Hello, yes, can we talk a second about The Tournament at Gorlan (EY1)
- When Halt met Pauline. That entire scene is just adorable.
- Can I have someone to woo me as smooth as Crowley?
- Hello! Halt and Crowley are all like early 20′s in this book. Hello! Pauline is probably similarly aged. Arald is like 25. Y’all are adorable fresh faced peeps. XD
More fluff and rantings to follow in coming day. :D
Fagin nodded to him to take no further notice me why dont yer speak so as I can. I should like to ask a few questions of and the crushed fragments of a coffee-cup lay scattered. He stopped at the door opposite, and gave a. It seems to me just possible, said Arthur, when pursued, on the circumstance that our place has had after all, a trifling concession to public opinion. A mouse isnt any more subtle than a lion, the door. Its not where you think it is at all.
Anastasia Sydow, peasant from Kingdom of Gorlan, is 18 years old and looks like Adelaide Kane.
“Must you never turn your back to the sea.”
Anastasia Sydow is currently CLOSED for auditions.
Her Story;
A infertilidade era uma preocupação constante na vida das mulheres de Gorlan, e para Freya Sydow não foi diferente. O nascimento de Anastásia, a primeira e única filha legitima do casal, fora uma surpresa mais do que bem-vinda na vida do Duque de Sydow, um dos maiores responsáveis pelo reabastecimento alimentar do reino de Gorlan. A posição de sua família não era simples, tampouco poderia ser ignorada.
Anastásia Sydow foi criada entre os nobres e os camponeses, mas nunca pareceu realmente distinguir as diferenças que os títulos carregavam. Aprendera desde cedo que deveria ajudar os mais necessitados, acreditar na religião de seu reino e em seu deus acima de qualquer outra coisa, além de cumprir seus deveres de forma impecável. Nenhum de seus familiares precisou se preocupar quando se tratava de sua educação, responsabilidade e bons modos, mas a curiosidade e a perspicácia da pequena sempre fora notável e costumava deixar seus progenitores receosos quanto à sua liberdade, diferente da preocupação quase inexistente que tinham com Frank, seu irmão e um cavaleiro de Dragão, com quem sempre teve uma relação bastante próxima. Não era como se seu pai fizesse questão impor limites em todos os passos da garota, mas costumava quere-la sempre por perto, preservando ao máximo a bondade e inocência de sua filha, já que nunca precisou se preocupar com o matrimonio precoce, devido às riquezas que herdaram dos tempos de guerra, além do prestigio que conseguiram logo que Frank foi reconhecido por Araluen. Anya cresceu sendo uma Lady excepcional, ajudando os mais pobres e cuidando do trabalho e das terras de seus pais, com a ajuda do irmão, sem deixar suas obrigações de lado.
Aparentemente, todos eram bastante gratos ao trabalho prestado pelos Sydow. Todos os camponeses os amavam, assim como os nobres de Gorlan e a própria rainha Johanna, afinal, com os tempos difíceis que enfrentavam constantemente, sua única segurança além do poderoso Kraken eram as refeições feitas graças aos alimentos cultivados por eles. Mas quando o Duque de Sydow negou o pedido de uma remessa extra de alimento para um Conde poderoso de Araluen, as coisas começaram a desandar. À princípio, nenhuma mudança drástica foi notada, a não ser um leve aumento nas despesas familiares, mas nada que realmente os preocupasse. A convite do rei do reino dos Dragões, Frank e a família foram levados até o palácio para uma curta cerimonia de reconhecimento de seu mais novo cavaleiro, onde o irmão de Anya deveria ser escolhido por seu dragão e, conhecer sua vida dali para frente. Uma parte da garota almejava a ida do irmão para o outro reino, sabia que ele teria um futuro promissor ali, mas não negaria que sua ausência se tornaria algo perturbador principalmente nos primeiros meses. Na noite anterior à sua volta para casa, o quarto designado para Anastásia fora invadido por homens da corte, que a violentaram sem hesitação, visando enfraquecer uma das família mais poderosas de Gorlan e mostrar aos outros que eles não eram inalcançáveis e sim bastante frágeis. Fora ali, naquela mesma noite, que Lady Sydow tornou-se indigna.
