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Geografico/Border Crossing 2019 _ Palermo
Border Crossing, the project born from an idea of Bridge Art, Dimora Oz and Casa Sponge, curated by Lori Adragna and Andrea Kantos, inaugurated in 2018 among Manifesta 12 collateral events
Rossana Taormina and Fabrice Bernasconi Borzì, Palazzo Sambuca Palermo
From May 30 to June 1, 2019 comes back to Palermo, Border Crossing, the project born from an idea of Bridge Art, Dimora Oz and Casa Sponge, curated by Lori Adragna and Andrea Kantos, inaugurated in 2018 among Manifesta 12 collateral events. The 2019 edition which inaugurates May 31 at 6:00 pm at the Garibaldi Theater, proposes the preview of a periodic format that will bring a selection of international spaces and cultural projects within the Sicilian territory. Border Crossing elaborates a synergy of public and private spaces to host productions and talks: Dimora OZ, at Palazzo Sambuca, KaOZ and the Garibaldi theater, three spaces within the program of Palermo Culture and Contemporary Magione, in a system of places of research, comparison and cultural production. The first appointment will be with Geografico #Sicilia, a project conceived by Chambres à Air, a platform created by Pietro Fortuna in Brussels. The project, which is coordinated by Lori Adragna and organized by Bridge Art / Border Crossing, involves a traveling journey by Marc Buchy (France), Pietro Fortuna (Italy), Richard Höglund (United States), Lior Gal (Israel) at various venues and art centers: (Bridge Art, Noto - Dimora Oz / KaOz, Palermo - Farm Cultural Park, Favara - Site Specific, Scicli - White Garage, Catania). The final event organized by Border Crossing will take place in Piazza Magione, with the artists of Geografico #Sicilia and a group show curated by Lori Adragna, with Sonia Andresano, Fabrice Bernasconi Borzì, Marc Buchy, Simone Cametti, Barbara Cammarata, Daniele Di Luca , Pietro Fortuna, Richard Höglund, Lior Gal, Giuseppina Giordano, Piotr Hanzelewicz, Andrea Kantos, Carmelo Nicotra, Isabella Pers, Tiziana Pers, Rossana Taormina, Sasha Vinci.
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Geografico Chianti Colli Senesi
Ontdek de verfijning van Geografico Chianti Colli Senesi, een prachtige rode wijn uit het iconische Toscane, oogstjaar 2021. Deze 0.75 L fles bevat een harmonieuze blend van Sangiovese-druiven, die garant staat voor een rijke en volle smaakervaring. Met een alcoholpercentage van 12.5% biedt deze Chianti een perfecte balans tussen fruitige aroma's en kruidige tonen, waardoor elke slok een waar genot is. Geografico Chianti Colli Senesi heeft een levendige robijnrode kleur en een geur die doet denken aan rijpe kersen, pruimen en subtiele kruiden. De smaak is rond en vol, met een aangename afdronk die uitnodigt tot meer. Deze wijn is ideaal om te combineren met authentieke Italiaanse gerechten zoals pasta met tomatensaus, gegrild vlees of zelfs een rijke risotto. Serveer deze Chianti op de ideale temperatuur van 14 tot 16 graden Celsius voor de beste smaakervaring. Perfect voor een gezellige avond met vrienden of een romantisch diner. Voeg deze heerlijke Geografico Chianti Colli Senesi toe aan je wijncollectie en laat je verrassen door de Italiaanse flair. Wacht niet langer en bestel vandaag nog jouw zes flessen Geografico Chianti Colli Senesi!
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Geografico Brunello di Montalcino DOCG Tricerchi
Ontdek de verfijning van de Geografico Brunello di Montalcino DOCG Tricerchi uit het oogstjaar 2018. Deze uitstekende Toscaanse wijn, met een inhoud van 0,75 L en een alcoholpercentage van 13,5%, belichaamt de rijke traditie van de Brunello di Montalcino. Gemaakt van de Sangiovese-druif, biedt deze wijn een prachtig smaakprofiel met tonen van rijpe kersen, pruimen en subtiele kruiden, aangevuld met een vleugje vanille en een lichte aardse ondertoon. De Geografico Brunello di Montalcino DOCG Tricerchi is een ideale keuze voor een luxe diner. Serveer deze wijn op een temperatuur van 16 tot 18 graden Celsius en combineer hem met smaakvolle gerechten zoals gegrild vlees, wild of een rijke truffelpasta. De volle tannines en de elegante afdronk maken elke slok tot een onvergetelijke ervaring. Met zijn diepe kleur en complexe aroma's is deze Brunello niet alleen een genot voor de smaakpapillen, maar ook een prachtige aanvulling op je wijncollectie. Laat je verleiden door de magie van Toscane en bestel nu jouw set van 6 flessen Geografico Brunello di Montalcino DOCG Tricerchi. Geniet van de authentieke smaken van Italië in je eigen huis!
