Eliza: I didn't drink that much last night.
Angelica: You were flirting with Alexander.
Eliza: So? He's my husband.
Angelica: You asked if he was single.
Angelica: And then you cried when he said he wasn't.

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Eliza: I didn't drink that much last night.
Angelica: You were flirting with Alexander.
Eliza: So? He's my husband.
Angelica: You asked if he was single.
Angelica: And then you cried when he said he wasn't.
chapter twenty-five is almost finished :)Â
JFKFFKSFJRJJS
i think that wilbur would ship jamilton đđđ
Did the Hamil children not get along?
As far as Iâm able to tell, they had a pretty standard sibling relationship with each other, with the exception of Alexander Jr. His siblings (his brothers, at least) REALLY seemed to resent him as they got older.
His brother James Alexander had written some passive-aggressive things about him that implies he was flighty/mostly estranged (only coming around when he wanted something), leaving James to pick up his responsibilities in regards to managing the estate and trying to pay off their fatherâs debts. I heard the theory that it was because Alexander Jr. went to Spain, but he didnât head to Spain until shortly before the War of 1812 almost a decade later, so I donât think thatâs it.
Phillip II said similar things, but he was particularly furious about Alex Jr. taking some old documents of their dadâsâapparently out-of-the-blue and without telling anybody or asking permission. And William S. Hamilton moved all the way across the country to Wisconsin and Illinois alongside the gold rush hype, but for all we know he decided to leave because he couldnât stand Alex Jr. either. Their family dynamic seemed very strained and stressful.
Os mais velhos trazem o "novo" Ă FĂłrmula 1
Esse Ă© um breve artigo de opiniĂŁo que reflete apenas minha visĂŁo enquanto espectadora e torcedora da FĂłrmula 1, enquanto esporte automobilĂstico. Meu objetivo nĂŁo Ă© fazer juĂzo moral das decisĂ”es de fĂŁs e atletas, mas levantar questionamentos e um debate saudĂĄvel sobre esporte, polĂtica e F1.
Em qualquer Ă©poca da humanidade hĂĄ sempre um foco na juventude. Seja numa visĂŁo mais negativa, observando os defeitos ou questĂ”es que podem resultar em adultos problemĂĄticos, ou em uma perspectiva mais elogiosa, ressaltando a criatividade, inteligĂȘncia e intrepidez dos mais jovens. A questĂŁo Ă© que se espera algo da juventude, sempre. E isso nĂŁo Ă© diferente nos esportes.
Atletas tem usado suas plataformas para quebrar padrĂ”es e suscitar diĂĄlogos relevantes para a sociedade muito antes das redes sociais. Podemos citar Tommie Smith e John Carlos, dois medalhistas olĂmpicos, negros e estadunidenses, que fizeram histĂłria ao subir ao pĂłdio com os punhos cerrados para o alto em protesto contra o racismo. Lembrar Dennis Rodman, que em seu auge na NBA nĂŁo deixou de aparecer com seus looks coloridos e ousados, misturando diversos estilos de roupas e transitando entre o que se considera feminino e masculino, em uma Ă©poca em que os padrĂ”es de gĂȘnero eram ainda mais demarcados. Ou falar de uma atleta renomada, atualĂssima e tenista premiada, Naomi Osaka, que tem usado suas redes sociais e os prĂłprios torneios de tĂȘnis para denunciar a morte de afro-americanos nos Estados Unidos pela polĂcia.
Existem centenas de exemplos, de homens e mulheres, que se manifestam contra imposiçÔes sociais, padrÔes arcaicos e limitantes, e preconceitos dentro do esporte. E hå de se ressaltar que essa visão do esporte e do papel do atleta em denunciar as injustiças só cresce, até porque o esporte, as quadras, autódromos e as relaçÔes humanas e profissionais não se dão fora da sociedade, se dão dentro dela, no espaço que criamos e reproduzimos. Logo, se em nossos cotidianos, em nossas relaçÔes afetivas, de trabalho, estudo e familiares encontramos racismo, machismo, sexismo, pensamento limitantes e indiferença, não é surpreendente que nos ambientes esportivos o mesmo aconteça, o que leva a atletas a se posicionarem cada vez mais.
AlĂ©m desses, existem outros fatores que poderĂamos falar aqui: a capitalização de movimentos sociais e pautas identitĂĄrias, o interesse das marcas e seus representantes nessas temĂĄticas, o papel das redes sociais e a cultura do cancelamento (que nĂŁo acredito que exista realmente, como esse bicho de sete cabeças que pintam, mas famosos verdadeiramente se assustam por isso, entĂŁo deve ser considerado). Contudo, Ă© inegĂĄvel uma crescente no interesse e na vivĂȘncia desses temas, especialmente por atletas mais novos, que vem adentrando gradualmente suas categorias e mudando as temĂĄticas e as relaçÔes fora dos gramados, das pistas, das piscinas, etc. E entĂŁo, que surpreendente Ă© observar a FĂłrmula 1 e notar um movimento oposto.
