Quando olhamos para KIM DOYEON, é impossível não lembrar de ALICE WHITMORE LEE SUN HEE, no auge de seus VINTE E SEIS ANOS, lá em 1987. Natural de INCHEON, COREIA DO SUL, foi residente de SEABREEZE BUNGALOWS em Harborview e trabalhava como DENTISTA MANICURE naquela época. Por ser OTIMISTA, RESERVADA e FUXIQUEIRA, era muito querido por todos. Ainda hoje, sempre que escuto DON’T YOU WANT ME, THE HUMAN LEAGUE, me faz pensar em SUN.
A notícia de adoção da pequena Alice Whitmore figurou em todas as páginas sociais respeitáveis, que foram publicadas naquele agosto de 1961. Por semanas, aquele era o principal assunto nos ciclos sociais da elite estadunidense: a bondade de Elizabeth e Joshua Whitmore em adotarem uma menininha coreana.
Todos sabiam que o casal financiava e frequentava diversos projetos humanitários em países pobres, só não esperavam que algum dia voltariam para casa com um embrulhinho nos braços. Os mais próximos da família conheciam bem os pormenores da ação e não hesitavam em compartilhar para quem quisesse ouvir a pobrezinha foi largada em frente a uma igreja, no inverno impiedoso e teria morrido se a senhora e o senhor Whitmore não tivessem passado por lá na hora certa. Além da boa ação dos dois, muito se comentava da incrível coincidência que foi encontrar uma criança logo depois de tantas tentativas frustradas para gerar um único filho.
Sendo a futura herdeira de dois impérios, — dos Ashcroft, uma das principais famílias da indústria armamentista, e dos Whitmore, os gigantes do mercado imobiliário — Alice teve uma vida luxuosa, tranquila, feliz e amorosa desde o primeiro dia em que foi recebida como a mais nova membro das duas família mais tradicionais dos Estados Unidos. Graças a discrição assumida pelos Ashcroft-Whitmore logo após a adoção de Alice, apenas os mais próximos puderam acompanhar o quão bonita, inteligente e educada ela se tornaria; quem a conhecia, ficava surpreso com a capacidade dela de falar quatro línguas e com as ótimas notas que tirava enquanto estudante da Brearley School. Como adulta, não surpreendeu ninguém quando formou-se em Odontologia em Harvard e alcançou um sonho que nutria desde criança. Da última vez que ouviram falar de Alice Whitmore, ela estava voando para a Europa, pronta para iniciar alguns anos sabáticos antes de assumir a profissão.
Ao mesmo tempo em que Alice desembarcava em algum país da Europa Ocidental, Lee Sun-hee chegava em Harborview no ano de 1985 com nada mais do que uma mala de mão e dinheiro o suficiente para pagar dois meses de aluguel em Seabreeze Bungalows. Não demorou muito, porém, para que encontrasse o seu lugar na cidade: arranjou o emprego como manicure no Palm Avenue Beauty Studio, às vezes faz um bico em um lugar ou outro quando a situação aperta (isso quando, discretamente, atende uma ou outra cliente no domicílio enquanto morre de medo da dona do salão descobrir) e é sempre vista batendo perna por aí, isso quando não está puxando papo com outro morador. Como muitos, Sun-hee leva uma vida simples e calma, e espera que continue assim por anos.
ㅤㅤㅤ❝ㅤㅤwelcome to your life, there's no turning back .ㅤㅤ❞
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ ㅤ ㅤㅤQuando olhamos para MICHAEL CIMINO, é impossível não lembrar de BENJAMIN BENNETT, no auge de seus VINTE E QUATRO, lá em 1987. Natural de HARBORVIEW, EUA, foi residente de SUNCREST APARTMENTS em Harborview e trabalhava como BALCONISTA NA REWIND VIDEO naquela época. Por ser ESFORÇADO, PROTETOR e IMPULSIVO, era muito querido por todos. Ainda hoje, sempre que escuto EVERYBODY WANTS TO RULE THE WORLD, TEARS FOR FEARS, me faz pensar em BEN.
