Desde que o pecado entrou no mundo, a maior fraqueza do ser humano passou a ser a ‘carne’. E, o diabo, sabendo disso, é um ‘atravessador’.
A ‘carne’ é sensualista e sensacionalista.
Sensualista no sentido de buscar os próprios interesses, vivendo de deleites e sensações. Sensacionalista por gostar de aparecer, de ser o centro e de se esbaldar.
Viver na ‘carne’ é viver baseado em função de fúteis emoções e desejos vãos. Por isso, quem vive na ‘carne’, é almático, e vive sob utopias. Ainda que aos próprios olhos se dizer em ‘liberdade’!
Há grande diferença entre o poder de escolha e a exigência de uma escolha pré-determinada. Liberdade é o poder de escolher se Sim ou Não. Pela racionalidade inerente ao homem. Na ‘carnalidade’ são os sentidos que determinam e controlam tudo, e isso faz do homem: um escravo, pois, não lhe deixa escolha.
Agir ‘na carne’ e promover festas ‘para a carne’ não é liberdade sob perspectiva alguma! A vontade da ‘carne’ gera confusão: uma hora quer, na outra não quer; uma hora sente, na outra hora não sente... a ‘carne’ nunca se satisfaz!
Engana-se quem pensa que a ‘carne’ é só prostituição, adultério, bebedices, drogas, uso de roupas sumárias ou o não uso de roupas, não é só isso!
‘Carne’ também é a idolatria, inimizades, a raiva, as brigas, invejas, a avareza, homicídios, glutonarias, heresias etc., e tudo isso um grande estandarte do Carnaval. Será possível provarem que não?
Ofender ou escandalizar o próximo, negando a consciência moral de boa vivência, e respeito, em comunidade é, também, uma grande afronta, isso traz consequências desastrosas, cedo ou tarde.
Atitudes apelativas do Carnaval se apresentam num nível ainda mais assustador do que é visto no cotidiano e do que foi dito até agora. Tanto nas ruas quanto nos ambientes reservados.
Tais atitudes vão contra o Amor, e Jesus nos disse: "Amai a Deus sobre todas as coisa e ao teu próximo como a ti mesmo. "(Mt22.37,39) Só pode respeitar o outro quem a si mesmo se respeita. Fato.
NY





