂĄ?"
"Chegou?"
"Estou pelada na nossa cama."
NĂŁo estava, mas ele nĂŁo se incomodaria de arrancar quando a visse. Kuku, alguns andares acima, se arrepiou.Â
"EstĂĄ tesuda?"
"Como sempre, Esteban."
"Confia em mim"
VocĂȘ revirou os olhos para a tela do celular e digitou a coisa mais brega do mundo: "Com minha alma."
NĂŁo obteve respostas. Dois minutos a porta do apartamento foi aberta e vocĂȘ jĂĄ começou a sorrir maliciosa, principalmente pela posição ultra-sexual que se encontrava...
A pessoa que entrou no cĂŽmodo limpou a garganta e vocĂȘ deu um pulo.
- ENZO? TĂĄ fazendo o que aqui?!
Ele riu de canto do jeito que sĂł ele fazia.
- Vim te buscar... pelo visto jĂĄ estĂĄ preparada.
Olhou para a mĂŁo marcada por veias. Segurava um tecidinho preto.
- O que Ă© isso?
- Seu noivinho preparou uma surpresa pra vocĂȘ, nena.
VocĂȘ se arrepiou por inteira da nuca Ă ponta dos pĂ©s.
Enzo olhou para os mamilos arrepiados no tecido fino do babydoll.
- Vamos, vira.
VocĂȘ, meio contrariada, virou de costas. O Vogrincic nĂŁo te sequestraria, nĂ©?
Delicadamente colocou a venda nos seus olhos e pelo pescoço foi te guiando para fora do apartamento.
- TĂĄ espiando?
- NĂŁo...
- S/n...
- Ă, sĂ©rio, Enzo!
- TĂĄ! Se vocĂȘ diz...
Sabia que estava no elevador pelo "plim" e pelo frio que tocou sua pele.
- Enzo, o que estĂŁo aprontando?
- Relaxa, vocĂȘ vai gostar.
Te fez sair do elevador.
O cheiro do ambiente era uma mistura de cigarros, becks, perfumes variados amadeirados, cerveja e fumaça de lareira e da churrasqueira. Ele te levou atĂ© o Ășltimo andar, por quĂȘ? Ouvia a mĂșsica tocando, o fogo crepitando e respiraçÔes pesadas.
- Esteban?
- Eai, S/ninha! - era a voz de Recalt.
- Mathias? Oi! CadĂȘ meu marido?
- Assim vocĂȘ deixa a gente triste, bebĂȘ! Ele nĂŁo Ă© seu marido.Â
VocĂȘ revirou os olhos por debaixo da mĂĄscara.
- Ă, mas logo serĂĄ e eu quero ele agora.
- Mandona, como sempre...
- Amoor? - vocĂȘ tentou mais uma vez.
- Ele nĂŁo vai te responder, bobinha. NĂłs criamos uma brincadeira.
- Ah Ă©? AH! - VocĂȘ gritou pois foi retirada do chĂŁo e colocada em cima de uma bancada de mĂĄrmore gelada. Reconheceu o perfume de Contigiani - Fer?
- Olha que putinha! Ela te reconheceu sĂł pelo perfume, Fernando! - cuspiu MatĂ - Vamos ver se vai reconhecer por outras coisas.
VocĂȘ ia dar uma alfinetada no rapaz, mas se assustou novamente com outro cheiro e um suspiro no seu ouvido.
- Oi. Sou eu, de novo - era Enzo com as mãos na sua cintura, ele se aproximou e roçou o peito quente contra o seu - Kuku pediu pra avisar que... bom, se ficar desconfortåvel com algo, é só falar que a gente para.
- Qual foi, Enzo? Que que tĂĄ acontecendo? CadĂȘ meu noivo?
- Caaaalma, gatinha. Vou ser o mais claro possĂveç... o negĂłcio Ă© o seguinte - começou MatĂ - seu futuro maridinho estĂĄ de pau duro num lugar cheio de outros homens de pau duro. E vocĂȘ, bom, sĂł sai daqui, depois que descobrir qual pau Ă© o dele.
VocĂȘ tossiu de nervosa. COMO ASSIM?
- SerĂĄ que ama mesmo? - começou a falar num tom de apresentador de televisĂŁo - SerĂĄ que conhece cada veia do pau do Esteban? Eu to olhando pra ele agora, ei!, participante, nĂŁo pode mandar o dedo do meio para o apresentador.Â
VocĂȘ ouviu a risada de Fran e pensou "atĂ© ele tĂĄ no meio disso?"
- Entendeu, S/N? - perguntou Enzo.
- E-entendi, eu acho.
- Antes, eu acho que ela precisa de uma ajudinha - disse a voz suave de Fran Romero chegou aos ouvidos e sem vocĂȘ saber uns 3 deles correram para te alcançar. Sentiu os dedos compridos do homem puxando suas pernas, fazendo com que vocĂȘ deitasse.