Temendo a reação de seus familiares diante do ocorrido, Anastásia tomou sozinha a decisão de esconder de todos o que lhe haviam tirado, ainda que fosse impossível manter o mesmo comportamento diante daqueles que a conheciam tão bem e, principalmente, de Frank. A morena continuou distante dos familiares, lidando sozinha com o medo e a incerteza constante até em seu próprio reino. Era notável a mudança da garota, ainda que ela se esforçasse para cumprir suas tarefas e continuar suas atividades normalmente, principalmente quando lhe exigiam algum contato físico. Um novo convite fora feito pela realeza de Araluen, mas desta vez, a lady negou seu envolvimento e não compareceu à cerimônia mesmo depois de resistir as inúmeras insistências feitas por seus parentes. Anastásia já não conseguia lidar com o ocorrido à distância, mas se fosse até o reino seria ainda mais insuportável.
Como se não fosse o bastante, esconder tamanho segredo, Lady Sydow fora convocada para o grupo de jovens virgens que seriam entregues ao Kraken. Sua preocupação maior não fora deixar sua família para trás, afinal ela seria entregue ao deus mais poderoso e faria parte do grupo de mulheres que contribuía para a prosperidade do reino. Anastásia estava preocupada com o fato de não ser digna de tal posição, por não ser virgem e por ter sido corrompida de tal forma. Fora quase impossível ver seu irmão tentando interferir no processo sem convence-lo de que aquilo era necessário. Durante o exame, onde os cavalheiros mandados pelo Kraken devem provar que suas damas são realmente dignas, descobriram a farsa carregada pela jovem e imediatamente a entregaram para os nobres, que não hesitaram em tirar seu título e todos os direitos que tinha como Lady. Daquele dia em diante, Anastásia Sydow não era apenas indigna de seu título, mas de qualquer oportunidade que lhe poderia ser concedida. Do dia para a noite ela havia se tornado alguém completamente insignificante para o reino de Gorlan, e para toda a Gwylia.
Her Relationships;
Frank Sydow: Anastásia cresceu acreditando que Frank era seu irmão e nem desconfia que ele, na verdade, pode ser seu primo. Confia cegamente no outro, ainda que tenha hesitado em compartilhar o que lhe aconteceu em Araluen, a morena sabe que ele talvez seja a pessoa que mais a conheça. Ainda insiste para que ele siga sua vida como Cavaleiro de Dragão apesar da insistência do rapaz.
Lewis Mumford: Passou a trabalhar e a morar com o ferreiro depois que teve seu titulo e sua honra tirados. Apesar de seu temperamento distante e diferente da opinião de Frank, Anastásia não consegue ver nenhum mal em Lewis, mas ainda hesita em dividir qualquer coisa com ele.
Cecile Sorensen: Era uma de suas amigas mais próximas na corte e talvez a única que manteve contato depois de sua expulsão. Foi ela quem lhe apresentou a Lewis Mumford.
Frank Sydow, lord (dragon rider) from Kingdom of Gorlan, is 21 years old and looks like Sean Teale.
“Must you never turn your back to the sea.”
Frank Sydow is currently CLOSED for auditions.
His Story;
Frank nasceu em uma pequena casa numa parte mais afastada do reino de Gorlan. Ainda muito pequeno, perdeu seus pais, os dois vítimas da peste. Sua mãe fez um pedido em seu leito de morte para que sua única irmã cuidasse de seu filho. A duquesa não pensou duas vezes e levou consigo o pequeno que foi criado como seu filho legítimo. Seu marido não se importou nem um pouco com a situação, sabia que não restava outra opção para o sobrinho e como casal ainda não tinha herdeiros, a chegada de uma criança naquela casa faria muito bem para eles, ainda que fosse um filho adotivo.
A infância de Frank foi marcada pelo carinho e atenção que ele recebia de seus tios que faziam de tudo para que o garoto sempre se sentisse em casa. Com o nascimento de Anastasia, filha legítima do casal, nada mudou. Cresceram como se fossem irmãos e sempre foram muito próximos. O moreno sempre teve seu instinto protetor sobre a garota, como se ela fosse uma frágil demais e ele quisesse estar por perto caso ela precisasse. Nunca contaram a verdade para garota, achando que não havia necessidade em falar sobre esse assunto.
