Haydée abrira a porta do dormitório e logo o adentrara, sem cerimônias. Precisava falar com Adeline. Não gostava da forma que a conversa das duas havia se encerrado e havia dito coisas das quais profundamente se arrependia. Por isso, saiu de seu dormitório e tão logo estava no de sua irmã que não havia considerado a possibilidade da outra simplesmente não estar lá. Como era, faria questão de conhecer partes específicas do colégio e forçar amizade com os que lhe parecerem mais úteis. Com essa parte de Adeline, a francesa podia lidar. Porém, sua frieza ao lidar com o novo drama familiar recentemente adicionado a extensa lista dos Chermont incomodava Haydée profundamente. “Addie, eu—” a garota começou, fazendo uma careta logo em seguida; mais parecia uma criança que fora pega em meio de uma pegadinha. “Me desculpe. Imaginei que a minha ir—” ela pausou, suspirando. “Minha prima, Adeline, não está aqui, está?”