Bem vinda a rua Ganseok, @LZ02GS ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Yuna - ITZY.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Lin Ziyu, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 15/03/2002, 20 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana-taiwanesa.
Curso e período: Primeira graduação em Medicina Veterinária, 5º período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: República Crab, quarto 9.
Personalidade: Extrovertida, brincalhona, instável e irritante.
Biografia.
Trigger Warning: gravidez na adolescência, abandono na gravidez, bullying.
Nascida como Arin, teve uma vida muito comum em Seoul, passou 5 anos no país da mãe até que decidiram se mudar para a cidade natal do pai. Em Taipei, filha de uma família de classe média onde as brigas não passavam de discussões pelo controle da tv ou um ou outro momento em que o dinheiro apertava por conta de mimos. Não tinha muito o que reclamar, por 14 anos, sua vida foi tão normal quanto a da maioria das pessoas.
Conheceu um garoto mais velho na escola, e depois de um tempo, desenvolveram um relacionamento. Eram novos, mas quem nunca teve um namorico na escola? O problema era que, enquanto Arin tinha 14, Deshi já tinha 17 e era filho de um grande político local. Para piorar, o garoto odiava o pai, e não foi difícil fazer a cabeça da menina com suas ideias e manipulações emocionais. Arin o seguiu, demonstrando nas redes sociais e nos seus discursos com amigos a sua raiva pelo político e fazendo tudo o que Deshi pedia. O político descobriu sobre o relacionamento e se opôs, o que incentivou Deshi a usar mais uma vez a menina em suas brigas internas: Arin entregou-se de corpo e alma, ignorando as conversas que teve com os pais quanto a preservativos.
Depois de alguns meses, confirmou que havia engravidado, passando a informação com felicidade para o namorado. Primeiro o garoto pareceu feliz e disse que se casariam, mas a discussão em casa foi maior, e a exposição usando a menina na internet para atacar o pai prejudicou Ziyu mais do que o político. Deshi foi taxado como um irresponsável e rebelde filho, enquanto Arin foi taxada como uma prostituta, o que afetou profundamente sua saúde mental. Deshi sumiu, ignorando todas suas mensagens e as vezes que aparecia na porta de sua casa, e a única coisa que o casal Lin podia fazer para proteger a filha era que se mudassem.
Arin foi para Eslovênia com a família inteira, longe do país em que viviam e adotando legalmente um novo nome, Ziyu, recomendado pelo seu pai. Teve dificuldades com o idioma, mas acabou se adaptando, e por mais que ainda houvessem olhares desagradáveis por conta da gravidez, a menina foi infinitamente mais bem recebida naquele pequeno país. Aborto não era uma opção, mas ficar com o bebê também não, então tratou de colocar a criança no sistema de adoção assim que o teve, sequer olhando para o seu rosto. Ziyu queria uma nova vida.
Até a metade de 2019, quando estava terminando o ensino médio, viveu no país gelado e conseguiu abandonar a nacionalidade taiwanesa e coreana para se tornar uma cidadã eslovena, mas logo que recebeu os documentos, procurou por outras opções de universidades, na Coreia, país que nutria uma enorme admiração devido aos doramas e as histórias que ouvia da mãe, que já havia lhe dado aulas do idioma para que não esquecesse quando deixou o país. Soraepo foi a escolha mais sensata para a condição financeira da família, e foi embora assim que 2020 chegou, começando a graduação uma semana depois que chegou ao país.
Quando não estuda, trabalha meio período em todo local que a contrata, desde aulas de mandarim, aulas de língua eslovaca, até mesmo atendendo em lojas de conveniência, para tirar pelo menos um peso financeiro do bolso dos seus pais.
Bem vindo a rua Ganseok, @AT90GS ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Minhyuk - BTOB.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Ahn Taeyang, cismale.
Data de nascimento e idade: 29/11/1990, 31 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreano.
Curso e período: Mestrando em Inteligência Artificial para Jogos (Jogos Digitais), 1º período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: República Crab, quarto 6.
Personalidade: Atrevido, exigente, altruísta e dedicado.
Biografia.