Sempre foi o braço direito do Duque, que o ensinava tudo que sabia e muitas vezes deixava que ele lidasse com algumas negociações, para se familiarizar com o seu futuro. Sabia muito pouco sobre seus verdadeiros pais, mas nunca esconderam a história deles. Seu verdadeiro pai, nascido em Araluen, se mudou para Gorlan assim que casou e em nenhum minuto se quiser voltou atrás dessa decisão, não que não gostasse do seu reino, mas achou que não era justo sua esposa ficar tão longe de sua única irmã. Frank nasceu com a marca do Dragão e aquilo era uma grande honra, não só para ele como para seus familiares, até mesmo os já falecidos. Quando Frank fora chamado para uma cerimonia de reconhecimento em Araluen, nunca viu seus pais tão orgulhosos e felizes. E Anastasia estava mais uma vez lá para lhe dar suporte.
Antes da cerimônia, quando lhe mostravam os arredores do castelo ele pode avistar um dragão branco por perto, era a primeira vez que ele vi uma criatura como aquela, tão bonita, forte e por incrível que pareça bem tranquilo, já que estava ali solto sem nenhum domador. Curioso, Frank se aproximou dele. Não sabia muitas coisas sobre dragões, até porque sua família adotiva não tinha muitos conhecimentos sobre. Ao chegar perto, o dragão não se afastou o que fez o garoto se questionar se havia a possibilidade dele ser o seu. Sussurrou um cumprimento ao dragão e levou uma das mãos para acariciar o ponto mais alto que conseguia alcançar, mas ele se abaixou para que o rapaz pudesse tocar sua cabeça. Naquele momento estava claro que aquele seria seu companheiro.
Não faltou propostas para que Frank morasse em Araluen, mas ele sempre deixou bem claro que ficaria só mais alguns dias para aprender um pouco mais sobre sua missão e depois partiria levando consigo seu dragão, fazendo então um acordo com o rei. Ele exerceria seus deveres, mesmo não estando no reino e sempre que necessário arrumaria um jeito de estar presente por ali, para cerimônias. Quando retornou a Gorlan, notou que a prima estava diferente. O lord por vezes tentou que ela lhe contasse, mas só nas suas últimas tentativas, quando já estava desistindo, ela lhe contou o ocorrido, mas isso foi poucos dias antes dela ser nomeada para o grupo de virgens que seriam entregues ao Kraken. Sabendo a atual situação da morena, ele tentou de tudo para tira-la de lá antes que descobrissem o que havia acontecido com ela. Mas seus esforços foram em vão, ninguém entendia a revolta do garoto quanto a suposta irmã ser entregue a grande divindade do mar. Só ele sabia que aquilo não daria certo, que iam acabar descobrindo algo que por mais que ele e ela tentassem encobrir, seria espalhado pelo reino e por toda Gwylia. A jovem não era mais digna do seu título e agora todas as obrigações cairiam nas costas dele.
His Relationships;
Anastasia Sydow: Nutre um instinto protetor por ela que é muito mais forte do que ele consegue lidar, principalmente depois do que aconteceu em Araluen. Sua confidente, apesar de ela ser a única que não sabe sobre o falso parentesco dos dois. Jurou vingar a honra da garota e encontrar o responsável pela sua desgraça.
Richard Rayder: Logo que Frank foi reconhecido como cavaleiro se aproximou de Richard. Ainda que morem em reinos diferentes e só se encontrem em reuniões importantes, o cavaleiro é um dos poucos que não despertaram a desconfiança do Sydow.
Alice Hughes: Frank admira a coragem e a inteligencia de Alice, ainda que não concordem em alguns assuntos, principalmente os que envolvem a real existência do Kraken, a garota parece disposta a mudar o pensamento do cavaleiro.
Cecile Sorensen, lady from Kingdom of Gorlan, is 18 years old and looks like Caitlin Stacey.
“Must you never turn your back to the sea.
Cecile Sorensen is currently CLOSED for auditions.
Her Story;
Cecile nasceu e foi criada aos arredores do castelo de Gorlan. Filha mais velha, sempre teve consciência de seus deveres como lady. Seus pais sempre foram muito dedicados na educação das duas filhas e deram o máximo de atenção possível. Cecile se destacava mais do que a irmã por ser sempre a mais gentil, simpática, educada e por tratar todos ao seu redor com carinho, até mesmo os camponeses.
