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YOU._THIEVING._INTERLOPER!
textless ver belowwwww
anomidae interloper sorry we have to kill you
Skyghost when anomi got in it's face and said "YEAH I SAW YOU, I SAW YOU LOOK AT ME."
Bad colours ik, I used the last of the yellow one. But I’m gonna buy some new cans soon!!1
Fsky sketch 2
New sketch :3
Proportions are a little weird ngl, but I think it turned out okay. New episode was a banger.
Alec Iskandar
17 years old, is a Sky People (The 100) looks like the famous Matthew Hitt who lived before the war
the criminal past
Alec, como ele mesmo secretamente dizia, havia nascido em uma família de covardes. Os Iskandar eram submissos e totalmente apoiadores das decisões tomadas pelos superiores da Arca, não importando o quão absurdas e injustificadas as atitudes do Chanceler começassem a ser. Nem mesmo protestaram quando seu próprio filho fora preso por ser simplesmente um artista.
O primogênito dos Iskandar era tudo o que a família queria evitar há gerações: ele tinha visão. E pior, ponto crítico. Talvez por ser um artista nato, Alec acabara tornando-se um bom observador e isso o levou a ter certo desprezo pelos pais. Passou a estudar artes e ter seu tutor como um espelho e muitos disseram que esse foi o seu primeiro erro. Seu tutor, além de um artista, era também um revolucionário e queria que, acima de tudo, as pessoas da Arca tivessem noção do que estava acontecendo, mesmo que não passassem de suposições de um grande observador. O homem acreditava que a Arca estava em crise há anos e que o conselho só estava atrás de novos motivos fúteis para sacrificar inocentes para, discretamente, despopular o lugar. Ele acreditava também na vida na Terra. Alguns o chamavam de louco e o desprezavam, mas Alec era completamente fascinado pelas ideias do tutor.
Quando as tentativas de trazer a “verdade” a público ficaram perigosas o suficiente para chamarem atenção do Chanceler, a perseguição havia começado, uma sequência de investigações para então condenarem-no por traição. Alec, com apenas quinze anos, foi a única pessoa a assistir sua execução e fez uma promessa silenciosa de que as ideias do homem não morreriam com ele. Naquela noite o rapaz pegou suas tintas e suprimentos de pintura e madrugou na frente da porta da sala de reuniões do conselho da Arca.
Gastou todos os seus materiais, mas seu objetivo foi alcançado: uma pintura sanguinária. As cores quentes se misturavam com algumas imagens que retravam a terra. No centro o conselho inteiro fora pintado com olhar assassino e em suas vestes havia sangue, o sangue das pessoas que, segundo a crença de seu tutor e do próprio rapaz, foram sacrificadas injustamente. Por fim, Alec assinou seu nome no canto da pintura e voltou para sua casa, esperando pelo momento em que viessem buscá-lo. O momento não demorou a chegar ele nem ao menos reagiu a sua prisão, assim como seus pais também não contestaram.
Nos dois anos em que ficou preso, Alec só pedia uma coisa aos pais: tinta e pincel. Não trocavam muitas palavras além destas, isto é, quando eles iam mesmo visitá-lo e não só enviavam alguém para “mandar lembranças”. Sua tela era sua própria cela e em pouco tempo todas as paredes já estavam cobertas por pinturas e desenhos, alguns retratavam a realidade da Arca, as pessoas com quem costumava conviver, mas a maioria eram figuras da Terra, inspiradas em imagens que Alec havia visto na escola e em histórias passadas de pais para filhos que eram contadas pelos corredores da Arca.
Depois do choque de ser enviado a Terra, Alec não poderia se sentir mais feliz e desejar que seu tutor pudesse ver o que estava bem diante de seus olhos. Foi um dos primeiros a ter coragem de explorar o local e até mesmo catalogou em seu caderno de desenho algumas das coisas curiosas que viu. No meio dos cem, fez alguns bons amigos e até mesmo se meteu em um romance mal resolvido por pura pressão. Quando a guerra ficou evidente, Alec quis mostrar-se o mais prestativo que podia e encarou o desafio de mapear a área e buscar por possíveis entradas e esconderijos, dando de cara com coisas perigosas pelo meio do caminho.
no one knows truly what the another is
Está sempre muito concentrado em seu próprio mundo, por isso não costuma interagir muito com as pessoas, mas quando o faz é rapidamente tachado de atrevido, do mesmo jeito que Alec não coloca freio em sua imaginação, também não coloca em sua língua. É bem humorado, apesar da acidez que às vezes está presente em suas piadas. Usa o humor para driblar sua timidez e total falta de jeito para lidar com “ser social”, o que fica claro quando o rapaz é colocado sob pressão. Tem a necessidade de ser útil e poder ajudar, mesmo que para isso tenha que arriscar a própria vida. Poucos podem desfrutar de sua fidelidade e lealdade plena, mas aqueles que a desfrutam podem ter certeza que sempre terão alguém dando-lhe cobertura quando for necessário.
INDISPONÍVEL