A criança problemática que Taeyang era foi mudando com o passar dos anos até se tornar um adolescente fissurado em computadores, games e essas coisas. Vivia com a carinha enfiada na frente da tela e levando várias broncas porque não queria estudar muita coisa na escola. Chantagens pra ele estudar eram sempre com as horas de uso do PC e pra comprar novos joguinhos. Só assim pra fazer o moleque pegar num livro pra ler alguma coisa que prestasse. Seus pais eram médicos e ficavam com aquela famosa paranoia de que os jogos que ele queria criavam adultos violentos, mas não dava pra brigar contra a vontade de ferro do menino.
Tiveram então uma ideia de investir nessa área. E se ele tivesse futuro né? Era uma troca justa. Se ele estudasse na escola podia se manter no curso de programação. Aí eles viram um rapazinho estudando como um nerd e mostrando resultado como se a vida dele dependesse disso. Começou a ganhar até algum dinheiro com seu conhecimento de computação. Formatava, arrumava algumas peças, revendia. Depender do dinheiro dos pais? Não queria.
Chocou zero pessoas quando disse que iria cursar na área de tecnologia na SNU, para ser desenvolvedor de games. E não é que ele conseguiu? O curso de 4 anos rendeu muito em sua vida, inclusive o trabalho como monitor em diversos semestres, que foi onde se apaixonou por lecionar. Assim que terminou pulou pra pós graduação em desenvolvimento de jogos, aprendeu mais um monte de coisas que incrementaram muito na primeira profissão e isso lhe rendeu vários trabalhos. Pra complementar e não ter que ficar pedindo dinheiro para os pais durante um tempo, Taeyang também deu aulas de robótica pra crianças em uma escola de Seul.
O bobão que não queria estudar quando adolescente se tornou o cara que planejava um mestrado agora. Parece que o jogo virou né? Depois de um bate papo com seus pais já tava tudo decidido. Soraepo University ia ser o destino. Fácil? Não era jamais. Só que muito mais experiente, com 31 anos, Taeyang já sabia o que queria da vida. Teve que largar o trabalho de professor, mas continuou o de desenvolvedor. Dava pra conciliar as coisas e trabalhar nas horas vagas, porque ganhava uma grana boa como isso. Pediram muito pra pagar o mestrado, então resolveu deixar, porque pelo menos dava pra economizar. Processo seletivo chatinho viu. Não foi tão fácil conseguir essa vaga, mesmo não sendo um bolsista, mas deu tudo certo. A concorrência era boa, todo mundo muito inteligente, mas a força de vontade falou mais alto. Seria um estudante de novo e daria seu melhor.
Começaria no primeiro semestre de 2022, mas já tinha que se mudar, porque organizar as coisas não era simples. Quem precisava gastar com lugar caro? Queria pagar pelo menos a casa e suas outras coisas. Uma vaguinha na república Crab veio na hora certa e agora era sua nova home sweet home, cheia de gente nova que não conhecia. Estaria pronto pra vida acadêmica de novo? Boa pergunta.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do sul + coreano.
Curso e período: Segunda graduação em Medicina, 6º período, bolsista.
Clube ou esporte: Teatro.
Moradia: República Crab, quarto 2.
Personalidade: Empático, amigável, sensível e controlador.
Biografia.
Trigger Warning: abandono parental.
Quando Daeshim nasceu, foi como a honra e glória da família Heo, finalmente nascia um herdeiro para o clã, alguém pra seguir os passos de Heo Hanseo. A felicidade do homem durou pouco no entanto, pois antes mesmo de sair do hospital, os médicos descobriram uma falha congênita no coração da criança, algo que não tinham sido capazes de identificar antes nas ultrassons. Com a mesma ferocidade da alegria por ter o herdeiro, veio a raiva de que esse tinha vindo com uma falha, um defeito, que com certeza era culpa da mãe na cabeça do homem.
Demoraram anos pra que o pequeno Daeshim visse o pai de novo. Havia crescido em sua maior parte dentro do hospital, seu coração muito fraco pra que pudesse se aventurar pra muito longe dali. As enfermeiras eram como várias mãe pra ele, pra ocupar o lugar daquela que mal podia lhe visitar já que cuidava da filha mais nova. A pequena filha havia nascido 2 anos depois dele e completamente saudável e mesmo sendo muito pequeno, aos 6 anos de idade Daeshim já tinha entendido que não era desejado.
