Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do sul + coreano.
Curso e período: Segunda graduação em Medicina, 6º período, bolsista.
Clube ou esporte: Teatro.
Moradia: República Crab, quarto 2.
Personalidade: Empático, amigável, sensível e controlador.
Biografia.
Trigger Warning: abandono parental.
Quando Daeshim nasceu, foi como a honra e glória da família Heo, finalmente nascia um herdeiro para o clã, alguém pra seguir os passos de Heo Hanseo. A felicidade do homem durou pouco no entanto, pois antes mesmo de sair do hospital, os médicos descobriram uma falha congênita no coração da criança, algo que não tinham sido capazes de identificar antes nas ultrassons. Com a mesma ferocidade da alegria por ter o herdeiro, veio a raiva de que esse tinha vindo com uma falha, um defeito, que com certeza era culpa da mãe na cabeça do homem.
Demoraram anos pra que o pequeno Daeshim visse o pai de novo. Havia crescido em sua maior parte dentro do hospital, seu coração muito fraco pra que pudesse se aventurar pra muito longe dali. As enfermeiras eram como várias mãe pra ele, pra ocupar o lugar daquela que mal podia lhe visitar já que cuidava da filha mais nova. A pequena filha havia nascido 2 anos depois dele e completamente saudável e mesmo sendo muito pequeno, aos 6 anos de idade Daeshim já tinha entendido que não era desejado.
Só aos 16 anos de idade o pequeno rapaz veio ver o pai pela primeira vez, no dia antes do transplante de coração que os médicos até agora prometiam que iriam mudar sua vida. Ele já tinha passado por 12 cirurgias em sua vida, 4 lhe preparando exatamente pra'quele transplante, sem o qual provavelmente não conseguiria viver mais um ano sequer. Hanseo, no entanto, não tinha ido ali pra desejar boa sorte ao filho ou dizer que ele seria bem vindo em casa assim que tivesse se recuperado. Pelo contrário, diferente de todas as expectativas de Daeshim, ele estava ali pra lhe avisar que havia feito todos os preparativos pra que caso o filho saísse vivo dali, fosse estudar no exterior e nunca tivesse contato com eles de novo.
A visita do pai foi tudo que Daeshim precisava pra ter certeza de que não tinha família para além daquele hospital nem nunca tivera, então quando finalmente se recuperou, decidiu seguir os passos das únicas pessoas que pareciam ter lhe amado naqueles anos. Conseguiu o dinheiro com o pai pra entrar numa faculdade de Enfermagem contanto que nunca contatasse os irmãos, a mãe ou o pai de novo, o que ele aceitou com facilidade.
Uma vez terminado o curso de enfermagem, engatou imediatamente num curso de medicina já que ganhou uma bolsa por causa da sua pesquisa na faculdade. Decidiu pelo curso por causa dos muitos anos de cuidado intensivo no hospital, querendo muito mais aprender mais sobre o curso do que trabalhar na área. Hoje tenta equilibrar o curso com o trabalho de meio período como enfermeiro.
Local de nascimento e etnia: Seul, Coreia do sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Artes cênicas, 6° período, bolsista.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: Externo.
Personalidade: Teimosa, atrevida, extrovertida e determinada.
Biografia.
Trigger Warning: menção a morte.
Bae Nana sempre lembrou da infância como os anos mais felizes da sua vida. Eram uma família de três e não havia espaço para qualquer sentimento ruim quando seus dias eram inundados pela mãe incrível que Bae Yuna foi e o irmãozinho Bae Jiwoo que, mesmo lhe tirando do sério quando mais novo com o jeitinho irritante que só uma criança de 12 anos poderia ter, Nana nunca deixou de o amar incondicionalmente e acabar construindo um instinto protetor quando o assunto era o irmão. Yuna foi exemplo de mãe e de mulher para Nana, criou as duas crianças separada do marido e os sustentou sozinhos. Não possuíam as melhores condições, mas era no pouco que as duas crianças aprenderam a crescer valorizando tudo que tinham e lutarem por tudo que mereciam.
Desde a infância sempre carregou uma personalidade muito forte. Nana dava a cara a tapa para tudo que acreditava, mesmo que fosse sobre como bala de menta era mil vezes melhor que de morango lá no jardim de infância. Os anos que se seguiram de felicidade na adolescente se descobrindo na música, na paixão pela guitarra que havia ganhado de presente da tia e no talento crescente para a área musical recebendo total apoio da mãe, foram a força motriz para aguentar os que viriam em seguida. Lupus era uma doença cruel, chegou aos poucos para Bae Yuna e a falta de condições para um tratamento eficaz levou aos últimos dias de vida da mulher virarem quatro paredes de um hospital. Nana passou seu aniversário de maior idade ao lado da mãe naquela cama de lençóis brancos demais, escutando o quanto precisava ser forte e o quanto seu irmãozinho precisava dela. Era uma despedida.