Soltou um gemido no processo. VocĂȘ ajudou ele a abaixar o shortinho do conjunto e logo sentiu beijos delicados na testa de baixo. Ele respirou bem fundo e beijou e gemeu e...
- Que saudades disso.
- EI- era um protesto de Esteban pois Fran se passou demais, mas foi abafado pela mĂŁo de Recalt.Â
VocĂȘ gemeu na lambida delicada e entĂŁo quando ele afastou os grandes lĂĄbios afim de te abrir mais. Inconsientemente vocĂȘ levou as mĂŁos aos cabelos loiros e rebolou contra a lĂngua.Â
Cada vez mais molhada, cada vez mais cheia de tesão. Quem sabe essa roleta-russa de pau foi uma excelente ideia para encerrar essa fase de putaria mais que pecaminosa com chave de ouro.
VocĂȘ gemia e rebolava atĂ© que a boca de Fran foi arrancada de sua buceta.
Ele protestou, mas tinham muito pela frente.
- Serå que ela estå pronta para o primeiro round? - questionou Recalt com a voz engraçada - Vamos ver - e sem aviso prévio deslisou dois dedos para dentro.
- Porra!
- Teremos muita hoje, prometo. E sim... ela estĂĄ no ponto que a gente gosta. Venha.
E com firmeza, mas não brutalidade, te tirou da bancada e guiou até um espaço.
VocĂȘ desceu poucos degraus, sentiu o tecido do tapete de couro sob os pĂ©s e reconheceu que ambiente do salĂŁo estava. Era uma ĂĄrea cheia de sofĂĄs que ficava meio abaixo do solo e formava um quadrado.
Estava com um frio na barriga por essa experiĂȘncia esquisitĂssima que estava prestes a passar.
 - O negĂłcio Ă© o seguinte: os participantes podem te foder atĂ© que vocĂȘ descubra quem ele Ă©! Assim que vocĂȘ disser o nome, acabou e prĂłximo. Entendido?
- Sim! - vocĂȘ respondeu ansiosa.
- E VAMOS PARA O PRIMEIRO PAU!
- Eu vou ter que sentar em todos? - vocĂȘ questionou jĂĄ com preguiça.
Alguns riram.
- Veremos.Â
O primeiro par de mĂŁos de agarrou e puxou para o colo.Â
De costas, do jeito que estava, não tinha como reconhecer quem era e perfume também não sentiu. Foi só quando o membro começou a brincar com a sua entrada que desvendou quem era.
O rapaz tentou segurar o gemido, mas assim que vocĂȘ pegou o pau fino e comprido dele e sentou... BlĂĄs Polidori se soltou.
-Ă o BlĂĄs.
- ACERTOU!
NĂŁo pode curtir muito, pois tinha mais paus pra descobrir.
- Tudo bem, vamos lĂĄ - te encaminhou para o prĂłximo.
Apenas dois do grupo tinham os paus tortos para a direita, mas foi a forma como ele te posicionou de quatro no sofå - bem curvada com os braços ligeiramente esticados para trås - que soube quem era. Mas diferente da rapidez do primeiro, deixou que Contigiani te fodesse.
VocĂȘ aproveitou e se empinou cada vez mais, sentindo a cabecinha latejante enconstando quase que no Ăștero.
Soltou uns gemidos, mas mordia a boca para nĂŁo exagerar, atitude sexy pra caralho que deixou os prĂłximos participantes cada vez mais tesudos.
- E QUAL. Ă. O. DONO. DO. PAU? - perguntou pausadamente.
Com sua respiração entre-cortada era difĂcil pronunciar Fernando Contigiani, entĂŁo soltou um "Fer" - CERTA RESPOSTA!
Novamente posicionada de quatro, Fran meteu nĂŁo sĂł o pau dele, como invadiu sua entrada com dois dedos. VocĂȘ gemeu surpresa e atĂ© esqueceu que precisava descobrir quem era aquele pau. NĂŁo sentiu perfume, malemĂĄ sabia diferenciar que pau te invadia.
Foi quando ele se abaixou e vocĂȘ sentiu a correntinha nas suas costas que disse:
- Ă o Fran?
Eles aplaudiram como um reality show.
- Que vadiazinha a gente conseguiu, ein? - disse o "apresentador".
Dali a pouco o outro pau torto pra direita entrou rapidinho, na mesma posição, mas nĂŁo pode aproveitar por muito tempo, pois sem pensar vocĂȘ disse:
- MatĂ, nĂŁo sabia que vocĂȘ tava na brincadeira.
Ele revirou os olhos e os outros rapazes começaram a protestar que ele tinha que sair dali, jå que foi descoberto.
Um grito quase que pornogrĂĄfico ecoou na cobertura pela forma com que foi fodida pelo prĂłximo "participante". VocĂȘ nĂŁo tinha acesso Ă pessoa, mas estava deitada, com as pernas abertas e apoiadas no estofado e sentia a cabecinha brincando com a entrada molhada, quando entrou tudo vocĂȘ nĂŁo conseguiu segurar os gemidos.