Só aos 16 anos de idade o pequeno rapaz veio ver o pai pela primeira vez, no dia antes do transplante de coração que os médicos até agora prometiam que iriam mudar sua vida. Ele já tinha passado por 12 cirurgias em sua vida, 4 lhe preparando exatamente pra'quele transplante, sem o qual provavelmente não conseguiria viver mais um ano sequer. Hanseo, no entanto, não tinha ido ali pra desejar boa sorte ao filho ou dizer que ele seria bem vindo em casa assim que tivesse se recuperado. Pelo contrário, diferente de todas as expectativas de Daeshim, ele estava ali pra lhe avisar que havia feito todos os preparativos pra que caso o filho saísse vivo dali, fosse estudar no exterior e nunca tivesse contato com eles de novo.
A visita do pai foi tudo que Daeshim precisava pra ter certeza de que não tinha família para além daquele hospital nem nunca tivera, então quando finalmente se recuperou, decidiu seguir os passos das únicas pessoas que pareciam ter lhe amado naqueles anos. Conseguiu o dinheiro com o pai pra entrar numa faculdade de Enfermagem contanto que nunca contatasse os irmãos, a mãe ou o pai de novo, o que ele aceitou com facilidade.
Uma vez terminado o curso de enfermagem, engatou imediatamente num curso de medicina já que ganhou uma bolsa por causa da sua pesquisa na faculdade. Decidiu pelo curso por causa dos muitos anos de cuidado intensivo no hospital, querendo muito mais aprender mais sobre o curso do que trabalhar na área. Hoje tenta equilibrar o curso com o trabalho de meio período como enfermeiro.
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Faceclaim: Jessica Jung - Solista.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Oh Miyoung, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 09/09/1991, 30 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Direito, 2° período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: República Crab, quarto 1.
Personalidade: Calculista, reticente, independente e fantasiosa.
Biografia.
Trigger Warning: negligência parental.
Miyoung soube que passaria a vida toda escrevendo no momento em que criou um blog com treze anos de idade. O domínio virtual tornou-se um refúgio, em que por anos compartilhou sua visão do mundo, por mais ingênua e atrapalhada, antes mesmo de saber a diferença entre prosa e poesia. Se a perguntassem, diria que não se passava de um hobby desenvolvido para curar o tédio - crescendo com o nariz sempre em um livro e profundamente perdida na própria imaginação, não é surpresa que gostasse de inventar histórias. Mas com o tempo passou a identificar a frenesia de seus pensamentos e palavras como uma urgência em exceler em uma mídia de tradução e expressão da vida. Era difícil se satisfazer com o titânico trabalho de apenas viver, pelo menos da maneira exigida por seus pais - toda a grana e poder que tinham faziam com que se sentissem reis de um império particular, e Miyoung tinha um único e claro papel em sucedê-los. Numa guerra silenciosa, os primogênitos se desgostavam cada vez mais da garota enquanto a mesma tentava resistir sem o apoio e afeto de quem jurava ter de forma garantida.
A decisão de não ir para a faculdade foi escandalosa para a família. Com zero apoio dos pais, fora tecnicamente cortada da família e todos os benefícios que vinham com seu sobrenome, mas Miyoung fez bom uso do tempo livre se dedicando à trajetória de se tornar uma autora e poeta publicada. Não queria mais que as atualizações no blog permanecessem acessíveis apenas para seus próprios olhos, e começou a expandir sua paisagem virtual curtida por curtida. No entanto, Miyoung descobriu que era fácil publicar um livro, difícil era fazê-lo vender. Os primórdios de sua idade adulta foram corridos entre todo seu trabalho frustrado, nunca realmente conseguindo quebrar as paredes para o estrelato. Mesmo assim, aguentou até a última gota, guardando para si tudo que lhe restava de orgulho e ambição como se fosse a única coisa lhe aquecendo à noite, mas aos vinte e nove anos teve o veredito: precisava aceitar que estava em falência e com o coração quebrado de uma maneira que lhe fez sentir uma criança ingênua e tola novamente.
