Vamos ver o mundo com os olhos de uma criança?
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Vamos ver o mundo com os olhos de uma criança?
O QUE ACONTECE SE INVESTIRMOS NAS PESSOAS?
Desafios da administração de talentos
Entre os profissionais de RH, existe uma história clássica que circula entre os corredores das grandes empresas.
O CFO em conversa com o CEO:
CFO: “O que acontece se nós investirmos no desenvolvimento de nossa equipe e eles forem embora?”
CEO: “O que acontece se não investirmos e eles ficarem?”
Mas será que trata-se apenas de uma história? Alguns de seus fundamentos merecem ser revisitados com atenção. Muito se fala na necessidade de transformar o RH em um parceiro estratégico mas, pouco se fala que, para realizar essa mudança, é necessário darmos um passo atrás.
Há mais de uma década, nos tornamos cada vez mais especialistas. Especialistas em recrutamento, especialistas em treinamento, especialistas em talent management.
Mas, será que sabemos onde colocar os especialistas e os resultados de seus trabalhos?
O passo atrás que me referi anteriormente, trata exatamente disso. Devemos recriar o desenho das carreiras, os modelos de desenvolvimento e também de avaliação de pessoas. Não adianta existir uma remodelação do board, (onde os profissionais de RH tem tido um papel mais estratégico e menos organizacional), se os próprios recursos humanos - os colaboradores, não tiveram suas funções e possibilidades mapeadas e remodeladas.
Toda a cadeia corporativa estará comprometida se não levarmos em conta os custos da exclusão e do despreparo funcional/técnico. As competências estão costantemente distantes da prática e os profissionais reinventam-se diariamente para continuarem sendo úteis.
Será esse o caminho?
4 FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ILHABELA
Nos dias 01 a 04 deste mês, a cidade de Ilhabela promoveu o 4• Fórum Municipal de Educação e Seminário das Melhores Práticas na Educação Infantil.
O Fórum, organizado pela Prefeitura em parceria com a Forma Escrita, que iniciou com uma palestra do secretário de Turismo Harry Finger, com o tema "O que te move", trouxe para a discussão movimentos considerados importantes à serem debatidos com todos os professores da rede pública. Foram eles: Pedagógico, esportivo, inclusivo, digital, cultural, social e empreendedor. Tive o prazer de participar do terceiro dia, onde foram discutidos os temas movimento esportivo, movimento inclusivo e movimento social.
Caio Martins Costa, professor de educação física e coordenador do Instituto Esporte Educação, falou sobre Movimento Esportivo. Caio, contou sobre o projeto de formação continuada que já realiza na cidade e, como procura instruir, fomar e fomentar jovens lideranças do esporte na comunidade.
Na sequência, recebi a tarefa de falar sobre Movimento Inclusivo. Trouxe o contexto atual provoquei a discussão sobre o que é movimento inclusivo, como fazer parte da mudança e como promover a mudanca de paradigma. Na sequência, tratei de explorar a dicotomia da inclusão x exclusão e ampliei para apontar quais as possíveis saídas do sistema atual.
Após minha apresentação, recebemos o Padre Tarcísio Spirandio, cidadão emérito da cidade de Itatiba por seu trabalho com drogadictos e famílias em situação de risco através da paróquia e pela ONG Anjos da Paz, palestrou sobre Movimento Social. Os temas foram bem recebidos, e o debate final foi muito rico. Aproximamos a teoria da prática, discutindo casos e posicionamentos dos professores.
Por fim, a troca foi muito rica e acredito que contribuímos com a construção das melhores práticas. Saí inspirado pela calorosa discussão e por ver que o tema sensibilizou o público e abriu a real possibilidade de fazer a diferença no futuro. Agradeço a prefeitura da cidade de Ilhabela, a secretária de Educação Prof. Lídia Lúcia Sarmento de Lima pelo convite e pela proposta corajosa e inovadora de rever as práticas atuais para então aplicar o plano nacional de educação.
Hoje anunciamos com alegria a coluna mensal do fundador da Respeito no site Vida Mais Livre. Djalma, que passará à escrever mensalmente, espera contribuir muito para a discussão e para a mudança.
A Peregrinação por um Emprego
Conseguir emprego nunca foi tarefa fácil e em tempos de competições cada mais acirradas, se torna ainda ainda mais difícil.
Não está fácil para ninguém.
Como você busca emprego? Com contatos, através de sites de relacionamento, sites de perfil profissional, consultorias, ou sites de recrutamento? E como você acha que pessoas com deficiência pesquisam? Da mesma forma, mas talvez com um pouco mais de barreiras.
Pensem o seguinte. Existe um embrólio legal onde as empresas estão sendo sendo pressionadas para incluir pessoas com deficiência e cumprir suas cotas para se livrarem das multas assustadoras. E dessa fora, a imensa maioria quer apenas cumprir suas cotas custe o que custar. Ou seja quem for, independente de sua qualificação ou da falta dela.
É sabido que a imensa maioria das pessoas com deficiência não tem ensino superior ou experiência prévia de trabalho. Mas não por sua vontade (antes que já pensem: ah, claro são uns coitados) mas porque não tiveram acesso à educação muitas vezes por barreiras físicas, comunicativas ou atitudinais. Mas, isso não quer dizer que não sejam capazes de aprender como qualquer outro ser humano. E quem possui qualificação quer ser valorizado e recrutado por suas competências e não por sua deficiência. Vejam, a ONU ratificou o termo pessoa com deficiência, e não deficiência com pessoa. Brincadeiras à parte, isso quer dizer que a pessoa vem em primeiríssimo lugar e não sua deficiência.