A mĂ©dia de idade do grid 2021 Ă© de 26,4 anos. Uma pessoa de 26 anos Ă© considerada um jovem adulto. Mas essa mĂ©dia pode ser melhor discutida se considerarmos que alguns pilotos, como Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, se aproximam ou jĂĄ passam da casa dos 40 anos. EntĂŁo Ă© melhor que citemos os mais jovens, considerados o futuro da categoria, para que nĂŁo fique dĂșvidas de que eles sĂŁo parte expressiva do grid: Max Verstappen, Charles Leclerc, Lando Norris, Mick Schumacher, Lance Stroll, Nicholas Latifi, Yuki Tsunoda, George Russell e Nikita Mazepin. Acrescentaria a esses Carlos Sainz e Pierre Gasly, que sĂŁo um tanto mais experientes. Todos tĂȘm 26 anos de idade ou menos, e seguem dando seu melhor na categoria, sendo bons e vorazes pilotos, mas com atuaçÔes que muitas vezes se restringem apenas as pistas e desaparecem quanto a qualquer outro assunto ou âtĂłpico sensĂvelâ.
HĂĄ uma recusa constante em muitos pilotos quanto a se posicionar acerca de questĂ”es ditas âpolĂȘmicasâ no meio da FĂłrmula 1, mas que basicamente abordam temas de Direitos Humanos e inclusĂŁo. Alguns deles demostram entusiasmo por aprender e seguir abordando a temĂĄtica dentro e fora do paddock, como jĂĄ declararam Lance Stroll e Pierre Gasly, enquanto outros preferem ignorar tais questĂ”es, como se nĂŁo falar do assunto fizesse com que ele desaparecesse.
Desde o ano passado manifestaçÔes antirracistas tem se dado antes de cada GP, e alguns pilotos vem se ajoelhando em demonstração de apoio a comunidades marginalizadas por questĂ”es Ă©tnico-raciais, enquanto outros se expressam parados, em pĂ©, usando uma blusa negra com os dizeres âEnd Racismâ (pelo fim do racismo, em tradução livre) escrito em branco. Se em 2020 jĂĄ era difĂcil para alguns se ajoelharem, esse ano uma crise de artrite parece ter atacado o paddock. As justificativas para nĂŁo realizar o ato vĂŁo de razĂ”es socioculturais, a motivaçÔes de imagem â ânĂŁo quero ter minha imagem associada a movimentos polĂticosâ. Isso aponta o carĂĄter abjeto e desnecessĂĄrio que as manifestaçÔes tomaram para grande parte dos pilotos nesse um ano de protestos, e nos faz questionar tristemente a hipocrisia de estar ao lado do Ășnico negro da categoria (Lewis Hamilton), e de outras pessoas racializadas (Alex Albon, em 2020) com uma postura de âeu te apoio cara, sĂł nĂŁo posso fazer nada que permita com que as pessoas realmente vejam issoâ.
Como jĂĄ disse anteriormente, hĂĄ esperança. E fiz questĂŁo de nominar algumas delas, como Stroll, Gasly ou Latifi. VocĂȘs podem buscar as outras. NĂŁo citarei as decepçÔes, porque o critĂ©rio de discernimento Ă© pessoal. Mas dentre os nomes que parecem realmente se importar e atuar ativamente atĂ© sua Ășltima gota e seu Ășltimo momento, estĂŁo Lewis Hamilton e Sebastian Vettel. Ambos jĂĄ se posicionaram sobre diversidade na categoria, racismo, machismo, vida sustentĂĄvel e um ambiente melhor para todos. NĂŁo Ă© uma surpresa que perguntas com essas temĂĄticas recaiam quase que exclusivamente sobre eles nas entrevistas realizadas antes e depois das corridas.
NinguĂ©m espera dos pilotos que larguem suas carreiras e se dediquem ao ativismo, que virem emissĂĄrios das NaçÔes Unidas ou se filem a um partido revolucionĂĄrio (mas fica aqui minha sugestĂŁo). PorĂ©m Ă© quase impossĂvel nĂŁo se questionar porque tĂŁo jovens pilotos sĂŁo extremamente omissos e conservadores quanto aos mais diversos assuntos? Por que nĂŁo tem ao menos o interesse em ouvir a outros e evoluir seus pensamentos? Enquanto muitos esportes tem em seus novos atletas o espĂrito de inovação e renovação, Ă© em alguns dos mais velhos e experientes que a FĂłrmula 1 encontra um sopro de diversidade, de futuro e inclusĂŁo. O que serĂĄ da categoria quando Lewis Hamilton e Sebastian Vettel se aposentarem? O esporte per si Ă© suficiente para atrair os mais jovens Ă categoria? Creio que nĂŁo. E assim, a FĂłrmula 1 tem grandes chances de seguir se assemelhando a um retrato de jovens, brancos e ricos em um clube privado de pilotos.
Jealous
Philip Hamilton X Reader (Smut)Â
hi iâm back. lowkey forgot tumblr existed for a while. I wanna get back into writing so send me some requests if youâd like :)Â
anyways warnings: smut, obviously. and swearing because i like cuss words :)Â
____________________________________________Â
You and your boyfriend Philip walk hand in hand down the street.Â
âWhere are we going again?â You huff, wanting to just go home and do anything but be outside in this heat.Â
âYouâll see.â Philip smiles and gives your hand a soft squeeze. You roll your eyes and continue walking.Â
After another ten or so minutes of walking you reach a small store, âWhat are we doing here?â You ponder, blowing a piece of hair out of your face.Â
âStop asking so many questions.â Philip chuckles and leads you through the store.Â
Burr: She's married
Hamilton: hmm... we can work with that
Burr: She's married to a Brithish officer
Hamilton: ...
Hamilton: da fĂŒck Burr...