A pior opção era recorrer aos pais, mas as altas chances de se reestruturar financeiramente anulavam as altas chances de uma piora de sua saúde mental. Concordou em tentar ser a filha que sempre quiseram ter, por mais que tarde, para poder ser bancada novamente, começando por sua formação. Apesar do constrangimento, Miyoung cuida bem de sua confiança, a única e improvável sobrevivente de todos os seus desastres, e tenta se lembrar frequentemente que isso não é uma desistência - muito pelo contrário, é um desvio inteligente (e obrigatório) em seus planos.
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Faceclaim: Irene - Red Velvet.
OOC: +18, ele/dele.
Nome completo e gênero: Kim Nabi, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 24/10/1994, 27 anos.
Local de nascimento e etnia: Daegu, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Direito, 4º período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: República Crab, quarto 5.
Personalidade: Persistente, esforçada, temperamental e assustada.
Biografia.
Trigger Warning: violência (doméstica, contra mulher), machismo, alcoolismo, aborto.
Nabi nasceu em uma família simples no interior de Daegu, a filha mais velha de cinco filhos. Durante sua infância, foi ensinada como ser uma boa menina, uma boa esposa, uma mulher recatada que serviria para fazer uma família feliz e saudável. Tinha vontade de sair dali e ter um futuro que não fosse só “casar e ter filhos”, mas o que podia fazer? Ao menos tinha notas boas e fazia questão de estudar bastante. Quem sabe, um dia, desse frutos.
Quando estava quase se formando no ensino médio, conheceu a pessoa que se tornaria seu namorado no futuro. Bonito, inteligente, cheio de lábia, e dez anos mais velho. A diferença de idade não foi um incômodo para seus pais, e poucos meses depois dela se tornar adulta, eles se casaram.
Então começou o inferno na vida de Nabi.
Ele era um empresário bem sucedido. Os dois primeiros anos foram bons, apesar de hoje em dia ela ver claramente os sinais vermelhos logo no começo, mas assim que a primeira traição foi descoberta, ele não fazia mais questão de esconder o monstro que era. Xingamentos e gritos logo se tornaram tapas e socos, e morando em Gwangju, longe dos pais, o que ela poderia fazer?
A sua esperança de algo melhor veio aos 23 anos, quando descobriu sua gravidez. Tiveram poucos meses de felicidade, comprando algumas coisinhas para o bebê que viria, escolhendo nomes, e Nabi teve a ideia errada de que tudo ficaria bem a partir dali. Ah, como errou. Estava no terceiro mês de gravidez quando, após beber muito uma noite, o marido voltou a agredi-la, uma agressão tão intensa que causou a perda prematura do bebê.
Aquela perda não causou apenas a tristeza na mulher, mas também o ódio, e finalmente teve o impulso que precisava para mudar. Pouco após sair do hospital, juntou todo o dinheiro que tinha guardado do marido, as roupas que podia e fugiu, deixando apenas os papéis do divórcio em casa.
Não sendo aceita na casa dos pais e sem uma formação superior, ela procurou poupar o máximo que conseguia, conciliando trabalhos de meio período com seus estudos. Queria entrar em uma universidade, mas precisaria de uma bolsa. No meio a todos os trâmites legais do divórcio, decidiu denunciar as agressões constantes, o que não deu em nada. Isso foi o que a fez decidir por Direito - queria se tornar uma profissional excelente para por vagabundos como seu ex marido na cadeia.
Tentou quatro vezes até conseguir ingressar na Soraepo. Tinha guardado dinheiro o bastante para se sustentar por alguns anos, e poderia se dedicar aos estudos plenamente se continuasse controlando os gastos e fazendo trabalhos de meio período nas férias e uma vez ou outra.
Não ligava de usar roupas de brechó ou usar roupas antigas, nem de algumas vezes dispensar saída com colegas de faculdade para poupar. Estava ali para estudar, e é o que ela fazia desde que havia entrado na universidade. Sempre vivia atrás dos seus professores e na biblioteca, com a cara enfiada em um livro. Talvez estivesse velha, mas estava aprendendo a sonhar alto. Advogada, promotora, um dia juíza, talvez?
Algumas vezes se pegava sonhando com as possibilidades que o futuro lhe reservava. Ainda mais agora, que sabia que tinha um futuro.
Local de nascimento e etnia: Taipei, Taiwan + chinesa/taiwanesa.
