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ETERNAMENTE ZÉ CARIOCA
Tenho muito orgulho de minhas raízes e de ser Brasileiro.
Mas ainda hoje pensamos como colônia. De Portugal, me perguntam? Não, de qualquer país. Importamos e replicamos quase tudo. A cultura nacional é em muitos casos, repaginação de algo americano, europeu, oriental, de qualquer lugar. Mas não do Brasil. O que é nacional, nós mesmos vemos como desqualificado, inferior.
Quando se fala em tecnologia então, pior ainda. Empreender no Brasil é sinônimo de ser humorista de piada sem graça. Para conseguir financiamento, é necessário um case, ou um protótipo. Ora, mas para isso não se precisa de dinheiro?
Atualmente protagonizamos a chamada "cultura fowarding" que vive seguindo tendências dos outros e valoriza mais o criado fora do país do que as produções tupiniquins. Investimos milhões em start-ups para produzir apps como o tinder, lulu, mas algo relevante é visto como não comercial até ser criado no exterior. Então, magicamente, vira trend topic, e se torna hype. Que preguiça.
Quando é que valorizaremos as idéias nacionais e teremos orgulho do que fazemos?
Zé Carioca, o personagem brasileiro de Walt Disney, é Zé. Carioca porque para os EUA durante muitos anos (há quem diga até hoje) só existe o Rio de Janeiro e selva. Zé qualquer, e não Mickey Mouse. Curioso ainda é ser um papagaio. Que apenas repete. Repete!
Se não deixarmos de ser apenas Zé, e assumir uma postura que valorize nossas raízes e o que produzimos, com sobrenome e tudo, nunca deixaremos de repetir e reproduzir. Né, Zé? Zé!