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Ferraiolo 2011. Variedades Sangiovese y Cabernet Sauvignon. 13 % Vol. Agicoltori del Geografico Gaiole in Chianti. Toscana IGT.
A scuola di geografia del Chianti Classico con i Terzieri del @geografico_wines 🗺🍇🍷 • • • • • • Tre vini per tre territori, tre vénti ovvero Levante Ponente Tramontano per tre grandi sfumature di sangiovese Gaiole, Castellina e Radda che riflettono l’attenzione i contorni del Chianti geografico verso il territorio del gallo Nero • • La 2019 è perfetta per evidenziare Il floreale e verticalità a Radda, forza ed eleganza a Castellina subito da godere la potenza e l’allungo a Gaiole • • • • • #geografico #chianticlassico #wine #vino #winelover #geograficowines #piccini #tenutepiccini #andreagori #sangiovese (presso Casa Chianti Classico) https://www.instagram.com/p/CUMp53GNg0W/?utm_medium=tumblr
Os Planaltos, as Depressões e as Planícies.
As unidades dos Planaltos
As áreas representadas por compartimentos de planaltos foram identificadas em quatro grandes categorias:
Planaltos em bacias sedimentares: são quase inteiramente circundados por depressões periféricas ou marginais, também se caracterizam por apresentar nos contatos (planaltos-depressões) os relevos escarpados caracterizados por frentes de cuestas. São os planaltos da bacia amazônica oriental e ocidental, os planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba e os planaltos e chapadas da bacia do Paraná.
Planaltos em intrusões e coberturas residuais de plataforma: é constituída por diversos ciclos erosivos, e também por um pontilhado de serras e morros isolados associados a intrusões graníticas, derrames vulcânicos antigos e dobramentos do Pré-Cambriano, faz exceção o planalto e chapada dos Parecis cuja litologia data do Cretáceo.
Planaltos em núcleos cristalinos arqueados: Estas unidades estão representadas pelo planalto da Borborema, na parte oriental da região Nordeste, e pelo planalto Sul-rio-grandense, no sudeste do Rio Grande do Sul. Tanto um quanto outro fazem parte do cinturão orogênico da faixa atlântica e encontram-se em posições relativamente isoladas que correspondem a segmentos dos dobramentos antigos soerguidos em forma de abóbadas.
No dizer de Ab'Sáber (1972), " o nordeste oriental e o sudeste do Rio Grande do Sul são áreas dos escudos orientais sul-americanos onde é particularmente expressiva a presença de núcleos cristalinos de conformação geral dômica"
Planaltos em cinturões orogênicos: correspondem a relevos residuais sustentados por litologias diversas, quase sempre metamórficas associadas a intrusivas. Estas unidades estão em áreas de estruturas dobradas correspondentes aos cinturões Paraguai-Araguaia, Brasília e Atlântico, nesses planaltos encontra-se inúmeras serras, quase sempre associadas a resíduos de estruturas dobradas intensamente, atacadas por processos erosivos.
As unidades das Depressões
As depressões no território brasileiro, com exceção da depressão amazônica ocidental, apresentam uma característica genética muito marcante que é o fato de terem sido geradas por processos erosivos com grande atuação nas bordas das bacias sedimentares.
A atuação das atividades erosivas evidentemente ocorreram não somente ao longo das atuais depressões mas também sobre os planaltos, mas é nas primeiras que as marcas paleoclimáticas são mais evidentes.
É fato também marcante a extensividade dessas depressões por estruturas muito diferenciadas, Isto certamente se deve às alternâncias das fases erosivas dos períodos secos com as de meteorização química e erosão linear dos períodos úmidos.
Dessa forma, as depressões se constituem em:
Depressão da Amazônica ocidental;
Depressões marginais amazônicas;
Depressão marginal norte-amazônica;
Depressão marginal sul-Amazônica;
Depressão do Araguaia;
Depressão Cuiabana;
Depressões do Alto do Paraguai e Guaporé;
Depressão do Miranda;
Depressão do Tocantins;
Depressão sertaneja e do São Francisco;
Depressão da borda leste da bacia do Paraná;
Depressão periférica central ou sul-rio-grandense;
As unidades das Planícies
Os relevos que se enquadram nas planícies correspondem geneticamente às áreas essencialmente planas geradas por deposição de sedimentos recentes de origem marinha, lacustre ou fluvial. Nesta categoria encontram-se grandes unidades, como:
Planície do rio Amazonas;
Planície do rio Araguaia;
Planície do rio Guaporé;
Planície e Pantanal do rio Paraguai;
Planície das lagoas dos Patos e Mirim