Curso e período: Primeira graduação em Medicina Veterinária, 5° período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: República Crab, quarto 9.
Personalidade: Extrovertida, brincalhona, instável e irritante.
Biografia.
Trigger Warning: gravidez na adolescência, abandono na gravidez, bullying.
Ziyu teve uma vida muito comum em Taipei, nascida e criada em uma família de classe média onde as brigas não passavam de discussões pelo controle da tv ou um ou outro momento em que o dinheiro apertava por conta de mimos. Não tinha muito o que reclamar, por 14 anos, sua vida foi tão normal quanto a da maioria das pessoas.
Conheceu um garoto mais velho na escola, e depois de um tempo, desenvolveram um relacionamento. Eram novos, mas quem nunca teve um namorico na escola? O problema era que, enquanto Ziyu tinha 14, Deshi já tinha 17 e era filho de um grande político local. Para piorar, o garoto odiava o pai, e não foi difícil fazer a cabeça da menina com suas ideias e manipulações emocionais. Ziyu o seguiu, demonstrando nas redes sociais e nos seus discursos com amigos a sua raiva pelo político e fazendo tudo o que Deshi pedia. O político descobriu sobre o relacionamento e se opôs, o que incentivou Deshi a usar mais uma vez a menina em suas brigas internas: Ziyu entregou-se de corpo e alma, ignorando as conversas que teve com os pais quanto a preservativos.
Depois de alguns meses, confirmou que havia engravidado, passando a informação com felicidade para o namorado. Primeiro o garoto pareceu feliz e disse que se casariam, mas a discussão em casa foi maior, e a exposição usando a menina na internet para atacar o pai prejudicou Ziyu mais do que o político. Deshi foi taxado como um irresponsável e rebelde filho, enquanto Ziyu foi taxada como uma prostituta, o que afetou profundamente sua saúde mental. Deshi sumiu, ignorando todas suas mensagens e as vezes que aparecia na porta de sua casa, e a única coisa que o casal Lin podia fazer para proteger a filha era que se mudassem.
Ziyu foi para Eslovênia com a família inteira, longe do país natal e torcendo para que seu nome fosse esquecido. Teve dificuldades com o idioma, mas acabou se adaptando, e por mais que ainda houvessem olhares desagradáveis por conta da gravidez, a chinesa foi infinitamente mais bem recebida naquele pequeno país. Aborto não era uma opção, mas ficar com o bebê também não, então tratou de colocar a criança no sistema de adoção assim que o teve, sequer olhando para o seu rosto. Ziyu queria uma nova vida.
Até a metade de 2019 viveu no país gelado e conseguiu abandonar a nacionalidade chinesa para se tornar uma cidadã norueguesa, mas logo que recebeu os documentos, procurou por outras opções de universidades, na Coreia, país que nutria uma enorme admiração devido aos doramas e já havia feito aulas do idioma. Soraepo foi a escolha mais sensata para a condição financeira da família, e foi embora no meio do ano, começando a graduação uma semana depois que chegou ao país.
Quando não estuda, trabalha meio período em todo local que a contratasse, desde aulas de mandarim, aulas de língua eslovaca, até mesmo atendendo em lojas de conveniência, para tirar pelo menos um peso financeiro do bolso dos seus pais.
Bem vinda a rua Ganseok, @GS95HD ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Kang Seulgi - Red Velvet.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Han Dasom, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 10/05/1995, 26 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Pedagogia, 6º período, bolsista.
Clube ou esporte: Vôlei, ponteira.
Moradia: República Crab, quarto 3.
Personalidade: Protetora, compreensiva, irritadiça e insensível.
Biografia.
Trigger Warning: abandono parental.
Dasom não conhece seus pais. Foi deixada em um orfanato com poucos dias de vida, com nada além da data de nascimento e o nome escolhido escritos em um bilhete. Nunca soube lidar muito bem com a rejeição, principalmente sem saber os motivos pelos quais havia sido abandonada, então cresceu nutrindo muita mágoa e sendo um tanto retraída. Sempre teve poucos amigos e não confiava nas pessoas com facilidade, mesmo aquelas com quem convivia há muito tempo. Por outro lado, seu senso de comunidade era muito forte e fazia o que fosse necessário para preservar as pessoas das quais gostava, muitas vezes assumindo a culpa de problemas que não tinha responsabilidade alguma. Desde cedo se mostrou muito protetora e cuidadosa com aqueles que julga mais vulnerável do que ela e nunca teve medo de desafiar figuras de autoridade para isso.