Queria chorar, espernear, gritar e pedir para qualquer ser maior que tudo aquilo fosse mentira quando dois dias depois recebeu a notícia que Yuna não havia resistido. Mas não fez nada disso e apenas abraçou o irmão, tão forte até que ele fosse capaz de sentir que Nana nunca mais sairia de seu lado e que o carinho nos fios o levasse a um sono mais calmante que encarar a realidade tão novo. Não havia espaço para viver o luto pleno e as semanas que se seguiram foram de uma menina que precisou se tornar uma mulher mais rápido, arrumar um emprego enquanto viviam no pequeno apartamento com a reserva de dinheiro que a mãe havia deixado e cuidar do seu irmão.
Virava noites estudando enquanto atendia os clientes atrás do balcão da loja de conveniência. Algumas dessas noites se permitia chorar quando nenhum cliente passava pelas portas e outras só conseguia pensar como queria entrar na universidade e dar orgulho à mãe, seguir o seu sonho na música e ser um exemplo para o irmão que já não era mais um adolescente bobo.
Os anos foram bons para Nana e a mulher forte que se tornou, era escondida pela faceta brincalhona e desmiolada. Bom, essa era só mais uma parte da garota que frequentando clubes, conheceu a banda que deu a chance para uma novata que se mostrou incrível nos solos de guitarra e logo as noites na loja de conveniência se tornaram shows na madrugada. Os estudos passaram para manhã e as poucas horas de sono compensaram quando viu seu esforço refletir recebendo o email da Baekbeom University e a tão sonhada bolsa para o curso de artes cênicas. Parecia que a vida estava voltando a sorrir para os Bae e pensava que isso era obra da sua mãe, mesmo em outro plano, talvez a mulher estivesse emanando coisas boas para os dois filhos crescendo. Era o que Nana gostava de pensar.
Bem vinda a rua Ganseok, @GS99YM ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Lee Chaeryeong - ITZY.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Yang Minhee, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 15/04/1999, 22 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Pedagogia, 3º período, bolsista.
Clube ou esporte: Fotografia.
Moradia: República Crab, quarto 1.
Personalidade: Quieta, irônica, esforçada e animada.
Biografia.
Minhee nasceu em uma família conturbada, quando criança sempre ouvia as brigas dos pais, se escondia sempre dentro do guarda roupa com um ursinho de pelúcia que considerava seu melhor amigo. Na escola vivia isolada e não tinha nenhum amiguinho, preferia brincar sozinha e observar de longe as outras crianças.
O ensino fundamental não foi muito diferente, preferia ficar em casa estudando. Seu pai havia saído de casa e morava apenas com a mãe agora, a relação de ambas era muito bom mas Minhee ainda era bastante quieta e reservada. No ensino médio, tentou se abrir mais um pouco e fez amizade com uma menina que sempre ficava em seu pé, se tornaram melhores amigas e mas acabaram se separando e perdendo contato quando se formaram e Jisun foi estudar no exterior.
Como sua infância havia sido conturbada, não gostaria que nenhuma criança passasse pelo que passou, por isso decidiu cursar pedagogia. Inseriu na melhor faculdade, era sua meta desde o ensino médio cursas pedagogia na Baekbeom University.
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Faceclaim: Song Hayoung - fromis_9.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Yoon Sohye, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 21/03/1999, 22 anos.
Local de nascimento e etnia: Busan, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Pedagogia, 4º período, bolsista.
Clube ou esporte: Clube de Jornalismo.
Moradia: República Crab, quarto 5.
Personalidade: Impaciente, imprudente, prestativa e decisiva.
Biografia.
Trigger Warning: menção a homofobia e transtornos psicológicos.
Fruto de uma família homoafetiva e bem amável, Yoon Sohye sempre esteve rodeada de mulheres que lhe enchiam de carinho e nunca deixaram nada lhe faltar. Nasceu apenas alguns dias depois de sua irmã a qual, quando mais nova, considerava sua melhor amiga.
A pequena nunca sentiu falta de uma presença masculina, mesmo que tenha crescido escutando comentários desagradáveis de outras pessoas. Suas mães tentavam manter o relacionamento de forma discreta, era difícil para a menina entender o motivo e sempre precisou fazer muito esforço para mentir sobre um pai que nunca existiu ao ser questionada.