O pau nĂŁo tĂŁo comprido, compensava na grossura.
Sabia que era Vogrincic, mas tava tão bom que começou a gaguejar.
- Ă-Ă© o-o-o.
- FALA, SN! - MatĂ chato querendo acabar com o momento.
- Quem Ă©?
Não conseguia formular a frase, mas também não queria gozar agora... queria o pau do seu homem.
- ENZO! - soltou depois de muito tempo.
Depois de um minuto de respiro, para acalmar o coração e tomar um gole de ågua, a brincadeira voltou.
VocĂȘ foi praticamente empurrada para o colo do Ășltimo e sĂł de sentar nas coxas grossas e sentir o nariz comprido no pescoço, soube que era Kuku.
- Finalmente - vocĂȘ sussurrou e sorriu. Os braços fortes te rodearam e finalmente sentiu o Ășnico pau sem camisinha daquela noite... o do seu marido.
"Where is my husband?" da RAYE começou a tocar e vocĂȘ sabia muito bem onde o seu estava... em baixo de vocĂȘ.
A primeira sentada foi bizarra e logo tombaram os corpos para trĂĄs.
Ele continuou metendo por baixo e te puxava para perto, fazendo com que suas costas deitassem no peito dele, procurando um ùngulo melhor para atingir seu ponto G.
Os dedos cumpridos e ĂĄgeis que fazem carinho no seu rosto pela manhĂŁ, estavam ocupados dedilhando seu grelinho inchado que buscava alĂvio.
A boca que sempre lhe dizia palavras romĂąnticas, gemia no seu ouvido.
Os seios balançando a cada estocada.
Os corpos quentes e suados e cansados buscando alĂvio.
- A-amor - vocĂȘ gemeu trĂȘmula e FINALMENTE a venda tinha sido retirada.Â
O auge do harĂ©m reverso: aqueles homens todos encarando a cena erĂłtica que vocĂȘ e seu noivo faziam, os paus latejando de desejo, o cheiro de sexo no ar, o som da foda e dos gemidos. Foi loucura demais, informação demais.
Gozaram juntos.
E vocĂȘ deitou contra o peitoral masculino.
A Ășltima coisa que ouviu antes de pegar no sono foi Recalt e BlĂĄs rindo:
- AlĂĄ, a S/N Ă© goza e dorme, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Ă, foi uma sessĂŁo bem intensa, nĂŁo poderiam te julgar.Â
Seu noivinho te levou de volta para casa, sem nem dar bola para os amigos.
Te carregou de lĂĄ pra cĂĄ, te deu banho e vestiu, no fim, estava deitado com vocĂȘ e te enchia de beijinhos. Os selinhos ali nĂŁo eram sexuais. Ele te abraçava como se fosse a Ășltima garrafa de ĂĄgua no deserto. Estava feliz demais com a loucura que tinham feito.
- Eai, curtiu a despedida de solteira?
VocĂȘ suspirou cansada e se esparramou na cama rindo. QUE PORRA vocĂȘs tinham feito? Kkkkkkkkkkkkk.
*
E entĂŁo casados.
Finalmente.
Esteban teve que aguentar muito seu jeitinho saideiro de ser - inclusive tinha apoiado e inventado, muitas das peripĂ©cias - mas estavam finalmente casados.Â
Agora, deitadinhos juntinhos em sua noite de nĂșpcias, pĂłs um sexo amoroso e selvagem e amoroso e selvagem, relembravam os momentos mais loucos e sexys que tiveram. Tipo quando transaram na sala da aula de aula da faculdade, no museu, no cinema, entre outros, mas principalmente, as atividades... em grupo.
NĂŁo que quisesse algum deles romanticamente, mas era divertido. Lembrou brevemente de Enzo, MatĂ, BlĂĄs e Fran... os padrinhos de casamento!
VocĂȘ suspirou fundo e se aconchegou mais no peito pincelado de sardinhas do homem.
- Agora acho que acabamos com essas folias, nĂ©? Sr e Sra Kukurizca. Um casal de respeito - vocĂȘ disse encarando suas mĂŁos unidas e as alianças reluzentes.
Ele demorou um pouco para responder, mas quando o fez, te surpreendeu.
- Jamais - ele disse e vocĂȘ ergueu a cabeça para encarĂĄ-lo - Acabamos de começar, mi amor.
- à sério?
- Sim - respondeu Kuku rindo da sua carinha de choque e felicidade. VocĂȘ se ajoelhou na cama eufĂłrica. Jurava que ele ia querer acabar com essa coisa bizarra que vocĂȘs faziam de vez em quando.Â
- Mas, espera... tå falando sério mesmo?
Ele assente pela segunda vez, colocando uma mecha de cabelo atrĂĄs da sua orelha.
- Desde que faça minha esposinha feliz...
E vocĂȘ o atacou... de novo e de novo.
valtteri bottas looking 'stache