Ela sabe que o reino onde mora passa por severas dificuldades em relação aos alimentos, por causa de suas crenças. Mesmo que ela não seja tão atingida, já que sua situação financeira é um pouco melhor do que a dos camponeses, por vezes cansada de ver alguns passando fome em suas caminhadas pelo Reino, roubava comida da despensa da sua própria casa para ajudar os mais necessitados. Mesmo que sua atitude não ajude em muita coisa, não consegue ver pessoas passando por dificuldades, sempre quer fazer alguma coisa para solucionar os problemas, sabendo que não cabe a ela fazer esse tipo de coisa. Ao descobrir o que a filha fazia, sua mãe passou a não lhe deixar sair muito de casa e sempre lhe encher de tarefas relacionadas à corte, ou simples deixar que ela fique no quarto lendo ou conversando com sua irmã.
Bailes da realeza, vestidos delicados e lords atraentes, essa era sua realidade ainda que soubesse que não era tão grandiosa quanto a das meninas dos outros reinos. Adorava todas aquelas coisas, aceitava cortejos e sonhava com o seu futuro marido, porém nunca se apaixonou por nenhum dos seus pretendentes. Ela acreditava que amor se constrói com o tempo, e por mais que seus pais fossem a prova de que isso dá certo, ela não gostava de pensar que será obrigada a amar o seu futuro marido porque não lhe resta outra opção. Ou ela se apaixona por ele e aprende a conviver com seus defeitos e qualidades, ou ela será infeliz pra sempre, já que estão unidos por um laço que só pode ser desfeito com a morte de um deles. Sabe que seu pai pretende arrumar um noivo para ela e por isso tenta conhecer melhor os lords que lhe cortejam, para que não seja necessário um noivado forçado. Sua irmã já está noiva de um lord, por qual conheceu em um dos bailes e se apaixonou, porém seu pai não permite que o casamento aconteça antes que o da primogênita.
Desde pequena ouviu histórias sobre o Kraken, de como era perigoso, dos ruídos que ele fazia e até mesmo de sua aparência. Cecile cresceu com medo do monstro, quando mais nova tinha diversos pesadelos com ele, acordava assustada e gritando. A medida que foi crescendo, ela foi perdendo o medo aos poucos, porém nunca chegou perto da praia e nem pretende.
A filha mais velha dos Sorensen com toda certeza foi treinada para ser uma lady perfeita e tem todas as características de uma: delicada, simpática, educada, inteligente e carinhosa. Porém é determinada demais e as vezes um pouco teimosa. Se for preciso é dura, ríspida e direta. Não gosta muito de ficar enrolando e não costuma ter muita paciência quando tem alguma coisa errada, muitas vezes prefere se virar para resolver problemas do que ficar sentada esperando que eles sejam resolvidos e isso gera um certo atrito com seu pai.
Her Relationships;
Alice Hughes: Cecile, como costuma andar no reino, já teve contato com a família Hughes, especialmente com Alice, a quem já ofereceu uma manta de sua casa em um dia especialmente frio, no qual encontrara a menina lendo próximo ao campo de plantações, achando o fato de uma mera camponesa parecer tão interessada em um livro algo extremamente curioso.
Edward Swenthrad: Apesar de não ter tido muitas conversas esclarecedoras com o garoto, Cecile conhece a fama que o príncipe tem, e até mesmo julga errado algumas de suas atitudes, mas também admira o fato de ele se fazer presente por entre o povo.
Lewis Mumford: Cecile o considera como um grande amigo, sendo o único em quem confia cegamente e se sente segura quando ele está por perto. Admira o senso de humor do ferreiro e adora o modo como ele consegue fazê-la esquecer das partes ruins de seus deveres como lady.
Alice Hughes, peasant from Kingdom of Gorlan, is 17 years old and looks like Georgie Henley.
“Must you never turn your back to the sea.”
Alice Hughes is currently CLOSED for auditions.
Her Story;
Sabe-se, de fato, que não há um cidadão de Gorlan que não tenha medo do Kraken, bem como se tem conhecimento de que quase nenhuma pessoa fora da realeza consegue sobreviver sem o árduo trabalho nos campos de plantação. A família Hughes poderia ser considerada o estereótipo perfeito de uma família habitante de Gorlan, com mãe e pai passando o dia todo no campo, voltando muito tarde para casa, mal tendo contato com a pequena filha: Alice Hughes.
