A fogueira cibernética lhe cegara Fazendo visões apostólicas em paredes Onde acrobatas desciam com o picadeiro Carregue entre teus dentes o mito das chamas O pacto florido Ecou como cortejo Sem febre funesta Tivera cor dos olhos de piscina Quiçá, o ópio da ignorância Seja força motriz que nos salvará! Tivera óbvio entre as catarses e calcanhares De alguns poetas lúdicos de bares Tivera sua pele como farol Para concluir-me em máquinas Que seria impossível reproduzir as tuas letras Por si só, debochavam de uma Vênus oriunda Beijo gafanhotos que vós pragueja Comitiva saúda-me como eterno inimigo Em troca de anéis como meu novo amor Após obituários, servi-me ainda além da carne metafórica a ti O ceifador também roga contigo o réquiem Não te preocupas com o valor da gorjeta Caronte, aprecia gestos de gentileza Então, não se empolga com conversões à moedas estrangeiras Angústia, entre a consolação e vós Estive permeando como simpatia Caule da mania de retina Admirando e bailando com ilusionistas Gaia fomenta as diversas luas Para Cronos dançar com suas amantes Urano também sentira o peso da maldição paternal O carma viera em sua porta lhe cobrar de hidras passadas...
Avida Dollars, Dadá Ultra realística, Pierrot Ruivo










