Local de nascimento e etnia: Ansan, Coreia do Sul + coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Educação Física, 4° período, bolsista.
Clube ou esporte: Basquete, reserva.
Moradia: República Crab, quarto 4.
Personalidade: Simpático, esforçado, inseguro e perfeccionista.
Biografia.
Trigger Warning: morte, abandono familiar afetivo e homofobia.
Im Chanwoo nasceu na cidade industrial de Ansan, só três minutos depois do irmão gêmeo, Jisoo. Os pais trabalhavam nas indústrias perto da casa da família, que não ficava muito distante da orla da cidade. Os dois cresceram em relativa paz apesar do dinheiro da família estar sempre no limite. Até aquele dia esquisito de verão em que acabou no afogamento do irmão aos dez anos de idade.
Chanwoo passou a ser um completo estranho dentro de casa. O pai transformava o luto em raiva, descontando nele e o culpando por não salvar o irmão – e ele concordava que tinha culpa, embora não tivesse. A mãe, por outro lado, mantinha o afeto que sentia por ele preso no olhar, incapaz de amar de verdade o menino que se parecia tanto com o filho morto dela. Não fazia sentido, mas a mente humana raramente fazia, mesmo. O que eles não enxergavam é que Chanwoo também tinha perdido sua outra metade e com ela perdeu todo o resto da família.
Mais tarde, na adolescência, começaram as comparações. "Seu irmão teria uma nota melhor", "seu irmão iria melhor no vôlei", "seu irmão era melhor nisso". E a melancolia dele foi se transformando em raiva. Não dava para saber o que o irmão teria se tornado, mas Chanwoo continuava sendo comparado a ele, como desculpa pela falta de apoio e de afeto dos pais. Percebeu rápido que se quisesse conquistar qualquer coisa na vida, teria que fazer ele mesmo. Encontrou refujo na dança e começou a trabalhar para pagar as próprias aulas, os figurinos, os workshops. Desde cedo, fazia todo tipo de bico além dos trabalhos fixos de meio período, mas pelo menos ainda tinha um teto e comida pelos quais não precisava pagar.
No fimzinho do ensino médio, um professor o viu beijando o quase-namorado da época e, com a descoberta, o pai pode concretizar o que queria há muito tempo: expulsar Chanwoo de casa. "Seu irmão não seria um viadinho". Chanwoo quis gritar que o irmão tinha sido a primeira pessoa a aceitar ele, naquele mesmo verão. Também tinha sido a primeira pessoa a fazê-lo entender, com a lógica infantil que tinha, que era possível gostar de meninos e meninas igual. Em vez de fazer guerra, simplesmente pegou as coisas e saiu de casa.
Terminou a escola como um dos melhores alunos e não viu sentido nisso, nem na cerimônia de formatura solitária, nem no teto do quartinho de goshiwon mofado que conseguiu alugar com muito custo. Tentou viver por um ano em Seul, aprimorou a dança e perdeu um pouco mais da dignidade com bicos mais… adultos. Nem a vida de cidade grande o satisfez. Pagar de gogoboy em despedida de solteiro não era bem onde Chanwoo queria ir com a carreira de dançarino, por isso se esforçou mais para entrar na Soraepo University como bolsista.
A escolha por Educação Física com ênfase em dança foi óbvia e desde o primeiro momento na universidade, fez questão de participar de todo evento e projeto que podia, além de dar seu máximo nas aulas teóricas e práticas apesar de todo o cansaço e da sensação constante de que estava falhando. Como dizem, você entra na universidade se sentindo o melhor e a realidade te faz humilde. Apesar disso, estava feliz de verdade.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS90NG ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Wonho - Solista.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Pang Namgung, cismale.
Data de nascimento e idade: 16/04/1990, 31 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coréia do Sul + coreano.
Curso e período: Educação Física desde o segundo semestre de 2017.
Histórico: Educação física + mestrado em treinamento despostivo voltado para esportes de alto rendimento.