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ 𝑺𝑻𝑨𝑻𝑺 ;
Benjamin Philip Bennett
23 de julho de 1962, leonino
Harborview, EUA
Solteiro, sem filhos
Balconista da Rewind Video
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ 𝑩𝑰𝑶𝑮𝑹𝑨𝑷𝑯𝒀 ;
Benjamin nasceu em berço de ouro. O caçula entre os três filhos do Diretor da Harborview High e uma dona de casa bastante tradicional e dedicada, sempre teve tudo de melhor que a vida em uma cidade pequena podia oferecer. Pelo menos era isso que as pessoas viam de fora. A realidade, no entanto, era bem diferente do que as pessas presumiam. Os Bennett estavam longe de ser uma família de comercial de margarina no seu dia a dia. E muito disso se devia ao comportamento dos pais.
Com um pai que trabalha o dia inteiro se dedicando às crianças de outras pessoas, parecia sempre sobrar pouca atenção e paciência para as suas próprias crianças. Sempre cansado, sempre distante. A mãe, por sua vez, mesmo que passasse o dia inteiro em casa, também estava sempre tão absorta em seus próprios afazeres que as crianças pareciam ter se tornado um estorvo dentro de casa.
Com o passar dos anos, a mãe foi se afundando no vício em álcool e o pai foi se tornando cada vez mais ausente. Demorava mais para chegar em casa, preferia passar todo seu tempo livre na rua, aparentemente. Com isso, os boatos foram se criando e tomando forma aos poucos. Seus irmãos mais velhos, já com mais idade e entendimento do que acontecia na família, buscavam passar todo tempo livre fora de casa também. Entre atividades extracurriculares na escola e vagar pela cidade com os amigos.
Benjamin não ficou para trás, também não tinha muito o que fazer em casa. Então estava sempre por aí. Os vizinhos o viam pela rua, quase sempre sozinho, depois que os amigos entravam e o chamavam para entrar também. O convidavam para jantar, para um banho de mangueira, para uma festa do pijama. Qualquer coisa que fosse mantê-lo longe de comentários maldosos ou da realidade de seu próprio lar, onde ninguém parecia mais se importar com ele.
E isso durou por toda a sua adolescência, mesmo depois de ter tentado ir morar com os avós paternos algumas ruas para cima da casa dos pais. Mas, seus avós tinham criado seu pai, a experiência acabou sendo um pouco pior. Assim, entre um emprego e outro, um bico aqui e outro ali, Benjamin procurou seu próprio cantinho. Mesmo que a vida adulta esteja longe de ser um mar de rosas para ele, seu caminho perturbado lhe trouxe boas amizades e pessoas que considera família, então mesmo em tempos difíceis, felizmente nunca está sozinho.
ㅤㅤㅤ❝ㅤㅤshe's the kind who needs the tender touch . . .ㅤㅤ❞
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ ㅤ ㅤㅤQuando olhamos para SAVANNAH LEE SMITH, é impossível não lembrar de PAMELA HARRINGTON, no auge de seus VINTE E CINCO ANOS, lá em 1987. Natural de HARBORVIEW, EUA, foi residente de MAPLEWOOD HEIGHTS em Harborview e trabalhava como CABELELEIRA NO PALM AVENUE BEAUTY STUDIO naquela época. Por ser CONFIANTE, RESERVADA e TEIMOSA, era muito querida por todos. Ainda hoje, sempre que escuto WHEN THE LIGHTS GO OUT, NAKED EYE, me faz pensar em PAM.