Mas na prática, ao participar de um processo de seleção e marcar que possui uma deficiência, imediatamente você se torna apenas a deficiência e suas qualificações desaparecem. E junto com elas suas chances de construir uma carreira já que a maioria das vagas ofertadas são para cargos operacionais.
A entrada pela cota só será justa para o candidato com deficiência se este tiver as mesmas oportunidades de carreira que os demais candidatos.
Quando precisamos de cada vez mais leis para regular o óbvio, atestamos que não temos nenhuma consciência.
País desenvolvido é aquele que possui menos leis.
O aplicativo Whatscine, desenvolvido pela universidade Carlos III de Madrid, pode ajudar muitas pessoas com deficiência visual à irem às salas de cinema.
A tecnologia foi utilizada pela primeira no Brasil pelo Espaço Itaú de Cinema - Frei Caneca nas sessões do hoje "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" que tem como protagonista, um personagem com deficiência visual.
Com o advento da tecnologia, qualquer espetáculo poderá ser assistido por pessoas com deficiência visual sem mais possuir a necessidade de realizar adaptações ou sessões especiais. Seu uso, é bem simples: o usuário conecta baixa em seu smartphone o aplicativo "Whatscine" e depois sincroniza com a rede wi-fi da sala, ou local do espetáculo. Após isso, escolhe a opção de audio-descrição ou LIBRAS (Lingua Brasileira de Sinais) na tela e num passe de mágica, compartilhar de qualquer espetáculo com qualquer pessoa.
A ONG Mais Diferenças, é a parceira responsável pela produção de conteúdo acessível no Brasil.
http://www.youtube.com/watch?v=Ju-q4OnBtNU
Campanha para a CoorDown, foi feita em resposta à uma mãe que enviou uma carta dizendo-se preocupada por estar gestando uma criança com Síndrome de Down. Em resposta, fizeram este vídeo.
QUEM É PERFEITO?
ETERNAMENTE ZÉ CARIOCA
Tenho muito orgulho de minhas raízes e de ser Brasileiro.
Mas ainda hoje pensamos como colônia. De Portugal, me perguntam? Não, de qualquer país. Importamos e replicamos quase tudo. A cultura nacional é em muitos casos, repaginação de algo americano, europeu, oriental, de qualquer lugar. Mas não do Brasil. O que é nacional, nós mesmos vemos como desqualificado, inferior.
Quando se fala em tecnologia então, pior ainda. Empreender no Brasil é sinônimo de ser humorista de piada sem graça. Para conseguir financiamento, é necessário um case, ou um protótipo. Ora, mas para isso não se precisa de dinheiro?
Atualmente protagonizamos a chamada "cultura fowarding" que vive seguindo tendências dos outros e valoriza mais o criado fora do país do que as produções tupiniquins. Investimos milhões em start-ups para produzir apps como o tinder, lulu, mas algo relevante é visto como não comercial até ser criado no exterior. Então, magicamente, vira trend topic, e se torna hype. Que preguiça.
Quando é que valorizaremos as idéias nacionais e teremos orgulho do que fazemos?
Zé Carioca, o personagem brasileiro de Walt Disney, é Zé. Carioca porque para os EUA durante muitos anos (há quem diga até hoje) só existe o Rio de Janeiro e selva. Zé qualquer, e não Mickey Mouse. Curioso ainda é ser um papagaio. Que apenas repete. Repete!
Se não deixarmos de ser apenas Zé, e assumir uma postura que valorize nossas raízes e o que produzimos, com sobrenome e tudo, nunca deixaremos de repetir e reproduzir. Né, Zé? Zé!
Zoológico investe em acessibilidade, junto com a programação do Dia das Crianças
Carros elétricos ajudarão na mobilidade de pessoas com deficiência, gestantes e idosas
A semana da…
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Não precisamos viver na guerra da individualidade se podemos triunfar juntos na coletividade.
DJALMA SCARTEZINI, psicólogo e fundador da Respeito Potencial Humano.
E quem disse que cadeirante não vai à shows de rock?
Esse é mais um exemplo dos efeitos da falta de humanidade e civilidade nos dias atuais. Intolerância gera intolerância.
O fato é: para desenharem tal placa, a falta de respeito com quem REALMENTE necessita da vaga exclusiva é porque passou dos limites. Será que precisamos chegar à este ponto?
A Respeito Potencial Humano continua lutando pela consciência e respeito mútuos. E vocês?
A Prefeitura de São Paulo publicou recentemente um manual para orientar os munícipes a mudarem suas calçadas. Agora, se cada um fizer sua parte, a paisagem será mais acessível para todos.
EMPATIA. É DISSO QUE ESTAMOS FALANDO!
Não costumamos fazer publicidade para esta ou aquela marca.
Mas, sabemos que comerciais também ajudam a construir o imaginário coletivo, uma vez que tem um alcance em massa. Este comercial foi muito feliz em fazer isso.
Ao nos colocarmos no lugar do outro a deficiência se torna apenas mais uma característica. E o melhor de tudo isso, é que não perdemos a chance de estarmos juntos e nos relacionarmos com qualquer pessoa. Com, ou sem uma deficiência.