Clube ou esporte: Basquete.
Moradia: Externo.
Personalidade: Dedicado, compreensivo, pessimista e teimoso.
Biografia.
Trigger Warning: alienação parental, fanatismo religioso, menção à agressão e abuso infantil.
O ano de 1990 foi marcado por muitas situações, boas e ruins. Mas nenhum desses acontecimentos fora tão importante para a família Pang, 1990 foi o ano de nascimento do primogênito da família. Namgung foi o nome dado ao menininho bochechudo e cheio de energia que nasceu, quase sempre quieto em seu berço, mas era só bater a fome que se tornava um verdadeiro escandaloso. Seus pais tinham algumas peculiaridades, o fanatismo religioso que os dois possuíam privava Gun (e alguns anos depois sua irmãzinha) de muitas coisas. A escola era uma delas, ambos achavam que o ensino pregado não estava de acordo com a religião que seguiam, era errado, e por isso ensinaram as crianças em casa. Brincar com os amigos? Quase impossível, o casal não queria que ninguém tirasse os dois filhos do caminho que achavam correto.
Haviam aprendido a ler muito tarde, a escrever mais ainda, tudo no tempo que os pais achavam certo. Mas nenhum dos dois pensava sobre o atraso causado às crianças, a falta de um ensino preciso que os levariam a uma formação futura. Não, as escolas estavam erradas. Tal fanatismo aos poucos acabou afastando também o resto da família, principalmente os avós, a quem Gun era tão apegado. Vivia isolado, vendo a vida passar pela janela da sala quando lhe era permitido tal coisa. Mas Namgung não entendia aquela religião, não conseguia entender porque diziam ser algo bom se os afastava daqueles que amava. Aos poucos, virou uma verdadeira tortura participar daqueles cultos, suas tentativas de fuga sempre eram rebatidas com um castigo severo, as marcas das surras ficavam visíveis por dias em sua pele. Foi num momento de distração dos pais que Gun ligou para os avós, contando tudo o que havia acontecido nos últimos anos. Namgung só não contou sobre as vezes em que o pai tentou entrar no quarto da irmã, havia prometido para Sohee que aquele seria um segredo entre ambos.
Mas não esperava que tudo aquilo fosse acontecer. Tinha tantas pessoas entrando em sua casa, levando seus pais a força, não queria que fosse daquela forma. Ao mesmo tempo, sentia alívio em finalmente poder ver a luz do sol, sentir os raios em sua pele. Depois de comprovada a insanidade do casal, os irmãos ficaram em definitivo com os avós após uma decisão judicial, estes que acabaram por cuidar dos ferimentos de Gun e os traumas causados pelos anos em confinamento. Foi matriculado em uma escola convencional e logo o atraso ficou evidente, Gun era sempre o mais velho em sua turma, mas conseguiu avançar até a série compatível com sua idade com muito esforço e trabalhos extras, seus avós eram muito conhecidos na região e por isso a pequena escola acabou ajudando o garoto e sua irmãzinha a não ficarem para trás e deixados de lado pelos outros alunos.
Foi no esporte que Gun conseguiu fazer amigos de verdade, ele havia se apaixonado pelo basquete e a magia da bola laranja. Ser o mais alto também facilitava seu desenvolvimento e aptidão. Chegou a participar de alguns torneios interescolares, e foi justo no jogo mais importante que tudo havia dado errado. Um esbarrão em uma bola decisiva tirou o equilíbrio de Gun e, ao pisar no chão, sentiu como se seu joelho tivesse explodido. O grito ecoou pela quadra e não demorou para que percebessem que havia algo terrivelmente errado. O rompimento dos ligamentos de seu joelho direito pôs fim em seu sonho de um dia ter sucesso no esporte. O pós operatório foi extremamente difícil e a fisioterapia pior ainda, aquilo foi minando a confiança de Namgung e sua cabeça o fez decidir que nunca mais voltaria a jogar, não conseguia mais correr como antes, jogar como antes.