Sempre se mostrou uma criança alegre e animada, facilmente fazendo novas amizades. Em contrapartida, era comum que se metesse em discussões e brigas bobas por conta de sua impaciência que se fazia presente. Sua personalidade se assemelhava muito a de uma de suas mães, Im Sunyoung, que ironicamente não era a que havia lhe dado luz. Isso consequentemente fez que ela ficasse mais próxima dela, começando a compartilhar os mesmos interesses. Ainda jovem, foi descoberto o diagnóstico de TDAH da coreana, algo que lhe atrapalhava muito em seu dia a dia. Mas, com o forte apoio de suas mães, ela conseguia manter controlado com um bom tratamento.
Conforme o tempo passava, ela e sua irmã que antes eram como unha e carne começaram a ter brigas frequentes, a pequena não admitia mas a maioria delas era motivada por inveja ou ciúmes, já que a outra havia se tornado muito próxima de sua mãe, Yoon Hyorin, a qual a pequena sempre quis orgulhar e chamar a atenção.
Enfim chegou o tempo de escolher para qual curso e qual universidade iriam. Sohye seguiu os passos de Sunyoung, se esforçando ao extremo para conseguir uma bolsa e cursar pedagogia na universidade de Baekbeom, onde ela também tinha estudado quando mais nova. Ela e sua irmã foram colocadas na mesma república, onde agora teriam que aprender a conviver com suas diferenças e quem sabe voltar a ser como eram antes. Além disso, agora em uma universidade e com toda a pressão de ser independente e ter um bom futuro em cima de si, a pequena sente seu diagnóstico passado se fazendo ainda mais presente, o que lhe causa diversos transtornos.
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Faceclaim: Kang Kino - Pentagon.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Yeo Hansol, cismale.
Data de nascimento e idade: 27/01/1999, 22 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Educação Física, 4º período, bolsista.
Clube ou esporte: Dança.
Moradia: República Crab, quarto 6.
Personalidade: Sensibilidade, insegurança, persistência e bondade.
Biografia.
Hansol nasceu na madrugada do décimo primeiro dia de novembro do novo milênio, filho de uma família normal de comercial de margarina, com direito à presença de uma avó coruja dentro de casa, responsável por ajudar a nora e o filho na criação do neto. Assim, Hansol cresceu vendo os programas de televisão enquanto ajudava a desenrolar novelos de lã e descosturar bainhas, e dizia para a avó que um dia seria ele a estar do outro lado da telinha, se apresentando com um microfone na mão. E a matriarca fez de tudo para que o sonho dele - e dela também - se realizasse: aulas de música, de teatro e de dança, mas nada no nível muito profissional, já que a pensão do governo não era uma fortuna.
Vendo como a avó e seus pais investiam em seu futuro, Hansol se sentiu na necessidade de retribuí-los. Ia pulando de audição em audição, faltando algumas aulas por isso e até andando nas proximidades das empresas de entretenimento na esperança de ser notado por algum olheiro. Com seus quatorze anos finalmente foi selecionado por uma empresa em ascensão (pelo menos era isso que tinham falado a seus pais quando assinou o contrato). Hansol se sentiu como se tivesse finalmente na direção do estrelato. Trabalhou muito duro durante os cinco anos que se seguiram, na hora do debut sempre havia uma desculpa diferente, algum problema de idade, que ele era a carta na manga, o sobrinho de um conhecido que do nada parecia muito mais talentoso ou um filho de alguém que podia pagar pelo debut. Cansado de ser colocado para escanteio e trabalhando em campanhas publicitárias menores e comerciais de TV pouco marcantes, não renovou seu contrato com a dita cuja quando fez dezoito anos.
Não era tão desconhecido assim, então arriscou montar uma banda com mais uns amigos chutados pela mesma empresa. Mas eles tinham treinamento para idol e não para rockstar, e mesmo que Hansol fosse o mestre das baquetas e no teclado, e tivessem um cara competente no vocal, o baixista e o guitarrista ainda eram meio descoordenados em cima do palco. Se é que se pode chamar os barzinhos, festas de casamento e inaugurações de estabelecimentos de palcos. A banda durou nem dois anos cheios de frustrações e brigas por setlist, esporros por notas erradas e um da dupla das cordas que chegava para o ensaio atrasado e cheirando a soju. Com o disband, Hansol achou que havia fracassado e que perdeu todos os anos de sua vida correndo atrás de um sonho impossível. Estava pronto para se alistar no exército e tentar uma carreira militar (que era o segundo sonho de sua avó) quando se deu conta de todo tempo perdido, e em um dia de puro desespero, chorou no colo de sua vó por horas, contando de todos os sonhos que tinham sido deixados pra trás, agradecendo pelo esforço e pelo apoio da mulher que nunca tinha desistido dele. Após algumas horas recebendo o carinho que apenas a matriarca poderia lhe oferecer, ouviu dela palavras sábias e confortantes que o fizeram ter esperança mais uma vez. Sua força podia ter sim sido abalada mas seu sonho ainda não estava perdido.