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ 𝑺𝑻𝑨𝑻𝑺 ;
Pamela Susane Harrington
4 de Novembro de 1961; escorpiana
Harborview, EUA
Solteira, sem filhos
Cabeleleira no Salão de Beleza Palm Avenue
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ 𝑩𝑰𝑶𝑮𝑹𝑨𝑷𝑯𝒀 ;
Pamela é a princesa aprisionada na torre mais alta do castelo. Pelo menos é assim que sempre se sentiu, desde muito nova. Sua mãe faleceu em um acidente de carro fora da cidade pouco depois que a única filha completou onze anos de idade. Seu pai nunca esteve presente. E era expressamente proibido tocar no nome dele em casa, como aprendeu com o tempo. Entre uma conversa e outra, Pamela entendeu que seu pai nada mais era do que um homem casado, que claramente nunca teve intenção de se divorciar da esposa para ficar com a família que estava formando com a amante. Pamela sempre ficou desacreditada ao descobrir que sua mãe tinha compactuado com uma situação daquelas. Entretanto, nem mesmo ela estava mais presente para ouvir toda a sua indigação.
A guarda da menina ficou com a avó materna. E a vida não foi nada ruim. A avó de Pamela tinha uma casa boa no bairro mais caro da cidade, tinha uma boa pensão que recebia desde a morte do marido e não tinha mais ninguém com quem se preocupar, uma vez que todos os filhos já estava crescidos e tinham suas vidas feitas. Assim, Pamela acabou recebendo muito mais do que precisava. Nunca lhe faltou carinho, atenção e nenhum dos brinquedos que quis ao longo da vida. Simples assim, ela era a menina dos olhos de sua avó e nunca teve do que reclamar.
Todavia, tamanho zelo acabou se tornando algo como uma prisão. Dona Josephine sempre foi superprotetora em relação a neta. E, conforme ela crescia e a confiança na neta não crescia na mesma proporção, Pamela se viu presa entre horários para entrar e sair de casa, a constante necessidade da avó saber cada um de seus passos, quem eram suas amizades e quem eram os garotos tentanto se engraçar com sua neta. E como a avó é tudo o que ela tem, Pamela acaba aceitando as regras dela sem questionar. Não é exatamente por medo dela, seu medo é parecer ingrata depois de tudo o que avó fez por ela.
Faculdade saiu de sua lista antes mesmo de se formar no ensino médio, porque a avó jamais aceitaria que ela fosse para outra cidade estudar. Dito e feito. Foi Josephine quem sugeriu que fosse para a beauty school. Foi ela também quem conseguiu um emprego para a neta no salão de beleza da cidade, porque conhecia a dona. E isso só significava que tinha alguém para vigiar os passos de Pamela enquanto estava fora de casa.
Seu sonho agora é conseguir conquistar sua independência e viver como bem entender, mesmo que ainda não tenha muita ideia do que isso significa exatamente.
❝ㅤㅤa jumped-up pantry boy who never knew his place .ㅤㅤ ❞
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ ㅤ ㅤㅤQuando olhamos para HUGH DANCY, é impossível não lembrar de FRANCIS BEAUMONT, no auge de seus TRINTA E QUATRO ANOS, lá em 1987. Natural de BRISTOL, INGLATERRA, foi residente de SEABREEZE BUNGALOWS em Harborview e trabalhava como PROFESSOR NA MAPLEWOOD ELEMENTARY SCHOOL naquela época. Por ser COMUNICATIVO, OBSERVADOR e EVASIVO, era muito querido por todos. Ainda hoje, sempre que escuto THIS CHARMING MAN, THE SMITHS, me faz pensar em TEDDY.
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ 𝑺𝑻𝑨𝑻𝑺 ;
Francis Theodore Beaumont
28 de agosto de 1952, virginiano
Bristol, Inglaterra
Solteiro, sem filhos
Professor polivalente na Maplewood Elementary School
⋆ ㅤ ㅤ⸻ ㅤ 𝑩𝑰𝑶𝑮𝑹𝑨𝑷𝑯𝒀 ;
Teddy nasceu em uma boa família. Uma família com um histórico longo de influência na alta sociedade britânica. Entre membros com títulos de nobreza e figurões renomados dentro de escritórios e gabinetes, esperava-se muito do filho de um juíz e uma bailarina profissional. Os anos de títulos precendendo em sua família sempre colocaram um grande peso sobre os ombro de Francis. Algo com o qual ele nunca esteve muito confortável, verdade fosse dita. Mas, sem ter muito poder de decisão, os primeiros anos de vida até pouco depois da adolescência foram um período dedicado a fazer o que se esperava dele. Foi um bom aluno, participou de equipes de esporte, conquistou títulos e medalhas no âmbito acadêmico.E tudo isso sempre implicou diretamente na felicidade de Francis, que não era muita. Com uma rotina tão regrada, havia pouco tempo para si mesmo. Para pensar no que gostava e no que queria, para sair com os amigos ou conhecer o mundo.