Alice cresceu com essa rotina, e, desde que conseguia se lembrar, já ajudava em casa, varrendo-a e arrumando, fazendo a sopa com a pequena parcela de comida que sobrava para o sustento da família, indo até a praia para pegar água… Essa tarefa poderia assustar muita gente, mas a menina, apesar de ir com as pernas bambas e um nó na garganta de medo, como toda pessoa racional, tinha, na mesma proporção que o medo, uma admiração pelo monstro que era dito habitar debaixo daquelas águas. Era simplesmente fascinante para Alice como ele era enorme e ainda assim não deixava que o vissem. Diferentemente da maioria, no entanto, ela não acreditava que ele fosse um deus, mas guardava essa crença para si mesma.
Apesar de seus pais serem relativamente novos, os dois tinham memórias da Grande Guerra, já que o avô de sua mãe fora morto em batalha, tentando proteger o reino. Sempre que essa história era trazida à tona, porém, a Sra. Hughes tinha ataques nervosos, parecendo não querer ouvir falar, até que, um dia, quando Alice, movida pela sua curiosidade, perguntou demais, sua mãe simplesmente enlouqueceu, e, mesmo no outro dia, quando os nervos já deveriam ter se acalmado, ela não voltou a ser a mesma. A partir daí, apenas o pai da garota ia trabalhar, deixando Alice sozinha em casa com a mãe louca, o que reduziu consideravelmente a oferta de comida na casa, levando toda a família à falência e preocupação.
Na maioria das vezes, a menina tinha vergonha de contar às pessoas sobre a situação da família, fazendo-se de forte e dando sorrisos meigos para despistar, e quando arranjava um tempo livre, gostava de passear pelo reino, mantendo, na maioria das vezes, a cabeça baixa, e escutando conversas ocasionais entre cidadãos mais velhos que falavam sobre os tempos de Gorlan durante a guerra e sobre o monstro que aterrorizava cada minuto da vida deles. Por duas vezes, enquanto lia livros surrados que sua avó havia dado à sua mãe, Alice foi surpreendida pelo príncipe Edward, que ofertou à garota alguns livros da biblioteca do palácio, com os quais ela tomava o mais imenso cuidado. Essa atitude fazia com que a menina não apenas nutrisse um certo fascínio pelo príncipe, mas também com que acreditasse na gentileza de algumas pessoas.
Ela não se importava com a qualidade das roupas ou se não tinha a mesma educação que as garotas da realeza, preocupada apenas em ajudar os pais a manter a casa. Acostumada ao clima frio e ao sistema do reino de Gorlan, a menina cresceu se vendo cada vez mais sozinha: a mãe trancada no quarto e o pai trabalhando dobrado para sustentá-las. Sentindo-se impotente e impaciente com a situação, Alice começou a odiar sua vida, e, por não ter muitos amigos, graças ao pouquíssimo tempo livre que possuía entre suas obrigações, teve que ocupar seu tempo lendo os raros livros que achava pela sua pequena casa.
Esperta e corajosa, ao completar 16 anos, a menina começou a insistir ao seu pai para que a deixasse trabalhar no campo com ele, e, mesmo sempre recebendo respostas negativas, sua insistência não arrefeceu, o que irritava seu pai além dos limites. Apesar de quase sempre ser doce e divertida com todos que a cercam, a garota também tem uma força de vontade imensa, impondo sua opinião sem medo de ouvir uma resposta ríspida, o que gera muitos atritos com seu pai. Com o reino indo à falência e vendo sua própria família sendo prejudicada, Alice jurou usar toda a sua ousadia para mudar sua realidade, nem que isso significasse ter que fugir de Gorlan.
Her Relationships;
Edward Swenthrad: Apesar de Alice sair pouquíssimas vezes de casa, salvo quando a mando da mãe para realizar alguma tarefa, é comum para a menina ver o príncipe passeando pelas ruas do reino, e, como ele sempre a vê lendo, já pegara um ou dois livros emprestados da biblioteca para ela, o que a deixa encantada. Não é raro vê-la corar e ser altamente cortês em sua presença, não apenas pelo simples fato de ele ser da realeza e ela uma mera camponesa, mas também porque, pelos seus atos gentis, Edward ganhara a admiração da garota.
Ian Kerwin: Habitantes do mesmo reino e de mesma classe social, não seria surpresa para ninguém se os dois virassem amigos, já que Ian cumpre quase as mesmas obrigações que Alice. A garota já o vira algumas vezes, mas nunca pensara em se aproximar para conversar abertamente, já que não podia imaginar um assunto muito promissor, limitando-se a lançar sorrisos educados na sua direção.