Contando mais uma vez com o apoio de sua avó, acreditou em si mesmo e resolveu correr atrás do tempo perdido para tentar realizar seu sonho de uma forma um pouco diferente. No período de um ano inteiro - tal qual ouviu os amigos dizendo que era quase um período sabático, se dedicou a estudar para o vestibular. Se tinha chances de passar então não desistiria. Passou dias e noites estudando, esquecendo do mundo exterior e se dedicando aquilo, sabendo que era sua última chance. Quando finalmente prestou a prova e recebeu o resultado, descobriu que sua vida estava mesmo apenas começando. Ali, naquele e-mail de aprovação, estava o passaporte para o seu futuro.
Decidido a começar de novo mas sem perder a faísca que servia de combustível para correr atrás de seus sonhos, se matriculou para Educação Física em uma das maiores faculdades do país, Soraepo University, torcendo para que num futuro não tão distante conseguisse realizar seu sonho de trabalhar com entretenimento, sendo idol ou não, daria um jeito de chegar lá. Se especializaria em Dança, entraria para o clube do mesmo e faria seu nome como um dos melhores alunos que já passaram por ali, e fundaria sua própria academia, almejando ser um grande coreógrafo das estrelas.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS99KD ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Lee Seokmin (DK) - Seventeen.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Kim Daeho, cismale.
Data de nascimento e idade: 18/02/1999, 22 anos.
Local de nascimento e etnia: Incheon, Coreia do sul+ coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Gastronomia, 4º período, bolsista.
Clube ou esporte: Basquete, Ala-pivo.
Moradia: República Crab, quarto 4.
Personalidade: Temperamental, desbocado, extrovertido e persistente.
Biografia.
Trigger Warning: negligência familiar.
Dizem que os caçulas das famílias sempre têm alguma vantagem por serem os mais novos e como consequência os mais fracos e indefesos. No entanto, na família Kim esse efeito não surtia como o esperado por muitos.
Kim Daeho era ainda um garoto quando teve a infelicidade de perceber que os pais não davam a mínima para ele e só queriam saber sobre seu irmão mais velho. Ele viu de perto como o efeito da negligência familiar poderia afetar a vida de uma criança. Enquanto sua mãe gostava mais de exaltar as qualidades do primogênito sempre em que estava por perto, o patriarca acompanhava o irmão mais velho sempre nos eventos escolares por estar simplesmente seguindo uma carreira promissora.
Foi assim que Daeho cresceu tentando chamar atenção de todos os jeitos; arrumando encrenca na escola ou no bairro onde moravam para que todos olhassem para ele - mesmo que de maneira negativa - por algum momento que fosse.
Daeho apesar de suas peripécias não era um garoto de pouco conhecimento, ele gostava de estudar em seu tempo livre para adquirir mais informações para seu futuro que até então não sabia o que estava por vir.
Em sua adolescência ele descobriu uma fascinação inusitada por alimentos quando entrou acidentalmente em uma das salas erradas em sua escola nova e presenciou o clube de culinária cozinhando algo com um aroma agradável. Mais tarde entrou para as atividades extracurriculares dele, mesmo não sabendo nada sobre e com a insistência que ele tinha aprendeu após meses a fazer o seu primeiro prato; uma torta salgada.
É claro que depois disso ele não parou mais, declarou-se amante de refeições preparadas por ele mesmo e com felicidade treinava todos os dias que podia para se aperfeiçoar. Ele estava finalmente se descobrindo. Porém como nem tudo eram rosas, seus pais desaprovaram suas atitudes por simplesmente acharem que aquilo não daria futuro algum e que não eram atividades que um homem faria.
E mais uma vez era tachado como a ovelha negra da família mesmo não tendo feito nada naquele momento para tal.
Ele já estava cansado, estressado com todo aquele descaso e não queria que nada atrapalhasse o final de sua jornada antes do ensino superior que já estava escolhido em seu coração.
Daeho não pensou duas vezes antes de sair daquela casa com um único bilhete deixado para sua família dizendo que iria seguir os seus sonhos. Ele já era de maior, poderia fazer aquilo mesmo que ficasse mais difícil para ele, mas nada como se piorasse tanto já que sua família não tinha toda aquela condição financeira e por isso almejavam sempre por status.
Após meses tentando conciliar o término das aulas e um emprego de meio período para pagar a sua estadia em um pequeno quarto, a salvação veio ao prestar um vestibular para o curso que tanto queria em uma universidade considerada nova ainda pelas redondezas. A felicidade apareceu logo depois por saber que havia conseguido entrar como bolsista e enfim tinha esperança de que poderia mudar o rumo do seu próprio futuro.