Francis viu sua melhor oportunidade quando ingressou na universidade. Pelo menos isso ele pode escolher, seria professor. Por sorte, um título muito respeitado em sua família. Assim, um tanto longe da família e mais perto da capital, teve sua grande chance de explorar o mundo ao seu redor. Enquanto jovem, Francis se aventurou por algumas subculturas, influenciado por amizades dos tempos de faculdade, além de alguns outros experimentos como drogas, porres de bebida, sexo e o vício permanente no cigarro. Foi um período bastante conturbado em questão de tentar manter o ritmo das aulas enquanto não estava totalmente sóbrio, mas conseguiu se formar com seus louros. Por sorte.
A ideia da família era casá-lo com a filha de um antigo da família assim que conseguisse seu diploma, mas Francis evitou o compromisso com toda a sua força. E, para manter-se longe de tal compromisso, inventou uma viagem com os amigos que fez durante seu tempo em Londres. Férias nos Estados Unidos. Entre uma cidade e outra, Francis se apaixonou pela vida em Miami. Era absolutamente diferente de tudo o que já tinha visto e feito até então. O clima, o comportamento, a vida como um todo. Era como se um mundo novo tivesse se aberto à sua frente. Assim, Francis morou por dez anos em Miami, por conta do seu primeiro emprego como professor em uma escola pública. Essa nova fase de sua vida, entre a adaptação ao novo país, cultura, comida e todos os aspectos de seu trabalho, relacionamentos acabaram ficando em segundo plano para ele. Para o desespero de seus pais, que começavam a considerá-lo velho. Na verdade, Francis teve seus romances por aí, só não gostava de compartilhá-los com seus familiares. Mas, de fato, nunca se casou.
Francis se mudou para Harborview há 2 anos, por conta de uma oferta de emprego na cidade. O que pareceu uma boa escolha, depois de tantos anos em Miami. A vida em uma cidade pequena tem seus encantos e acabou ganhando o coração do britânico.
Quando olhamos para DANNY GRIFFIN, é impossível não lembrar de EZEKIEL "ZEKE" GRANT, no auge de seus VINTE E SEIS ANOS, lá em 1987. Natural de HARBORVIEW, FLÓRIDA, foi residente de SEABREEZE BUNGALOWS em Harborview e trabalhava como SURFISTA E GARÇOM DA MARINA'S HOME GRILL naquela época. Por ser ALTO ASTRAL, PONDERADO e PROCRASTINADOR, era muito querido por todos. Ainda hoje, sempre que escuto SPENDING MY TIME, ROXETTE, me faz pensar em ZEKE.
* ⠀𓂃 🐚 ⠀❪ HEADCANONS :
De pai, mãe e família unida Zeke não entendia, mas de aproveitar a vida? Sim, isso era tudo o que fazia desde que começou a se entender por gente. O que se lembra de sua infância foi que fora acolhido pelos pais de um amigo que brincava na rua; sem isso, jamais teria dado uma reviravolta em sua vida, já que fora deixado à mercê da própria sorte pela mãe na estação de trem quando ainda era um menino de cinco e poucos anos.
Algumas pessoas tratam os traumas de sua vida como um traço de sua personalidade ou um fato irrevogável de sua identidade que são incapazes de se desprender. No entanto, outros, que no caso Zeke estava inserido, usavam disso como fonte para evoluírem mentalmente. Apesar da frustração de ter sido abandonado quando nem sequer tinha noção das coisas direito, seu receio de comprometimento advinha da mãe que nunca tivera, algo problemático e bem complicado de se lidar. É por isso que encontrou refúgio nas águas do mar desde cedo.