Conforme crescia, ia se apegando mais aos órfãos mais novos do local, sempre ajudando as funcionárias a cuidar das crianças. Tinha uma paciência excepcional com elas, coisa que não tinha com mais ninguém, e ouviu muito que tinha um dom para lidar com aquele tipo de trabalho. Sendo mais pessimista do que sonhadora, Dasom não tinha muitas expectativas quanto seu futuro, mas a ideia de trabalhar com crianças lhe agradava lá no fundo. Enquanto era conhecida por ser doce e amorosa com os bebês, vivia se metendo em confusão com as pessoas da sua idade, e por vezes tomou advertência da diretoria do orfanato.
Com 18 anos, foi obrigada a deixar o local onde morava. Passou a trabalhar como garçonete em uma cafeteria durante o dia e em uma boate durante a noite, vivendo em uma pensão com outras várias garotas na mesma situação que a sua. No pouco tempo livre, tentava conseguir trabalho como babá, mas não tinha referências, o que tornava a tarefa muito mais difícil. Guardou dinheiro por muito tempo e tentou o vestibular por vários anos seguidos até conseguir uma bolsa no ano em que completaria 23 anos, entrando para o curso de Pedagogia. Ainda é do tipo que explode com facilidade e isso é um fato bastante conhecido pelas pessoas com quem convivem, e por isso lhe foi recomendado praticar algum esporte, onde Dasom escolheu o vôlei.
Nome completo e gênero: Choi Seungjun (Zhou Xiangwei), cismale.
Data de nascimento e idade: 10/10/1998, 23 anos.
Local de nascimento e etnia: Chengyang, China + sino-coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Jogos Digitais, 1° período, bolsista.
Clube ou esporte: Clube de Espiritualidade, Ocultismo e Assuntos Esotéricos.
Moradia: República Crab, quarto 10.
Personalidade: Sagaz, impulsivo, afetivo e sincero.
Biografia.
Trigger Warning: xenofobia, morte, acidente de carro, LGBTQ+fobia.
Choi Seungjun nasceu saudável, sendo fruto de uma one night stand entre a meretriz chinesa e o empresário coreano. O garoto não conheceu seus pais biológicos, seu parto foi precário e por pouco nasceu, mas assim que recebeu o milagre da vida foi abandonado em um orfanato como se não fosse nada. Seungjun teve a sorte de ser adotado por um casal chinês ainda estando bebê, e recebeu o sobrenome da família e nome escolhido por sua, agora, mãe. Zhou Xiangwei. Depois de um ano a mulher engravidou, e Xiangwei não podia ficar mais feliz por ter um irmãozinho mais novo para brincar consigo, já que o filho biológico de sua progenitora não era muito do tipo que iria brincar com seu irmão adotado.
Xiangwei descobriu na adolescência como o mundo poderia ser cruel, sentiu na pele a xenofobia que sofria na escola. Não entendia o motivo, até sua mãe explicar para si que o garoto na verdade não era 100% chinês como imaginava ser. Nunca teve contato com a cultura coreana, e sempre que perguntava algo para os pais não recebia uma resposta exata ou uma olhadela de reprovação de seu pai. Seu único amigo verdadeiro era seu irmão mais novo, Shaoqiang, além de sua mãe - esta a qual o garoto possuía uma conexão mais forte.
Depois do acidente de carro da mulher, era inegável afirmar que Xiangwei estava cada vez mais depressivo e cada vez menos como costumava ser. Sempre que mencionava a mulher, era repreendido por seu pai, e as coisas só pioraram depois que Xiangwei se assumiu pansexual. Para seu pai, aquilo era uma atrocidade e algo inaceitável. Por isso, e pela vontade de conhecer mais sobre a cultura do país que corria em seu sangue, Xiangwei seguiu seu irmão mais novo para a Coréia e aplicou a prova para entrar no curso de Jogos digitais, onde logo conseguiu uma bolsa. Não imaginava que seu irmão estava na universidade rival a sua, mas isso não seria um problema para eles.