Mas ainda amava o esporte, por isso traçou outro plano em sua vida: seria treinador. Por isso foi direto para a faculdade quando terminou o ensino médio, coletou o máximo de informação e experiência como assistente técnico, preparador físico e até massagista, quando se especializou em treinamento desportivo, Gun tinha uma vasta bagagem de conhecimento que o auxiliou a concluir seu mestrado em esportes de alto rendimento. Teve a sorte de conseguir um lugar no corpo docente na mesma instituição que o formou e é com muito orgulho que veste a camisa da Soraepo há cerca de três anos.
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Faceclaim: Woodz - Solista.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Charles Lawrence Lim, cismale.
Data de nascimento e idade: 14/08/1997, 24 anos.
Local de nascimento e etnia: Toronto, Canadá + coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Medicina Veterinária, 8° período.
Clube ou esporte: Basquete, Ala.
Moradia: República Crab, quarto 6.
Personalidade: Honesto, empático, relaxado e esquecido.
Biografia.
Desde que se lembra, Charles teve muito contato com animais, de muitos tipos, grandes, pequenos, diferentes e os de companhia (cães e gatos etc). Sua família paterna possui um grande rancho onde criam cavalos e a de sua mãe tem posses de pequenas fazendas para colheita e criação de animais. Com este contato, que veio de muito cedo, foi-se criando um amor imensurável pela vida desses bichos, algo que já fazia parte de seu cotidiano.
Crescido em meio a cidade grande que era Toronto, onde morava em um apartamento que proibia cachorros ou outros animais domésticos de grande porte, tinha seus únicos momentos de companhia quando viajava ao interior visitar os avós. Sempre presenciava os cuidados, e até ajudava seu avô a lavar os cavalos e os alimentar. Definitivamente eram seus animais favoritos, com 15 anos foi presenteado com o próprio, um lindo paint horse. Um cavalo de pelagem marrom e grandes manchas brancas, o havia nomeado como “Rain” em homenagem à égua de “Spirit”.
Conforme o seu amor ia crescendo junto a si, sabia que seria algo pra vida toda e que gostaria que se transformasse em seu trabalho um dia. Foi quando conheceu a medicina veterinária, sua futura profissão.
Se lembrava da grande conversa que teve com seus pais sobre isso, sobre sentir que era o que tinha que fazer, e consequentemente acabar com os planos de mais um engenheiro na família. Charlie nunca se deu tão bem com números, ou desenhos etc apenas e principalmente com os animais. E apesar de não acharem a ideia lá das melhores, e que se ele queria mesmo fazer medicina, poderia fazer algo voltado à cardiologia como outros parentes ou até mesmo virar um cirurgião plástico como sua mãe gostaria… seus familiares sabiam tanto quanto ele que era o que Charles deveria seguir, a sua vocação.
Cursou os seis primeiros semestres do curso na University of California (UOC), nos Estados Unidos. Era um dos maiores exemplos de formação de medicina veterinária, e foram os anos mais loucos aka divertidos da vida de Charlie. Até decidir se transferir para a universidade Soraepo, uma instituição coreana, onde metade da segunda geração de sua família materna se formou, inclusive a própria mãe. Era como uma nova tradição da família Lim, que sempre quis participar.
Hoje, após dois anos da mudança de país, com os avós pagando a faculdade e os pais, seu dormitório, decidiu ainda assim arrumar um emprego de meio período, apenas para não viver ainda as custas deles. No futuro, trabalharia na própria clínica, sabia disso.
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Faceclaim: Lisa - BLACKPINK.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Blake Norwood, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 23/03/1999, 22 anos.
Local de nascimento e etnia: Koh Samui, Tailândia + tailandesa-americana.
Curso e período: Primeira graduação em Design de Moda, 3º período.
Clube ou esporte: Basquete, ala-armador.
Moradia: República Shrimp, quarto 11.
Personalidade: Egocêntrica, impulsiva, sociável e corajosa.