Cresceu sem muito ensino e fez apenas o básico na escola, pois, na época sem um estudo não existia futuro promissor. Na prancha que surfava, Zeke encontrou alívio e viu que poderia muito bem tirar proveito disso por ser muito bom. Acabou abandonando a escola, ainda vivendo com os pais de seu colega, mas, após ter conversado com eles viu que deveria ter um emprego extra apenas para conseguir se manter - e, é claro, não dar tanto prejuízo. Sendo assim, arranjaram para ele um bico de (escravo) garçom do restaurante popular em Harborview, onde também poderia ganhar umas boas gorjetas.
Assim Zeke conseguiu se firmar melhor e está juntando para comprar uma van na expectativa de morar dentro dela para que possa viajar por aí e encontrar as melhores ondas nos pontos mais populares dos Estados Unidos. Pelo menos por enquanto sua ambição não voa muito longe, mas a intenção é de conseguir que os olheiros lhe encontrem surfando uma onda espetacular em Harborview!
Quando olhamos para EVA DE DOMINICI, é impossível não lembrar de ALMA SANTINO, no auge de seus VINTE E NOVE ANOS, lá em 1987. Natural de MENDONZA, ARGENTINA, foi residente de MAPLEWOOD HEIGHTS em Harborview e trabalhava como DANÇARINA CONTEMPORÂNEA naquela época. Por ser SINCERA, RESERVADA e PAVIO CURTO, era muito querido por todos. Ainda hoje, sempre que escuto WHAT A FEELING, IRENE CARA, me faz pensar em SANTA.
* ⠀𓂃 🌶️ ⠀❪ HEADCANONS :
Ao chegar em uma casa cheia de mulheres gritando bem alto, astral lá em cima e custo de vida acima da média, ninguém imagina o mal que aqueles imigrantes passaram para estarem ali agora a todo sorrisos. Os Santino, formados majoritariamente por todas as mulheres (mãe, tias, irmãs e avó) e pelos dois gatos pingados: seus irmãos, saíram de Argentina durante uma ditadura militar sangrenta que resultou, posteriormente, na volta da democracia. Até lá, é claro, a família já não estava mais presente. Estabeleceram-se em Harborview quando Alma era já adulta e por lá ficaram quando os negócios de confeitaria começou a dar muito certo.
A boleria alavancou o suficiente para que pudessem financiar uma casa em um dos bairros mais nobres da cidade, e dali apenas sucesso! Alma encontrou também na dança uma fuga de todos os seus problemas. Era nítido que os videoclipes que estouraram na época acabaram sendo uma obsessão dela, que anteriormente estudava para ser uma atriz. Começou a encher muito as mulheres da casa para que lhe dessem passe livre de ir em aulas de jazz e ballet, além de permissão para ir sozinha (mesmo tendo maioridade) em festas disco, e isso influenciou cem por cento a escolha de Alma quando veio a largar seu emprego atual para alcançar o sonho de tornar-se dançarina profissional.
Em 1985, depois de tentativas frustradas e sofrimento de sua parte para almejar o que tanto queria, com apoio e esforço, ela conseguiu entrar para o elenco de dançarinos de Tina Turner em seu concerto musical, Private Dancer Tour. Não só abriu portas para que ela fizesse alguns outros bicos para artistas iniciantes e outros famosos, como também lhe deu uma liberdade financeira muito maior. Agora, dois anos após o maior ano de sua vida, Alma está construindo seu próprio negócio como professora de dança para jovens garotas terem a mesma oportunidade que ela também teve, além de cogitar suas possíveis futuras turnês para nomes importantes. Acabou dando uma pausa para fazer pequenos trabalhos nas cidades dos EUA, esperando e ansiando pela próxima chance de brilhar.