Biografia.
Trigger Warning: menção a incêndio.
A história começa num concurso internacional de beleza, quando o americano empresário e dono do hotel que sediava o evento colocou os olhos na bela competidora tailandesa e decidiu que a miss seria sua terceira esposa. A conquistou facilmente, como qualquer outro objetivo já traçado em sua vida, mas não pôde contrariar a mulher quando a mesma exigiu que a única filha do casal nascesse na Tailândia, para manter suas origens. Mesmo com a nacionalidade americana concedida por seu pai, Blake cresceu em contato frequente com a ancestralidade e valores da mãe asiática. Viveu uma ótima infância, rodeada de todo o luxo e conforto. Nunca lhe faltou nada, muito menos afeto por parte dos pais, que mesmo com agendas lotadas e rotinas aceleradas, dedicavam seus esforços ao máximo para manter a família unida e presente. Possuía uma relação de admiração e aprendizado com ambos, que lhe apresentaram diversos modos de aproveitar a vida.
Blake tornou-se uma jovem despreocupada e livre, sem muitas responsabilidades nas costas e nada a temer. Muitos diziam que os melhores atributos de seus progenitores haviam se unido harmonicamente nas características da garota, que carregava a postura imponente e assertividade do pai, além da doçura e lábia invejável da mãe. Assim ela alcançou seu lugar perante a sociedade, presente em diversos meios, criando laços com todo tipo de gente. Um camaleão humano, utilizava sua sociabilidade e cortesia para mover as massas das formas mais convenientes de acordo com os próprios interesses. Nunca cogitou seu jeito como passível de ser considerado egocêntrico, sempre mascarava a possibilidade com seu sorriso caloroso e personalidade alegre. Em sua vida acadêmica, a preguiça era compensada pela curiosidade e busca excessiva pelo fascínio. Ela é hiperativa, o tipo de pessoa que se entendia facilmente ao receber os mesmos estímulos por um determinado período de tempo, fazendo com que sua instabilidade seja frequentemente representada em atitudes impulsivas. Uma garota contente, complicada e extremamente complexa.
Quando já estava acostumada com a rotina de uma universitária da classe alta americana, entre os estudos, festas e todos os privilégios que o mundo ocidendal poderia lhe oferecer, algo ocorreu para mudar sua realidade de ponta cabeça. Um incêndio se alastrou por uma das propriedades da família, e apesar de não ter causado mortes, fez com que a mãe de Blake sofresse queimaduras graves e desfigurantes. A mulher não merecia perder toda a sua beleza e vivacidade em uma situação tão trágica, portanto, seu pai fez questão de buscar os melhores tratamentos para a esposa no país da cirurgia plástica, a Coreia do Sul, e logo toda a família se mudou para lá. Blake se encontra completamente perdida, transferida à uma nova universidade, localizada em uma parte do mundo com uma cultura totalmente distinta, onde só lhe restavam a sorte e sua capacidade de adaptação.
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Faceclaim: IU - Solista.
OOC: +18, ele/dele.
Nome completo e gênero: Kim Julianne, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 23/10/1990, 31 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso que leciona: Publicidade e Marketing desde o primeiro semestre de 2021.
Histórico: Publicidade e Propaganda + pós-graduação (Design Gráfico [UX e UI]) + Mestrado (História da Arte) + Doutorado (Publicidade nas Novas Mídias e Narrativas de Consumo).
Clube ou esporte: Basquete.
Moradia: Externo.
Personalidade: Teimosa, impulsiva, extrovertida e amigável.
Biografia.
Crescida em uma família com boas condições, Julianne sempre teve o que queria quando criança. Nascida em Seul, filha de um sul coreano com uma estadunidense, logo ela teve que deixar seu país natal para morar na nação de origem da sua mãe. Ainda diante das mudanças, ela teve dos pais toda atenção que uma criança poderia ter. Ambos trabalhavam no meio artístico, sendo sua mãe uma roteirista renomada e seu pai um diretor de cinema, totalmente desconhecido em um novo mercado.
Sempre foi influenciada pelos dois nos gostos e atitudes e por isso é bem ligada à arte no geral. Teve uma adolescência tranquila, ou como de costume, cheia de fortes emoções e dramas. Nada que não conseguiu superar com o passar dos anos e o amadurecimento.
Como uma ótima aluna, ela conseguiu nota o suficiente para ingressar na universidade que almejava e antes mesmo de terminar sua graduação já estava atuando no mercado de trabalho. Um pouco é claro pelos contatos que sua família tinha.
Já estava em uma idade avançada na vida adulta quando recebeu a notícia do falecimento de seu pai. Repentino, de fato. Mas o suficiente para deixá-la pensativa sobre a rotina e o estilo de vida que levava. Decidida então a tentar se reconectar com o progenitor, ela largou o país que tinha abraçado como seu lar e voltou para a terra que tinha nascido, que por muito foi lar de seu pai.
Na Coreia do Sul ela continuou trabalhando na área em que se identificava, sempre imersa nos estudos a fim de aprimorar seu conhecimento sobre o assunto mais e mais. Em sua breve vida acadêmica no país ela teve contato com a sala de aula de uma forma diferente. Como palestrante ela pode sentir a emoção de estar lecionando e decidiu então transformar sua vida em uma mudança de profissão.
Apesar do currículo impecável, Julie não tinha experiência ou contatos o suficiente para ser professora em universidades tão tradicionais como a que estava terminando seu doutorado. Em uma de suas palestras ela passou pela Soraepo University, o contato com o departamento da universidade que tinha responsabilidade sobre o curso de Publicidade e Propaganda aumentou, suas visitas esporádicas foram se tornando constantes e a convidada de honra dos professores logo se tornou um membro do corpo docente para agregar ao ensino dos alunos com sua experiência de mercado.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS96JB ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Jaebom (JB) - GOT7.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Kang Jongbeom, cismale.
Data de nascimento e idade: 20/01/1996, 25 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Direito, 3º período.
Clube ou esporte: Basquete, reserva.
Moradia: República Crab, quarto 6.
Personalidade: Exibido, controlador, amoroso e corajoso.
Biografia.
Trigger Warning: acidente de carro, morte.
Kang Jong-beom perdeu a mãe muito cedo, e foi criado com a ajuda dos avós paternos. O pai sempre foi presente na medida do possível, já que assim como todo pai e mãe solo, precisava trabalhar o dobro para sustentar o filho pequeno, além das contas. Com a morte da esposa em um acidente de carro, o pai do pequeno Jong se recusava a casar de novo e assim seguiu sua vida até o filho fazer 10 anos. Arranjou um namoro que durou por três anos. O garoto, por sua vez, crescia saudável com a criação da avó carinhosa, que sempre supriu a figura materna.
Durante o fundamental, Jong-beom foi fazendo muitas amizades e devido sua personalidade alegre mas nem sempre tão fácil de lidar, sendo considerado um tipo de bad boy mas não tão bad assim, se tornou um dos meninos mais populares da escola. Pegou gosto por esportes, e acabou descobrindo que era realmente bom neles, principalmente em basquete o que resultou na bolsa de estudos na Soraepo University. E como queria seguir os passos do pai, resolveu aplicar para Direito.
Passou os dois primeiros períodos quase enlouquecendo, já que por mais que fosse bom nos estudos, não era o primeiro aluno da sala. Para pegar no "tranco" da Universidade, demorou e quase ficou pendurado nas notas. Hoje, ele tomou gosto (Além da obrigação) pelos estudos, e consegue dividir bem seu horário entre aulas, estudos e time. Seu próximo passo é arranjar um estágio, mas tudo isso vai ser um grande depende na sua vida, já que a firma de advocacia que o pai trabalha está quase falindo.
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Faceclaim: Sejun - VICTON.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: River Song, cismale.
Data de nascimento e idade: 10/10/1998, 23 anos.
Local de nascimento e etnia: Ottawa, Canadá + canadense-coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Educação Física, 6º período.
Clube ou esporte: Basquete, pivô.
Moradia: Pousada Maeum, quarto individual 3.
Personalidade: Inconstante, rancoroso, obstinado e protetor.
Biografia.
Trigger Warning: negligência parental.
Ottawa, Canadá, 10 de outubro de 1998. Às nove horas da manhã o vislumbre de um choro de bebê percorria o centro cirúrgico, atingindo os ouvidos da empresária de meia idade e enchendo seus olhos de lágrimas, era a representação viva de mais um de seus sonhos. River Song ganhou vida minutos antes da irmã gêmea nascer, em uma manhã chuvosa, em uma paisagem carregada por nuvens escuras. Seria hilário citar que seu humor constante seria tão condizente com o clima que fazia em sua cidade natal no dia de seu nascimento, e naquela época sua família nem sonhava em tal coincidência. Seus gostos durante a infância eram totalmente voltados ao esporte, toda e qualquer manifestação esportiva lhe cativava. River gostava de correr, pular, chutar, e mais tantas outras coisas de cunho esportivo. Com grande reluta da parte dos pais o menino abdicou de seu tempo livre para ingressar em aulas de basquete, aos nove anos de idade, e desde o primeiro momento que pisou sobre a pista da quadra de basquete o peito ardeu em chamas por tamanha emoção.
A condição mais entediante do pai era que o garotinho aumentasse suas notas na escola, contudo, o que demandava esforço pareceu ser até bem leve visto que havia sido imposto como um desafio, e o pequeno Song adorava ser desafiado. O rosto expressivo e bonitinho ganhava atenção do treinador, o que enchia seu coração de felicidade. Mas os seguintes anos de Song não foram apenas flores em sua equipe juvenil de basquete, o garotinho não tinha muitos problemas nos treinos, longe disso, o verdadeiro problema era aplicar essa desenvoltura toda em seu dia-a-dia. O canadense não era de muitas palavras, pelo menos com aqueles que não tinha intimidade, e quando a adolescência bateu em sua porta os hormônios estouraram como bolhas de sabão bem no rosto dos familiares, estava mais rebelde e sua língua muito mais afiada. A irmã, Zoe, era quem estava constantemente do lado dele por toda a sua adolescência. É, talvez ele fosse um pouco amargurado sim, mas como tudo na vida isso também trazia um significado. Song não era o mais inteligente, também não era o mais esperto e nem queria ser o mais popular, mas então o quê ele tinha para oferecer? Nos treinos e campeonatos locais ele extravasava todo e qualquer sentimento de insegurança ou invalidez que consumia a mente cheia de paranoias.
Aos treze anos começou a demonstrar com mais força sinais de suas inseguranças consigo mesmo, com sua personalidade e aquilo que de fato ele era ou buscava ser. O pai dos irmãos Song era um homem bem sucedido profissionalmente, era bonito e rico, do tipo que chama atenção antes mesmo de abrir a boca, mas nem de longe os filhos poderiam sentir orgulho de ter aquele homem como pai. O mais velho ditava tudo o que deveria ser feito na casa, mandava e desmandava naquilo que acreditava ser seu por direito, era um juiz dentro e fora do tribunal. Se o convívio com o rapaz já não era dos mais fáceis antes, após os hormônios aflorarem na adolescência ele passou a se relacionar de forma muito intensa e instável. Suas relações se baseavam no famoso “8 ou 80”, e River fazia o possível para controlar isso, suas sessões de terapia eram muito regradas, quase como algo sagrado. Mesmo com seus conflitos internos ele tinha amizades fortes, a partir da confiança e intimidade com alguém o adolescente se tornava uma máquina de muitas conversas bobas e risadas incessantes.
O fim do período escolar trouxe grande alívio a ele, não aguentava mais ter que passar pela pressão de disciplinas obrigatórias que não lhe interessavam, era maçante e causavam muitas dores de cabeça. Mas ele sabia que as dores de cabeça haviam apenas começado, a vida adulta lhe chamava e a tão sonhada universidade que ele e a irmã cobiçavam começava a atiçar muita curiosidade no jovem, seria sua oportunidade para finalmente virar um jogador profissional? Foi com esses pensamentos que o desejo pelo curso de Educação Física fora aflorado, estava disposto a partir dali para ter o mínimo de independência que buscava, a ideia inicial era apenas buscar por uma universidade de renome, entretanto, partir em direção ao país que resgatava suas origens e sonhos era ainda mais enriquecedor e prazeroso. Poucos meses após uma discussão com os pais chegou em solo coreano junto da irmã, a partir dali seu único foco era em seu próprio futuro e no da gêmea, os pais já não eram mais responsáveis pelos dois.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS98AP ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Jaehyun - NCT.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Antoni Riziero Park, cismale.
Data de nascimento e idade: 22/12/1998, 23 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do sul + coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Gastronomia, 8º período.
Clube ou esporte: Basquete, Ala.
Moradia: República Crab, quarto 4.
Personalidade: Tagarela, distraído, esforçado e otimista.
Biografia.
Por grande parte da sua vida, Toni sempre disse que o único aspecto seu que puxava a veia italiana de sua mãe era seu nome que, aliás, era uma roleta russa com que sotaque as pessoas usariam, tanto que desistiu de usar Antônio e optou por Toni. As coisas mudaram um pouco, porém, quando o garoto se acidentou. Era uma viagem de família em Busan e era até difícil chamar de acidente de carro tendo em vista que os Park estavam terminando de entrar no carro quando um caminhão os atingiu. Os pais tiveram seus machucados, mas foi a criança que sofreu a maior consequência. Com quase um mês em coma e depois mais vários de fisioterapia. Toni passou um bom tempo no hospital e pela maior parte com vários médicos dizendo não saber se sua recuperação era certa, não dando certeza se o garoto conseguiria andar normalmente um dia.
Essa combinação deixou o garoto com um humor nenhum pouco favorável, afinal, a maioria das crianças sonha em não ter que ir à escola, mas não porque sentia dor sempre que saia da cama. Por um bom tempo, os pais não souberam o que fazer, mas foi a visita da avó materna que deu aquele pontapé para a solução do problema. Começou com ela contando casos da terra de sua família na Espanha, fazendo o garoto querer melhorar para ir lá. Depois, caminhando para o Toni ajudando ela a cozinhar e ganhando bons quilinhos no processo, afinal, a comida espanhola era bem melhor que a que comia no hospital. E então uma coisa levou a outra, sua evolução na fisioterapia foi melhorando e junto com isso, seu humor. O garoto que há uns anos só sabia xingar sua própria situação, agora já era um poço de ânimo para aproveitar um pouco de tudo, inclusive, deixando seus pais com cabelo em pé por isso.
Inclusive, a própria escolha de faculdade de Toni foi uma dessas dores de cabeça. Os mais velhos, afinal, não gostaram nem um pouco quando garoto escolheu cursar gastronomia. Ok, correção, não foi sua escolha. Se dependesse de Toni, o garoto formaria no ensino médio e sairia por ai, trabalhando de restaurante em restaurante e aprendendo um pouco em cada um deles, mas nesse ponto seus pais resolveram segurar suas asinhas. Os mais velhos não concordaram muito com a escolha de curso do filho, mas gostavam menos ainda dele não ter nenhum diploma de curso superior e aí fizeram o acordo, o filho teria que se formar antes de sair solto pelo mundo. Nesse meio tempo, eles tentaram convencer o garoto a fazer algo da vida, mas Toni estava bem apenas aproveitando seu tempo aprendendo um pouco mais, comendo bastante e de quebra garantindo a forma jogando basquete e queimando as calorias a mais que ganhava nas aulas.